Católicos são tipo:
Quer me difamar?
Você não faz a menor ideia do quanto sou muito pior
Quer me roubar?
Fique à vontade. Meu verdadeiro tesouro não está aqui.
Quer me ferir, prender ou humilhar?
Faça o que quiser. Nenhuma dor supera aquilo que ofereço em reparação pelos meus próprios pecados (você só diminuirá meu tempo de purgatório).
Quer me matar?
Obrigado! A morte é a última porta entre mim e o meu Senhor.
A imagem não ridiculariza apenas um ponto doutrinal; ela denuncia, sem querer, um estado espiritual do nosso tempo. Hoje, a mente comum está tão saturada de luxúria que perdeu a capacidade de contemplar o sagrado. A sexualização compulsiva virou lente de interpretação do mundo, e quando alguém já não consegue imaginar São José e a Virgem Maria sem projetar desejos, isso não revela nada sobre eles, mas revela tudo sobre nós.
É sintomático: o homem moderno não enxerga a pureza porque ele mesmo já não a possui. Sua imaginação foi sequestrada pelo materialismo, pelas paixões e pela cultura do corpo. Ele mede todos pela própria miséria interior. E então acha que a vida inteira gira em torno de sexo, inclusive a vida daqueles que carregaram o maior peso que uma criatura humana já recebeu.
José e Maria não foram um “casal comum” e não estão dentro do horizonte raso das nossas carências. Sobre eles repousavam duas montanhas:
A missão mais alta já confiada a seres humanos: guardar, nutrir e proteger o Verbo Encarnado.
A graça mais alta, proporcional ao peso dessa missão.
A pureza deles não era repressão, era potência espiritual. Não era ausência, era plenitude. Eles viviam num nível de intimidade com Deus que nós, mesmo nos nossos melhores dias, mal arranhamos. Querer reduzi-los a uma vida conjugal “como a nossa” é quase infantil; é olhar o Everest e enxergar apenas uma pedra.
Por isso, pensar neles sob a ótica sexual não é apenas errado: é miserável. É diagnosticar o coração humano atual. É admitir que fracassamos, porque deixamos de compreender que existe algo maior, mais belo e mais real do que as paixões. Nós, dominados pelo instinto, tentamos arrastar para o chão aqueles que caminharam na luz.
No fim, essa imagem refuta a si mesma. Ela prova, sem perceber, que perdemos a capacidade de contemplar o que é santo.
E quando o homem deixa de ver o sagrado, ele ri, mas o que ele ri é sua própria ruína espiritual.
Olha quanta merda escrita
pro comunista, qualquer um que não defenda fuzilar opositor político ou jogá-los num gulag é de direita. Cracolândia do pensamento político.