"One day you wake up and realize you don’t want constant stimulation anymore. You want meaningful connections, gentle routines, and a life that doesn’t exhaust your nervous system.” @VexKing
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Chamar de “cachorrinho” o agente da Polícia Federal que o vigia, monitora suas redes sociais e tudo o que diz — numa clara tentativa de encontrar algo para incriminá-lo, sob ordens diretas de Alexandre de Moraes — não seria algo esperado?
O próprio delegado envia recados a Eduardo por meio da imprensa. O problema é que os opressores não estavam preparados para uma reação com efeitos reais. E então, Eduardo dispara:
“Cachorrinho da PF me assistindo, se eu ficar sabendo quem é você, eu vou me mexer aqui.”
Como diz o ditado: quem "tem", "tem medo".
Qual agente da PF quer continuar nesse jogo contra os Estados Unidos, assistindo seu chefe se desmoronar por nada?
Curiosamente, o papel de "bravateiro" mudou de lado. O delegado que afirmou que a PF "não se intimidará" já perdeu o visto americano e pode estar a caminho da lista Magnitsky.
Seus colegas vão acompanhá-lo?
Vejo uma crise interna se formando, e não duvido que surjam agentes buscando contato com os EUA para delatar os abusos cometidos. Afinal, quem "tem", "tem medo".
A reação do diretor-geral da PF — que disse à jornalista Andreia Sadi ter recebido “com indignação essa covarde tentativa de intimidação aos policiais” — não terá qualquer efeito sobre Eduardo nos Estados Unidos.
Todos sabem que Eduardo Bolsonaro não vive em liberdade plena no Brasil. Seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, está submetido a uma espécie bizarra de prisão domiciliar, com restrições típicas de regime semiaberto — sem processo legal encerrado e sem condenação judicial formal.
Está proibido até de falar com a nora, com o próprio filho e, por consequência, com os netos. É um escândalo jurídico travestido de normalidade institucional.
Eduardo, por sua vez, responde por crime contra o Estado brasileiro apenas por denunciar ao mundo as perseguições que sua família vem sofrendo. O próprio Estado — por meio de instituições instrumentalizadas ideologicamente — transformou-o em réu por exercer o direito elementar de expressão e denúncia.
E o berço da democracia (EUA) concorda com ele.
Vivemos, hoje, um Brasil onde a liberdade de expressão foi relativizada e o devido processo legal deformado ao gosto do acusador.
O mesmo ministro do STF que se diz ofendido, atua como vítima, investigador e juiz ao mesmo tempo, rasgando os fundamentos mais básicos do Estado Democrático de Direito.
Diante desse quadro, o que resta a Eduardo Bolsonaro?
Justiça? Não.
Direito de defesa? Nenhum.
As instituições se fecharam, e as condenações são certas para: Eduardo, Jair Bolsonaro, General Heleno, e tantos outros.
Talvez Filipe Martins escape, mas há dúvidas.
O desabafo feito hoje não é bravata — e isso é desesperador para o governo e para o sistema judicial brasileiro.
É a expressão crua de alguém que foi encurralado por um Estado autoritário.
O desprezo por seus perseguidores é legítimo.
E o desejo de vingança, inevitável.
É importante lembrar: Eduardo Bolsonaro foi por anos ridicularizado pela imprensa e menosprezado pela elite política. Pintaram-no como um "fritador de hambúrguer", uma figura irrelevante.
Hoje, Eduardo caminha pelos corredores da Casa Branca, dialoga com congressistas americanos e atua como representante da direita brasileira e único canal de comunicação entre o Governo Americano e o Brasil — o Itamaraty foi esvaziado de suas funções.
A resposta internacional está em curso.
O governo dos EUA já iniciou sanções contra Alexandre de Moraes e seus aliados.
E, segundo Donald Trump, o Brasil sofrerá tarifas de até 50% por perseguições políticas e práticas comerciais desleais — já a partir de 1º de agosto, o temido “mês do desgosto”.
A força que se levanta contra o sistema de exceção brasileiro é muito maior do que seus operadores imaginam.
A história está em movimento.
E os “cachorrinhos” podem latir o quanto quiserem — mas não sairão ilesos.
Game over, baby.
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⛪️ Os 12 cardeais favoritos para se tornar o próximo papa, segundo especialista.
