Soneto dos Santos de Wotan; ou Wotan Santos
ㅤㅤ Surge o espírito indomável da jovem rebeldia
ㅤㅤ Seguido do rufar dos tambores de pele humana
ㅤㅤ Encarna no corpo de um fiel imaculado, que o chama
ㅤㅤ Para guiar seus devotos em meio à guerra e a anarquia
(…)
ㅤㅤ Tal manifestação perturba os magos do reino.
ㅤㅤ Sabem que o expurgo, que virá da cavalaria negra
ㅤㅤ Não terá clemência com nobre, bardo ou falsa freira
ㅤㅤ Ou qualquer um que aproveitou-se d'ouro de outro empenho
(…)
Não basta vencer eleições. É preciso escrever histórias.
Quem escreve os livros, dirige os filmes, desenvolve os jogos, compõe as músicas e cria os símbolos define aquilo que uma geração admira, rejeita e sonha.
Toda grande transformação política foi precedida por uma transformação cultural.
O poder é cultura.
Por isso, este é um chamado. Se você é artista, escritor, cineasta, músico, designer, ilustrador, desenvolvedor de jogos ou qualquer outro criativo, saiba que existe um lugar que compreende o valor da arte como instrumento de transformação. Um lugar disposto a construir um movimento cultural capaz de deixar um legado para as próximas gerações.
Venha para a Missão. Ajude a escrever a história antes que outros a escrevam por nós.
Soneto dos Santos de Wotan; ou Wotan Santos
ㅤㅤ Surge o espírito indomável da jovem rebeldia
ㅤㅤ Seguido do rufar dos tambores de pele humana
ㅤㅤ Encarna no corpo de um fiel imaculado, que o chama
ㅤㅤ Para guiar seus devotos em meio à guerra e a anarquia
(…)
Na minha visão, algumas coisas não deveriam se tornar objeto de debate. Como diz Nietzsche, "em todo lugar em que a autoridade ainda é parte dos bons costumes, onde não se pede, mas se comanda, a dialética é uma espécie de polichinelo - ri-se dela". Questões como "mulher trans é mulher?" ou "aborto é assassinato?", ou ainda discussões sobre cirurgias de troca de sexo e quaisquer bizarrices assim não deveriam acontecer, não deveriam estar no campo das ideias, porque, aqui, a discussão existe justamente como forma de fragilizar algumas certezas fundamentais, axiomáticas, às vezes impossíveis de provar, mas certamente autoevidentes, que como seres humanos e como civilização constituída se incorporaram em nós para sempre. Entrar na "discussão" é entrar no jogo do inimigo. Você já começa perdendo.
Antes, devemos agir assim: ridicularização e imperatividade. A ridicularização é uma das formas mais refinadas de imposição, porque submete esteticamente, torna a imagem do outro ridícula, repulsiva, de modo que os argumentos deixam de importar: tudo que sai da boca do adversário se torna ruim, independente do mérito. É ainda uma arte, porque é preciso saber fazer humor, e é preciso saber se impor pela língua, pela estética ou seja pelo que for.
Sobre a imperatividade, basta fincar os pés no chão e reafirmar o óbvio. A radicalidade aqui cumpre um certo papel: não é possível ter a "frieza do debate" quando o que está sendo discutido é algo fundamental, de valor existencial. Na verdade, "discutir a questão", aí, seria errado, na medida em que você abre espaço para que alguns silogismos encaixem e o público terminasse ao menos com um pouco mais de dúvida sobre a questão que antes.
Com exceção do diálogo socrático - que não era, como muitos acham, uma "forma de chegar à verdade", mas sim o diálogo utilizado como forma de submeter, uma troça debochada, sarcástica ("o diabo de Atenas") -, não vejo como discutir certas questões pode ser melhor pra nós.
Some corrections.
1. The dentures "made of slave teeth" is speculation based off a ledger in Mount Vernon with the purchase of some teeth from a dentist, paid to "negroes" where they sold 9 of their teeth for the equivalent of 3 months wages.
2. Thomas Jefferson didn't "rape child slaves", the only proven child with a Jefferson Y chromosome was Eston Hemings who was born almost exactly 9 months after Randolph Jefferson and his sons came to visit Monticello, she was also very much an adult, and she was 1/4 Black and existing accounts of her description say she looked mighty near white with straight hair.
3. Teddy Roosevelt had to correct this in his own life. What he actually said was, "I don't go so far as to think the only good Indians are dead Indians, but I believe nine out of ten are, and i shouldn't like to inquire too closely into the case of the tenth." Which is a far more funny thing to say.
4. They deserved it, they went on trial and they were found guilty justifiably so.
Also Mount Rushmore is awesome.