Esses dias tive que ouvir que o Brasil está abaixo de outros países na produção musical. Eles não sabem o que dizem😆
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#tododiaumadicamusical
O @CanalSarria falou de Copa por 40 dias seguidos. Sem superchat nem patrocinador, só no último dia pedimos um pix aos que nos acompanharam. E recebemos 228 abraços. Eu, o @paulo__junior__ e o @gustavofran agradecemos muito, muito. Muito mesmo.
O pix:
🇧🇷 [email protected]
Olha a saia justa que passou o cara indicado para ser embaixador dos EUA no Brasil. Ele foi perguntado no Congresso Americano sobre quem levará mais prejuízos com a taxação de produtos brasileiros, os EUA ou o Brasil?
Mercedes Sosa: a voz que nunca se calou
Hoje, no dia 09 de julho, celebramos o nascimento de Mercedes Sosa, influente cantora argentina, foi uma das vozes representantes do movimento Nueva Canción, que se espalhou pela a América Latina nos anos 1960.
O movimento musical Nueva Canción tinha forte influência de outras culturas, como a africana, cubana e andina. Ficou conhecido por ter um caráter político, que denunciava as mazelas locais e combatia o imperialismo norte-americano.
A trajetória musical de Mercedes começou cedo, aos 15 anos, e logo começou a se destacar no cenário, com aparições nos grandes veículos de comunicação da Argentina e em casas de show pelo país.
Mercedes foi presa e exilada pela Ditadura Militar em 1979, por ser uma militante comunista. Durante o exílio, continuou cantando e denunciando as mazelas sociais e construindo um projeto de liberdade, justiça e igualdade.
Viva a música latino-americana! Viva Mercedes Sosa!
Acabo de ver a entrevista do senador Jaques Wagner. A explicação sobre o dinheiro encontrado em seu imóvel é inconcebível em qualquer hipótese. Ele fala que a maior parte é fruto de diárias pagas em dólar pelo Senado Federal formalmente. Tratar isso como verdade, é conceber a institucionalização do absurdo. Outra ponto chama atenção. Ele fala da relação com Augusto Lima. Esse empresário comprou uma rede pública de supermercados do governo da Bahia e depois o então banco máxima (que se transformou no master) entrou no negócio “pra fazer empréstimos”. Mais uma vez uma privatização iniciando relações injustificáveis. A extrema-direita fará muito barulho com esse caso pra que o dinheiro no armário do líder do PL, os seus governadores metidos nos desvios e os “pedidos” de Flávio Bolsonaro ao seu amigão Vorcaro fiquem esquecidos. Que o senador responda por seus atos e relações. Quem enfrenta a extrema-direita corrupta sem rabo preso não tem motivo pra ficar na defensiva.
Lançarei um livro de crônicas da Copa do Mundo.
A editora Mórula deu a mão a este que vos fala e fôlego ao sonho. Serão crônicas inéditas, passando por personagens, jogos e lembranças de hoje, ontem e anteontem. Contarei a Copa, visitando as Copas, com meus olhos e meu jeito. Te convido a vir comigo.
Esta é uma pré-venda. Ela é importante. O livro será produzido ao longo do Mundial e finalizado nas semanas posteriores. Depois, chega na sua casa, cheiroso e quentinho. Para mim será uma alegria bater na sua caixa de correio.
No comentário abaixo eu deixo o link para você acessar a Mórula e adquirir antecipadamente, e com desconto, o seu exemplar.
Flávio Bolsonaro, aquele da Rachadinha, da Kopenhagen, dos apartamentos de Copacabana e da mansão de Brasília, gosta TANTO de DINHEIRO VIVO, que resolveu pedir pro Trump atacar o Pix.
Belo patriota. Valorizando as tão esquecidas cédulas que homenageiam nossa fauna.
SELVA!
No terceiro programa da temporada 2026 do Fronteiras Invisíveis do Futebol, resumimos a História do Canadá!
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A temporada 2026 do podcast de História que você ama é um oferecimento exclusivo @petlovebrasil!
Lembro de, em uma das noites naqueles anos em que trabalhei com José Trajano, uma vez por semana juntos comentando futebol em podcast e duas ou três vezes por semana produzindo o seu programa de TV na sala de sua própria casa, me perguntar: como é que esse cavalheiro, que viu ao vivo a Copa de 70, ainda tem tanta energia pra se envolver com a sexta rodada do campeonato brasileiro de, sei lá, 2019? Talvez eu não tivesse saco pra tanto goleiro fingindo lesão, tanto juiz egocêntrico, tanto cartão amarelo por comemoração de gol. O Zé fala de futebol e o olho muda. Tive uma camisa do América. Dei a ele, não sei se coube legal. O vermelho lhe cai muito bem.
