Conto
A magrinha, cinturinha…. ROSA
Parte 2
Puxei-a pelo braço e a levei para o sofá. Em segundos, o short e a calcinha minúscula foram deixados de lado. O que vi me deixou paralisado: uma bucetinha rosa, impecável, bem fechadinha e já brilhando. Quando entrei, senti o aperto surreal. Ela gemia feito uma cadela no cio, a voz arrastada, as unhas cravando nos meus ombros.
No auge do ritmo, comecei a trabalhar o ponto certo com os dedos enquanto a possuía com força. O corpo dela travou, os olhos reviraram e, de repente, eu fiz um squirting nela. O jato de prazer a atingiu com força, encharcando o sofá e as pernas dela. Ela nunca tinha visto ou sentido nada parecido; entrou em transe, o corpo tremendo em espasmos violentos enquanto delirava, soltando gritos desconexos de puro êxtase.
Ficamos ali, ofegantes, o suor colando nossos corpos. Achei que ela estivesse satisfeita, mas, após alguns segundos, ela se aninhou no meu pescoço, mordendo meu ombro.
— A sede voltou... — ela sussurrou, a voz rouca. — E eu quero mais. Muito mais.
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