Parem de MENTIR, militantes de redação.
O "inquérito" das Fake News, que só existe porque vocês apoiaram, não teve início para "proteger a democracia".
Um dos seus primeiros atos foi justamente impedir uma investigação contra ministros e familiares na Receita Federal, e depois a censura a uma revista que expunha outro ministro.
Foi um Ato Institucional que transformou a Constituição Federal e os direitos fundamentais em LETRA MORTA, para proteger ministros e seu entorno político.
“Ninguém aguenta mais pagar essa conta.
Ele disse isso com uma clareza que dói. Trabalhar com o Flávio não é fácil, ele anda escoltado com fuzil, ameaçado, porque falar a verdade no Brasil tem um preço alto. E mesmo assim ele não para.
Mais de seis mil empresas faliram só no primeiro semestre. Na pandemia, nem duas mil quebraram. Mais de 80% das famílias endividadas, mais de 40% com a renda completamente comprometida. Você está cansado e não é fraqueza sua, é o peso de um sistema que tá arrastando todo mundo pro mesmo buraco.
A indignação dele ressoa porque é a sua também.
Você reconhece essa exaustão porque está vivendo ela, todo mês, na mesma conta que não fecha, no mesmo medo que não passa. Saber que não é só você não resolve, mas pelo menos você não está sozinho nisso.”
Siga @choranobanhocast para mais cortes como este.
GOSTOU DO BATOM NA CUECA DO ALEXANDRE, GONET, ANDREI E CIA? PARECE QUE VEM MUITO MAIS POR AÍ!
Há uma boa razão para imaginarmos que Mendonça só colocou a cabecinha e vem muito mais por aí. Isso porque o relatório da PF que veio a público tem 218 páginas, mas os próprios delegados escrevem, no fim dele, algo que pouca gente noticiou: que a análise "não possui caráter exaustivo". Foi feita em 72 horas, por ordem do ministro, e cobre UM único celular de Vorcaro: o iPhone apreendido no dia da prisão. A PF tem oito (ou nove) celulares dele, recolhidos em três apreensões diferentes. Em junho, a própria PF admitia que só cinco tinham sido periciados, total ou parcialmente, e que a análise pode se arrastar até 2027. Mas calma, que é pior.
Vejam o que a PF admite no texto:
1. Só foram transcritas as "menções nominais diretamente identificadas". Referências indiretas ainda não foram detectadas.
2. A conversa direta com o contato "Alexandre de Moraes BRASILIA" estava quase toda apagada. Mensagens temporárias de 24 horas, exclusões em outubro, imagens de visualização única. O que a PF recuperou foram os rastros de sistema do lado de Vorcaro: 52 notas fotografadas e enviadas segundos depois àquele número. As respostas do outro lado não estão nesse aparelho.
3. O método só capturou o que seguiu o padrão nota, print, WhatsApp. Áudios, ligações e mensagens digitadas direto no chat não entram nessa conta.
4. Os diálogos com Fábio Faria, Ciro Soares, Viviane de Moraes e o advogado Palhares foram lidos apenas nos trechos que batiam com as palavras-chave pesquisadas. Ninguém leu esses chats inteiros ainda. Imagine o que tem? Imaginem o que podem vir de novas diligências? Por que diabos não houve busca e apreensão contra Fabio Farias ainda?
5. A PF cita outras duas investigações "em estágio avançado", com análises bancárias e exame de material apreendido ainda pendentes e oitivas previstas para os próximos 60 dias.
6. E o mais importante: a PF afirma que NÃO fez nenhum ato investigativo contra magistrado ou membro do Ministério Público, por causa da LOMAN. Só expôs os dados brutos que já estavam no celular. Ou seja, o que sabemos sobre Moraes, Gonet e Andrei Passos é o que sobrou de um telefone vasculhado às pressas, sem ninguém ter puxado um fio sequer.
E mesmo assim já apareceu um banqueiro pedindo a um ministro do STF para "reforçar com Andrei e Paulo", perguntando se "médio a grave seria busca ou quebra de sigilo", e mandando uma lista com nomes de policiais e procuradores. E muito mais. Isso com o pé no freio.
Imaginem quando alguém tirar o pé.