É curioso observar, nos últimos tempos, a intensificação desse, digamos assim, "conceito": o Zé Trajano fanático pelo Arsenal contrasta com aquele nosso possesso de alma gentil que, por décadas, não parecia se importar tanto assim com o futebol daquela ilha. O negócio dele era a cobertura de um Brasil profundo, de histórias locais, do nosso rame-rame e das pelejas inglórias, sol a pino, jogadores horríveis e nem sempre esforçados, militando pelas divisões intermediárias do futebol carioca. Tudo aquilo que justifica estádios vazios, mas que a gente não larga a mão, porque ama. O Zé achou, muito bem achado, o conceito da coisa, que é um pouco o fio da vida: o futebol é um abraço. E abraço a gente dá, não proíbe.
Abraço de pai e filho, nesse caso. De um pai que vê o filho vivendo em outro país, amando outro clube, e sentindo, ali, a mesma conexão que nós temos quando vemos nossos pais sofrendo por um esporte que nem entendemos ainda. Não é complexo de entender. A história natural, na ampla maioria dos casos, traz os filhos para escolherem torcer pelo mesmo time do pai - muitas vezes nem sequer é uma escolha, já que somos tão crianças na hora de forjar esse encanto, e os pais e mães nem sempre são democráticos. Por qual motivo deveria ser difícil de entender que o pai também pode escolher o time do filho? Se o destino final é o abraço, por quê seria inviável forjar, depois de muita estrada, um afeto tardio em nome de estar com o filho? Meu amigo-irmão Paulo certa vez me disse: "se acabar o futebol, acaba 90% do meu assunto com meu pai". Tenhamos assunto, pois.
É muito bonito que o coração de José Trajano, depois de tanta pancada em transmissões amadoras, tenha vivido, no telão do Estádio dos "Gunners", essa paixão honesta e esperançosa por um clube que é acima de tudo uma outra chance. Bonito também que o Arsenal tenha se acomodado lá dentro como se na Tijuca estivesse. Clubes de futebol são instituições generosas, maleáveis, aceitam eventuais desaforos e sempre abraçam novos adeptos, mesmo aqueles "que vieram de longe". No fim, no rigor máximo, é tudo um pretexto pra gente dividir o tempo com quem ama - afinal, definitivamente, por obviedade matemática, não é um hobby que traz mais alegrias que frustrações. Quem leu Nick Hornby em Febre de Bola sabe bem disso. Hornby conta como, ao redor dos jogos do Arsenal, a sua vida foi tecida. Quem o leu, fez uma espécie de faculdade para torcer por aquele clube, já está habilitado para tal. Um clube especial, por sinal, inclusive na dor.
Mais uma vez escapou o título europeu do Arsenal - talvez seja um traço esquisito do destino do Zé, o futebol lhe deu poucas taças, radicalizando a lição que ele tem pra dar. João e José, filho e pai, assistiram juntos. O pai, tenho certeza, cruzou o oceano para o abraço, mais do que para o jogo, ainda que o jogo tenha sido o pretexto para o abraço. Eu também tenho dois clubes, um pequenininho e um grandalhão, no mesmo coração. Muitos de nós temos. E não, não é legal amar um time que só apanha, que não reage, que nem bravata tem pra soltar. Então a gente delira outros delírios. Vi uma semifinal de Copa do Mundo no sofá do Trajano, França x Bélgica, e também o vi tentando conectar um Youtube na TV pra assistir o Ameriquinha numa jornada vespertina safada pelo estadual. Via, nas duas ocasiões, o mesmo homem que ama futebol e me contagia, no mais nobre jogo e no quase anônimo duelo. Eu amo o amor que o Zé Trajano tem pelo futebol. E contemplo comovido o quanto esse esportezinho danado faz por nossas relações humanas e afetivas.
Viva @ultrajano , viva @j_castelobranco.
Essa semana não teve podcast do Xadrez Verbal, mas teve a segunda parte sobre a História de Portugal no Fronteiras Invisíveis do Futebol, o melhor podcast de História do mundo!
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Mentiu ao vivo e tomou resposta na hora.
Na CNN, desmascarei mais uma fake do deputado Bolsonarista sobre a CPI do Banco Master.
O que eu não assino é palanque para quem faz parte de organização criminosa. Quem faz política baseada em mentira não sustenta o debate.