Este é o cenário da juventude politizada no Brasil. Se você é católico, nacionalista e monarquista, então só há um caminho que você pode seguir 👉🏻@AIPB_
Junte-se a tradição ou seja escravizado pelo projeto de poder materialista e anti católico dos liberais e comunistas.
Recentemente testemunhamos castilhistas proferirem acusações inverídicas sobre a Serva de Deus e Princesa D.Isabel, acusando-a de ser alheia a causa abolicionista e até favorecida pela escravidão, um ato de revisionismo histórico que teremos a honra de destrinchar em vídeo.
Pois bem, vamos falar sobre Júlio de Castilhos, o pai intelectual dos detratores de Princesa Isabel.
Oriundo de berço da elite escravagista, também possuiu um forte vínculo com a escravidão no Brasil.
Toda a sua fortuna era oriunda de mão-de-obra escrava, quando o patriarca da familia faleceu em 1871, Júlio de Castilhos herdou os escravos da família, ele os alforriou? não.
Cartas de autoria do próprio Julio de Castilhos para seu irmão "Chiquinho" prova que Júlio alugava seus escravos para terceiros, recebia o pagamento pela exploração desses escravos dividia o lucro com seu irmão.
Carta escrita por Castilhos ao seu irmão em agosto de 1883:
"Estão em meu poder os 32$000 do aluguel do Annibal (nome do escravo) durante o primeiro mês, que começou a 27 de junho e terminou a 27 de julho. Mais uma vez lhe peço que diga que destino quer V. que dê a esse dinheiro"
Mas Júlio tinha ciência de que, se tornada pública sua relação com negócios envolvendo escravos, poderia ser politicamente prejudicado. Em carta de sete de
setembro de 1883, Júlio relatava: " Não faz ideia de como tenho andado constrangido esse negocio, apesar de ser ele tratado por um corretor, que é ao mesmo
empregado do meu escritório. Tenho receio dos maldizentes e dos jornais, que estão todos muito abolicionistas"
Em outra carta, de outubro de 1883, o temor
de Júlio era reiterado ao irmão:
"Em todo esse negocio não posso absolutamente aparecer, porque logo que se soubesse começariam os boatos, os comentários caluniosos, os murmúrios, principalmente agora que estamos aqui em atmosfera puramente abolicionista. Quem aluga ou vende escravos atualmente aqui é alvo de tudo quanto se pode dizer de mal, já na imprensa, já em reuniões. De sorte que nada posso fazer" - Júlio de Castilhos
Desesperado para se livrar de seus escravos, Júlio de Castilhos ainda em carta para seu socio e irmão pede o envio de uma procuração com urgência para que possa se livrar dos escravos (Note, ele desejava vender para outro confrade escravagista, não alforriar)
Além disso, Castilhos era proprietário, dentre outros bens, de um outro escravo, de nome "Bráulio, estimado em 300$000", a venda deste lhe possibilitou reunir condições suficientes para custear seus estudos na Academia de Direito de São Paulo (FRANCO, 1967, p.6).
Pois então, detratores, oferecemos a oportunidade de nos acusar de mentirosos, desafiamos, mais uma vez, para um debate público sobre o tema.
Fontes:
(Júlio de Castilhos e a República radical de Andréa Lewer da Costa)
ESCRAVOS E EX-ESCRAVOS NA PECUÁRIA: A CENTRALIDADE DA ESCRAVIDÃO NA ECONOMIA RURAL (RIO GRANDE DO SUL, SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX)
imagina levar a nova resistência a sério sendo que o membro médio deles é assim: um bando de esquisito que vai pro sol de preto e falar russo na praia, kkkkkkkkk
Este é o cenário da juventude politizada no Brasil. Se você é católico, nacionalista e monarquista, então só há um caminho que você pode seguir 👉🏻@AIPB_
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A ação realizou um dossiê sobre todos os cardeais elegíveis, incluindo Pietro Parolin, o cardeal preferido pela mídia, eis a nossa avaliação do cardeal:
⛔️ MBL anuncia a EXPULSÃO do vereador João Bettega, de Curitiba (PR), por excesso de alinhamento ao bolsonarismo, traição, ausência de trabalho político e omissão diante de supostos crimes atribuídos ao PL.