O Islã Foi a Civilização Mais Avançada da Terra… Até o Dia em Que Matou o Próprio Cérebro em 1095
Imagine o Cairo do século XII. O Nilo ainda carregava as memórias dos faraós, mas o ar que se respirava era puro intelecto. Nas madrasas e nas bibliotecas de Fustat, o árabe não era apenas a língua do Alcorão, era a língua da humanidade civilizada. Era o que o inglês é hoje: o idioma em que se debatia se o mundo era eterno ou criado, se a alma era imortal ou se dissipava, se Deus obedecia às leis da lógica ou as transcendia. E foi nesse árabe cristalino que um judeu sefardita chamado Moisés Maimônides, fugindo das perseguições almóadas, escreveu o Guia dos Perplexos, não em hebraico, não em latim, mas em árabe impecável.
Por quê?
Porque o árabe era a língua de Ibn Sina (Avicena), de Al-Farabi, de Ibn Rushd (Averróis). Era a língua dos gigantes. Maimônides não escrevia para os muçulmanos. Escrevia com eles, contra algumas de suas ideias, mas no mesmo palco intelectual. O Islã, naquela época, era a civilização do conhecimento. O Ocidente cristão ainda gaguejava em mosteiros frios. O Islã iluminava o mundo.
Depois, tudo desandou.
E o responsável por virar a chave não foi um bárbaro invasor. Foi um dos maiores pensadores que o Islã já produziu: Abu Hamid Al-Ghazali.Em 1095, aos 37 anos, o homem mais respeitado de Bagdá, professor da Nizamiyya, a Harvard do Islã medieval, sofreu uma crise espiritual que o destruiu por dentro. Abandonou tudo. Trancou-se em solidão. E escreveu “A Incoerência dos Filósofos”. Com uma inteligência afiada como lâmina de Damasco, Al-Ghazali desmantelou a ponte entre fé e razão que Avicena havia construído com tanto cuidado. Deus, para ele, não era um relojoeiro aristotélico que seguia regras. Deus era o único agente real do universo. O fogo não queimava o algodão por causa de uma lei natural, queimava porque, a cada milésimo de segundo, Alá decidia queimar. A causalidade era ilusão. A filosofia, heresia velada. A razão, uma serva perigosa. Al-Ghazali não era um fanático ignorante. Era um pensador atormentado que escolheu a certeza divina em vez da dúvida científica.
E foi exatamente aí que a porta do ijtihad, o esforço racional independente, começou a se fechar para sempre. A partir de Al Ghazali, a decadência foi constante, As sociedades islâmicas nunca mais se recuperaram, e por isso sem dúvida alguma ele é um dos personagens mais influentes da história. O Irã de hoje, O wahabismo saudita, Al Qaeda, ISIS, Hamas, Hezbollah e tantos outros movimentos, todos filhos de Al Ghazali. O Islã, que havia sido o motor do progresso humano, trocou o laboratório pela mesquita, a pergunta pela resposta pronta, o perplexo pelo dogmático. A Era de Ouro não morreu de morte natural. Foi assassinada por dentro, por sua própria filosofia.
Quinhentos anos depois, o Império Otomano, último suspiro do califado desabou como um castelo de areia. Em 1924, o mundo muçulmano acordou nu. Pobre. Colonizado. Tecnologicamente analfabeto. A pergunta que ecoou de Istambul a Cairo, de Bagdá a Karachi, foi como um soco no estômago coletivo: “Se temos a fé verdadeira, por que estamos perdendo para os infiéis?” Era o trauma da inferioridade civilizacional em sua forma mais pura e devastadora. E foi nesse abismo existencial que nasceu o monstro que hoje chamamos de islamismo radical, não mais uma religião, mas um culto político totalitário. Hassan al-Banna fundou a Irmandade Muçulmana em 1928 com uma tese simples e venenosa: o Islã perdeu sua força porque se deixou contaminar pela cultura ocidental. A solução? Purificação. Retorno às origens, mas não às origens de Avicena e Maimônides. Às origens de Al-Ghazali radicalizado. Sayyid Qutb, o grande teórico da Irmandade, deu o passo definitivo e mortal. Para ele, o inimigo não era mais só o colonialismo britânico ou francês. O inimigo era o individualismo liberal.
EX-ASSESSOR DE FAUCI ADMITE CONSPIRAÇÃO PARA OCULTAR REGISTROS SOBRE PESQUISAS DE CORONAVÍRUS
Por Paulo Faria (jornalista)
Um dos capítulos mais controversos da investigação americana sobre a condução da pandemia de Covid-19 ganhou um desdobramento judicial concreto.
David Morens, ex-assessor sênior de Anthony Fauci no National Institute of Allergy and Infectious Diseases, o NIAID, declarou-se culpado perante a Justiça Federal dos Estados Unidos por participar de uma conspiração destinada a contornar as leis federais de transparência e de preservação de documentos públicos relacionadas a comunicações sobre financiamentos de pesquisas com coronavírus.
