@folha A questão não é a prisão. Mas onde cumpri-la. O condenado foi Presidente da República. Policiais, advogados, e muitos outros tem direito ao encarceramento “especial”. Alguém que exerceu cargo de envergadura tal não deveria ter o mesmo tratamento? Fica a pergunta.
Tratar um ex presidente como comum é transformar por mero fetiche jurídico, alguém “extraordinário em ordinário”. Não me parece adequado, mesmo em uma república. Ademais, os precedentes se colocam de forma diversa. O judiciário deve mostrar caminhos, não criar arapucas.
“Lula desonrou a memória de 6 milhões de judeus assassinados pelos nazistas”, diz Netanyahu.
Primeiro-ministro de Israel afirmou que presidente brasileiro “demonizou o Estado judeu como o anti-semita mais virulento”.
“Ele deveria ter vergonha de si”, finalizou.
(Tradução: @SamPancher)
O que chama mais sua atenção?
1- A mancada épica do boleiro;
2- Khachanov full pistola cobrando a juíza de mostrar a regra pós jogo;
3- O fair play incrível do kovacevic?
Que momento.. 😅
@andrizek Anular uma condenação, COMPLEXO, como o do ex presidente que virou atual. Anular e não ser mais condenado, ou não? Inocente? Enfim… estou curioso para ver os debates.
A primeira vez que falei sobre a participação do Flu no mundial faz mais de um mês. A equipe do digital da ESPN postou o vídeo e a repercussão foi enorme. Recebi muitos xingamentos e comentários raivosos.
Mantive minha opinião até fim, como este vídeo mostra, porque era o que eu acreditava. Não estou ali para fazer média com ninguém.
Reconheço todo o mérito do Fluminense, mas nunca acreditei numa vitória porque sabia das diferenças entre as equipes.
Foi um grande ano do clube, do time e de seu técnico. Isso nada pode apagar.
#DinoNoSTF: @FlavioDino deu uma aula de democracia ao senador, filho do inelegível, que estava reclamando por ter que pensar nas palavras antes de sair postando nas redes sociais. É uma “ditadura do judiciário”, disse. A resposta do Ministro foi certeira. “Todos têm que medir as palavras? Sim, claro! Essa é a diferença fundamental. Enquanto todos não medirem as palavras, haverá crime”, explicou Dino, durante sabatina no Senado!
Assista ao vivo em https://t.co/4tlObTNqWU
“É como se houvesse duas grandes bolhas políticas no Brasil: a bolha que votou no ex-presidente Jair Bolsonaro, e a bolha que votou no presidente Lula. (...) É como se tivesse dois países completamente separados um do outro, e entre esses dois tem um abismo. (...) As pessoas estão tão certas de que elas estão certas que não querem ouvir o outro, não querem dialogar”, diz Thomas Traumann, consultor político-econômico e pesquisador da FGV, sobre o título de seu novo livro, “Biografia do Abismo: como a polarização divide famílias, desafia empresas e compromete o futuro do Brasil”.
➡ Assista ao #EspecialdeDomingo com @betepacheco_ e @erickbang1: https://t.co/D0egpiSFcT #GloboNews