@joaodamoedo Falou o Amoeba, um fracote pau mole que conseguiu a proeza de ser expulso do próprio partido por ser exatamente isso: um fraco, sem pulso firme, sem coragem, sem nada. Não a toa que, como o Doria, sumiu da política por ser um completo inútil.
Uma rápida pensata sobre as entrevistas do JN. O formato é bacana, mas o enfoque em perguntas tipo "pegadinhas", explorando apenas as contradições dos candidatos não ajudam em nada um debate sério sobre o país. Renan Santos, por exemplo, perdeu um tempo enorme sendo questionado sobre plano nuclear, Arthur do Val e Bukele. E aí faltou tempo pra falar sobre saúde, educação e ajuste fiscal... assim, até um debate parece mais produtivo em apresentar propostas.
A gente se acostumou a ver candidatos servindo de escada a populistas em debates, como os do PSOL a Lula e Padre Kelmon a Jair Bolsonaro.
Mas Romeu Zema lançou a amarelada solidária a Flávio Bolsonaro, elevando a sabujice a um novo patamar.
O Novo virou linha auxiliar de fujão.
Não gostei muito do desempenho do Renan no debate.
Era possível bater sem ofensas e palavrões, nos momentos que fez isso, foi bem, mas na maioria do casos foi bem chulo. Eu particularmente não curto.
Também poderia ter explorado melhor suas propostas. Em várias sabatinas ele mandou muito bem explicando suas ideias. Já no debate, a explicação das propostas me pareceram menos coesas.
Também achei muito ansioso, elétrico, a linguagem corporal poderia ser melhor trabalhada. Um exemplo que mandou muito bem, foi no congresso de oficialização da candidatura. Ainda que o tom do discurso foi bastante firme, conseguiu no congresso ter uma postura serena, confiante, que transmite autoridade.
De qualquer forma, ele ficará mais conhecido, e isso é o mais importante.
Que ele e sua equipe façam uma análise, e avaliem as oportunidades de melhoria para os próximos debates.