A declaração de culpa ocorreu em 18 de agosto de 2026, no Tribunal Federal em Greenbelt, Maryland. Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Morens admitiu participação em um esquema destinado a evitar pedidos apresentados com fundamento na Freedom of Information Act, a FOIA, e obrigações estabelecidas pelo Federal Records Act. As comunicações envolviam pesquisas e financiamentos relacionados a coronavírus.
O caso envolve uma questão que durante anos esteve no centro das discussões sobre a origem da Covid-19: o financiamento de pesquisas envolvendo coronavírus de morcegos.
De acordo com o Departamento de Justiça, Morens utilizou deliberadamente sua conta pessoal de e-mail para conduzir atividades relacionadas às suas funções governamentais e evitar que determinadas comunicações fossem alcançadas por pedidos de acesso a registros públicos.
A investigação também alcançou comunicações relacionadas a uma bolsa concedida à organização EcoHealth Alliance. Parte dos recursos estava vinculada a pesquisas realizadas em colaboração com o Wuhan Institute of Virology, na China, instituição que se tornou objeto de investigações e intenso debate internacional sobre as possíveis origens do SARS-CoV-2.
A existência dessas pesquisas não demonstra, por si só, que o vírus responsável pela pandemia tenha surgido em laboratório, questão sobre a qual diferentes órgãos americanos apresentaram avaliações divergentes.
Segundo a acusação federal apresentada anteriormente, o comportamento investigado teria começado em 2020, período em que pedidos de documentos públicos passaram a buscar comunicações relacionadas às pesquisas financiadas pelo governo americano.
A acusação sustentava que Morens adotou medidas destinadas a manter determinadas mensagens fora dos sistemas oficiais de registros governamentais. Com o acordo celebrado em agosto, ele admitiu responsabilidade criminal pela conspiração.
Morens, atualmente com 78 anos, poderá receber pena de até cinco anos de prisão. A sentença está prevista para 12 de novembro de 2026. A definição da pena caberá ao juiz federal responsável pelo processo, observadas as regras aplicáveis ao sistema criminal americano.
O episódio assume relevância adicional porque Morens não era um funcionário periférico do sistema sanitário americano. Ele ocupou posição de assessoramento no NIAID e trabalhou sob a direção de Anthony Fauci, que comandou o instituto por quase quatro décadas e se tornou uma das principais autoridades públicas dos Estados Unidos durante a pandemia.
É necessário, entretanto, afirmar que Anthony Fauci não foi acusado criminalmente no processo contra David Morens. A declaração de culpa do ex-assessor também não constitui, juridicamente, prova de participação de Fauci na conspiração admitida por Morens. Reuters e Associated Press registraram expressamente essa separação entre a responsabilidade criminal assumida por Morens e as investigações e questionamentos políticos dirigidos a Fauci.
O caso, contudo, ocorre no momento em que Fauci enfrenta renovado escrutínio nos Estados Unidos. Investigações parlamentares continuam examinando decisões tomadas durante a pandemia, financiamento de pesquisas envolvendo coronavírus, políticas sanitárias e a preservação e divulgação de registros públicos.
Em 29 de julho, Fauci compareceu ao Senado e invocou a Quinta Emenda ao se recusar a responder a numerosas perguntas. O exercício dessa garantia constitucional não equivale a admissão de responsabilidade criminal.
A situação de Morens é juridicamente diferente, pois não se trata de uma acusação política ou de uma interpretação sobre mensagens reveladas por uma comissão parlamentar, mas uma declaração formal de culpa perante um tribunal federal.
Esse talvez seja o aspecto mais relevante do episódio.
Durante anos, uma das grandes controvérsias relacionadas à pandemia foi determinar quais informações circulavam internamente entre autoridades sanitárias, pesquisadores e organizações financiadas com recursos públicos.
O processo contra Morens demonstra que pelo menos um antigo funcionário de alto escalão do NIAID reconheceu criminalmente sua participação em uma estratégia destinada a contornar mecanismos legais criados justamente para garantir a preservação e o acesso público a registros governamentais.
O reconhecimento de culpa não resolve a discussão científica sobre a origem do SARS-CoV-2, não demonstra que a pandemia tenha sido provocada por um vazamento de laboratório e tampouco estabelece responsabilidade criminal de Anthony Fauci. Mas modifica uma parte importante da discussão documental: a tentativa de impedir que determinados registros governamentais fossem alcançados pelos mecanismos legais de transparência deixou de ser apenas uma acusação investigativa em relação a Morens e passou a integrar uma admissão formal de culpa perante a Justiça Federal americana.