Vaticanólogo elenca 12 nomes principais dentre 22 "papáveis" que figuram em relação de 252 cardeais. https://t.co/34xjcQVRUc
Já que os comunistas estão irritados com o alcance do vídeo explicativo/educativo do Deputado Nikolas Ferreira @nikolas_dm, também vamos ajudar na divulgação da verdade 👇
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⚠️ CONTEÚDO SENSÍVEL: Áudio enviado de uma filha para os seus pais antes ser levada pelas águas no Rio Grande do Sul. Eu sei que é doloroso, se você não tiver condições psicológicas, ignore o vídeo, mas é a realidade que a imprensa esconde.
Alguém sabe se ela foi resgatada?
🚨 TWITTER FILES BRAZIL
BRASIL À BEIRA
Este é Michael Shellenberger, e estou reportando a vocês ao vivo do Brasil, onde uma série dramática de eventos está em andamento.
Às 18h52, horário do Sao Paulo a corporação X, anteriormente conhecida como Twitter, anunciou que um tribunal brasileiro a forçou a “bloquear certas contas populares no Brasil”.
Menos de uma hora depois, o proprietário do X, Elon Musk, anunciou que o X desafiaria a ordem do tribunal e suspenderia todas as restrições.
“Como resultado”, disse Musk, “provavelmente perderemos todas as receitas no Brasil e teremos que fechar nosso escritório lá. Mas os princípios são mais importantes do que o lucro.”
A qualquer momento, o Supremo Tribunal Federal poderá bloquear todo o acesso ao X/Twitter para o povo brasileiro.
Não é exagero dizer que o Brasil está à beira da ditadura nas mãos de um ministro totalitário do Supremo Tribunal Federal chamado Alexandre de Moraes.
O presidente Lula da Silva está participando desse impulso em direção ao totalitarismo. Desde que assumiu o cargo, Lula aumentou enormemente o financiamento governamental dos principais meios de comunicação, a maioria dos quais incentiva o aumento da censura.
O que Lula e de Moraes estão fazendo é uma violação escandalosa da Constituição do Brasil e da Declaração dos Direitos Humanos das Nações Unidas.
Neste momento, o Brasil ainda não é uma ditadura consolidada. Vocês ainda têm eleições e outros meios de enfrentar o autoritarismo que já não existem em tiranias mais avançadas.
Mas o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral interferem em eleições por meio de censura.
Há três dias eu publiquei os Arquivos do Twitter para o Brasil. Eles mostram que Moraes tem violado a Constituição brasileira. Moraes exigiu ilegalmente que o Twitter revelasse informações privadas sobre usuários do Twitter que usaram hashtags que ele considerou impróprias. Ele exigiu acesso aos dados internos do Twitter, violando a política da plataforma. Ele censurou, por iniciativa própria e sem nenhum respeito ao devido processo, postagens no Twitter de parlamentares do Congresso brasileiro. E Moraes tentou transformar as políticas de moderação de conteúdo do Twitter em uma arma contra os apoiadores do então presidente Jair Bolsonaro.
Digo isso como jornalista independente e apartidário. Não sou fã nem de Bolsonaro nem de Trump. As minhas opiniões políticas são muito moderadas. Mas eu reconheço a censura quando a vejo.
Os Arquivos do Twitter também revelaram que Google, Facebook, Uber, WhatsApp e Instagram traíram o povo do Brasil. Se forem comprovados tais indícios, os executivos dessas empresas comportaram-se como covardes: forneceram ao governo brasileiro dados cadastrais pessoais e números de telefone sem ordem judicial e, portanto, violando a lei.
Quando o Twitter se recusou a fornecer informações privadas dos usuários às autoridades brasileiras, incluindo mensagens diretas, o governo tentou processar o principal advogado brasileiro do Twitter.
Quando eu morei no Brasil em 1992, eu era muito de esquerda. Na época, as palavras de ordem de Lula e do PT eram “Sem medo de ser feliz”.
Nos últimos dias, conversei com dezenas de brasileiros, incluindo professores, jornalistas e advogados respeitados. Todos me disseram que estão chocados com o que está acontecendo. Eles me disseram que têm medo de falar o que pensam e que o governo Lula é cúmplice na criação desse clima de medo.
O Brasil é o seu país, não o meu. Existem limites para o que sou capaz de fazer. Sei bem até onde posso ir.
