Os BRASILEIROS, que agora estão interessados em Política, estão notando o que antes não se via!
CLEITINHO e suas "ALIANÇAS" politicamente CONVENIENTES.
Sempre tive certa relutância a respeito de alguns jornalistas e influencers.
A respeito da maioria, na verdade.
Kim Paim sempre um deles.
Dessa vez, entretanto, é preciso admitir que ele acerta na mosca, vai ao cerne da questão.
O Brasil vive hoje um estado de excepcionalidade, muito claro, mas que parece não ser visto por muitos.
O luxo de estar num estado democrático e livre diante de eleições normais é algo que não pertence mais, no momento, aos brasileiros.
O Brasil vive um estado emergencial.
Não se trata da idealização de um milagroso sistema limpinho, impecável, que colocará imediatamente o país nos trilhos.
Se trata de um estado emergencial.
Muitos dos que promovem, por ingenuidade ou má fé, essa busca impossível de virtuosismo em candidato fazem certamente o jogo do inimigo.
No lodo de corrupção em que este país está afundado até pescoço, não haverá virtuosismo.
Haverá sim, construção de narrativas, perseguição política incessante e criação de factoides contra quem
ousar disputar o poder com lula.
Hoje, o caso do financiamento de Dark Horse, amanhã a 'relação suspeita' de Flavio Bolsonaro com um miliciano qualquer preso no Rio.
Ou qualquer coisa.
As narrativas se sucederão, incessantes, até outubro, e além de desconstruir a imagem do candidato servem como barulho para abafar a incomoda situação do desgoverno lula, cercado por todos os lados de acusações de corrupção como o Master ou INSS.
Exigir que Flavio Bolsonaro seja Jair Bolsonaro é, além de uma injustiça, uma estupidez.
Flavio Bolsonaro é Flavio Bolsonaro, e como tal terá que imprimir sua força e sua vontade, longe da sombra do pai.
Mas, sem dúvida, ele possui tudo o que é necessário, o que é mais precioso: o legado de Jair Bolsonaro, mais vivo e pulsante do que nunca, apesar dos esforços do lulismo e do sistema em destruí-lo.
Kim Paim tem razão:
Se Flavio Bolsonaro vai ser o presidente deste país, é hora de botar, definitivamente, o pau na mesa.