A partir de agora, duas questões caminham separadamente.
A primeira é criminal e diz respeito à responsabilidade já admitida por David Morens.
A segunda é institucional e permanece em investigação: quais informações sobre pesquisas com coronavírus estavam sendo discutidas dentro das estruturas do governo americano, quais documentos foram preservados ou eliminados e até que ponto outras autoridades tinham conhecimento das práticas utilizadas para evitar pedidos de acesso público.
David Morens será sentenciado em novembro. As demais investigações continuam com possíveis novos desdobramentos, e que podem atingir diretamente Anthony Fauci.
Nos últimos 4 anos, quantas empresas abriram IPO no Brasil? ZERO
Quantas empresas pediram recuperação judicial? 6.977
Quantas multinacionais deixaram o país?
DEZENAS
Quantas empresas mudaram sua sede para o Paraguai? CENTENAS
Quantas empresas foram à falência no Brasil? MILHARES
O Brasil quebrou o recorde de arrecadação de impostos, quase
3 TRILHÕES DE REAIS
Esse ano a dívida pública atingiu um recorde histórico: 9 TRILHÕES DE REAIS
Famílias endividadas bateu recorde no Brasil: 80%
Essa postagem não é sobre política.
É sobre economia.
O SISTEMA NÃO QUER UMA TÉCNICA. QUER UMA FIGURA DECORATIVA.
Daniella afirmou que Flávio Bolsonaro queria sua indicação para vice, mas o partido barrou.
Talvez o problema seja justamente esse: uma mulher com números, plano e coragem de cortar privilégios incomoda mais do que uma candidata usada como enfeite.
Enquanto Brasília mantém 38 ministérios e juros de 14%, cada ponto percentual custa cerca de R$ 100 bilhões ao país.
A população paga a conta. Brasília preserva os privilégios.
A pergunta é simples: quem terá coragem de cortar na própria carne?
GRAVÍSSIMO! O @caiojunqueiraf afirma com todas as letras que ministros pressionaram o Centrão a não apoiar Flávio, sob a ameaça de investigações policiais.
Depois desse dia, nunca mais chamaram ela para nenhuma entrevista.
Ela fez a pergunta proibida e destruiu a narrativa com fatos ao vivo. Uma verdadeira aula sobre como as instituições são usadas contra a própria liberdade.
Que fofo. Mas, meu querido, essas questões já foram tratadas. Que tamanho o Estado deve ter? Nozick respondeu. Que tipo de papel o Estado tem? Hayek respondeu. O que funciona para mais mobilidade social e prosperidade? Temos os estudos com alto rigor metodológico, posso te passar.
Agora, a premissa do Wagner Moura é que ele já sabe o suficiente. Participa de debate quem já sabe. Quem não sabe se educa antes.
Como diz Sowell, os adeptos da visão dos ungidos nunca pensam que prescindem de conhecimento para debater — e interferir na vida alheia.
Existe algo na atividade de fingir que é outra pessoa na frente de câmeras que torna quem exerce essa atividade especialmente cego para a própria ignorância?
Observe como a coisa toda foi conduzida pelo jornalismo na época da pandemia. Quando alguém, munido de argumentos e com conhecimento técnico, dava respostas consistentes contra o tal “consenso científico”, a resposta era sempre a desqualificação com a mesma frase: “existem estudos científicos…”, “segundo especialistas…”. Era como se apenas existisse uma verdade, com autoridade praticamente de dogma religioso, e nem as evidências nem os argumentos honestos contrários poderiam ser levados em conta. A imprensa não apenas bloqueou o debate legítimo; ela perseguiu cientistas e profissionais da saúde que tiveram a coragem de não se submeter ao falso consenso. @AlessandroLoio2 foi dos corajosos que enfrentaram o consenso e merece nosso aplaudo e respeito.
Dr. Fauci e Bill Gates injetaram câncer no mundo.
“Não eram vacinas… e é uma das razões pelas quais estamos vendo este aumento horrendo de cânceres turbo.
Estou aterrorizado com o que eles fizeram com nossas crianças…”
- Oncologista Dr. Dalgleish
Bolsonaro tinha razão em basicamente TUDO durante a Covid, enquanto as putas da mídia que o acusavam de "genocida" seguiam a cartilha do Anthony Fauci. Agora que este psicopata narcisista foi desmascarado, é a hora de esfregar o chão com a cara das quengas do "fique em casa".