Mas prometo que eu vou apoiar vocês na sua luta pela liberdade. E posso dizer uma coisa que muitos brasileiros não podem mais: Alexandre de Moraes é um tirano. E a única maneira de lidar com os tiranos é enfrentando-os. Cabe aos seus senadores enfrentar o tirano. E cabe ao povo do Brasil pressionar seus senadores para que façam isso.
#FreeSpeechBrazil
Opinião de analistas gringos no Spaces sobre as ações de Prigozhin e do Grupo Wagner na Rússia:
Isso começou como uma luta pelo poder entre Prigozhin e Shoigu. No início da operação militar especial, Shoigu e sua equipe cometeram erros e Prigozhin tornou-se um forte crítico de Shoigu.
Prigozhin então teve sucesso em Bakhmut com o Grupo Wagner apresentando-se como um líder militar melhor do que Shoigu. Na minha opinião, Shoigu então provocou Prigozhin ao limitar o fornecimento de munição para Bakhmut, resultando em perdas do Grupo Wagner e uma forte reação de Prigozhin. Muitos de vocês viram o vídeo de Prigozhin atacando Shoigu e a liderança militar russa.
As entregas de munição foram restauradas e a vitória em Bakhmut foi alcançada, mas a explosão de vídeo de Prigozhin provavelmente foi contraproducente para ele porque o Kremlin e os líderes políticos em Moscou o viam como um canhão solto em quem não se pode confiar.
Prigozhin dobrou a aposta, prevendo uma grande perda para os militares russos, alegando que não estava pronto para a contra-ofensiva ucraniana. Ele afirmou que as tropas russas estão mal equipadas e mal administradas por Shoigu. Com os militares russos repelindo com sucesso a contra-ofensiva ucraniana, Prigozhin se encurralou e seu tempo estava se esgotando porque Shoigu e seus generais deram uma grande vitória para o Kremlin.
Na minha opinião, as ações de Prigozhin são um ato de desespero porque ele perdeu a luta pelo poder contra Shoigu e provavelmente está enfrentando sérias retaliações.
A mídia ocidental afirma que esta é uma tentativa de golpe contra Putin. Isso não faz sentido. A popularidade de Putin na Rússia e no mundo não ocidental nunca foi tão alta. No entanto, esta guerra entre Prigozhin e Shoigu é uma distração indesejável para o Kremlin e o resultado mais provável será a prisão ou rescisão de Prigozhin.
Examinei a decisão do ministro Moraes sobre Monark. Não importa se gostam ou não do podcaster, se ele diz ou não bobagens, quero me ater ao aspecto jurídico da decisão. E, sob esse aspecto, há nela problemas técnicos relevantes. Explico o porquê.
A decisão parte de algumas premissas que considero perigosas: 1) diz que é necessário evitar atos como os do dia 8, contendo seus “instigadores”. 2) que sob essas circustâncias é possível “o afastamento excepcional de garantias individuais”.
Bom, não é necessário dizer que conter eventuais atos futuros, sem indícios claros de se ocorrerão, não é papel do judiciário, mas da polícia, não podendo fundamentar a decisão judicial. Nem necessário dizer que a liberdade de expressão, enquanto garantia individual, não pode ser excepcionalmente afastada em uma democracia. Ela pode ser relativizada, pode ser restringida, harmonizada com outros direitos, afastada jamais.
A decisão ainda parte da premissa de que o canal veiculou notícia falsa ou fraudulenta (o que, vale dizer, não é a melhor tradução para fake news)
Não assisti ao vídeo, mas, ao menos na decisão, há indagações opinativas, não informativas, sobre o processo eleitoral brasileiro.
Há uma diferença importante, pois opinião não tem compromisso com a neutralidade da informação. Sendo a visão pessoal de alguém, naturalmente, é subjetiva. E não cabe ao Estado dizer que opinião seus indivíduos devem ter, sob pena de violar o artigo 37 da CF, que lhe impõe o dever de impessoalidade.
Óbvio que isso não dá a ninguém carta branca para cometer crimes, mas não pode ser considerado desinformação, como faz a decisão. Há, portanto, uma imprecisão técnica no fundamento principal da decisão, a meu ver.
Por fim, no lugar de suspender as falas consideradas ilícitas, a decisão suspendeu todos os canais do autor da fala, no lugar de punir o autor, a decisão o impede de voltar a falar.
Para além das imprecisões, a desproporcionalidade de punições que envolvem liberdade de expressão terminam sempre em censura.