Saudades de quando o escândalo era lata de leite condensado ou “importunar baleia”.
Agora o presidente mostra o dedo do meio em evento oficial e não vejo indignação na imprensa militante!
Aconteça o que acontecer, existe algo que ninguém consegue impedir: a verdade sempre encontra o seu tempo.
Tentaram calar, tentaram destruir, tentaram interromper uma missão que claramente não pertence apenas a um homem, mas a milhões de brasileiros que ainda acreditam em Deus, liberdade e no futuro dessa Nação.
OPINIÃO IMPOPULAR: muita ansiedade e depressão desaparecem quando as contas estão pagas, o aluguel tá garantido e a geladeira tá cheia. Fingir que dinheiro não afeta a saúde mental é um privilégio.♟️
Michelle Bolsonaro já foi naturalmente elegante. Sim, o verbo está no pretérito. A elegância, nela, era quase uma graça inata, algo que não precisava ser fabricado para as câmeras. Perdeu-a, porém, no dia em que decidiu não saber perdoar. Até as pedras o sabem: carrega no peito uma mágoa desmedida, maior do que a própria fidelidade que se espera de uma esposa. Não a conjugal, essa miudeza de alcova, ou um dever natural, mas a fidelidade maior, a adesão sem fissuras à vontade do marido.
Michelle não se curvou à indicação de Jair Bolsonaro. E isso, num universo onde a lealdade é moeda de troca e quase religião, revelou-se fatal. Uma dama verdadeira não desafia o chefe da casa em praça pública; menos ainda quando o chefe foi presidente da República. Lavou, ademais, roupa suja diante do espelho da nação: gesto que a elegância antiga jamais permitiria. Não vi o vídeo que hoje todos comentam, mas soube do excesso: o “galego” repetido até o fastio, como quem precisa, a cada sílaba, certificar-se de que o mundo inteiro tome nota da intimidade.
Usado com parcimônia, o vocativo podia ter um quê de charme brejeiro, pitada de cumplicidade conjugal exposta com leveza. Repetido como mantra, tornou-se brega, quase patético. Tornou-se o bolo excessivo de cerejas que enjoa à segunda garfada. Publicamente, a ex-primeira-dama deveria ter recorrido à forma que a liturgia do poder exige: “meu marido, o ex-presidente”. A frieza formal, nesses casos, carrega mais dignidade e mais força do que a necessidade histérica de exibir intimidade.
Michelle já foi naturalmente elegante e, por extensão, naturalmente importante. Perdeu ambas as qualidades. Sem elegância, restou-lhe a máscara rígida do passado; sem importância, restou-lhe a raiva miúda, a birrenta impaciência de quem vê o próprio mito escapar-lhe entre os dedos. Curiosamente, só o “galego”, por ora mudecido, rarefeito, recolhido à esfera privada, poderá ainda salvá-la. Mas, tal como as coisas se apresentam, nem mesmo Jair Bolsonaro, com todo o seu magnetismo, conseguirá reverter o sentimento que ela deixou no bolsonarismo: um misto de decepção e repúdio surdo, quase irreversível.
A dama dissolveu-se; sobrou a sombra ressentida. E as sombras, como se sabe, não elegem presidentes.
Passei 12 dias no Brasil e retornei aos Estados Unidos nesta segunda-feira. Fazia sete anos que eu não voltava ao país.
O que mais me chamou a atenção foi o custo de vida. Sempre digo aos meus amigos: não convertam dólar para real. Quem ganha em dólar gasta em dólar; quem ganha em real gasta em real. É assim que se mede o poder de compra de verdade.
No Aeroporto do Galeão, paguei R$ 14 por uma garrafa de água mineral. Achei um absurdo. Em praticamente qualquer aeroporto americano, uma água semelhante custa no máximo US$ 5.
Hoje abasteci meu carro nos EUA e paguei US$ 45 para encher o tanque. Um carro de porte semelhante no Brasil me custou R$ 275 para abastecer.
Sinceramente, o que está acontecendo com o bolso do brasileiro é preocupante. Entre impostos cada vez mais pesados e uma inflação que corrói o poder de compra, a população está pagando uma conta altíssima todos os dias.
O brasileiro trabalha muito, produz muito, mas vê cada vez menos retorno no seu dinheiro. É hora de abrir os olhos e exigir mudanças.
Se Lula ganhar esse ano, o país acabará.
Um menino de cerca de 5 anos, pedalando seu pequeno triciclo na varanda de casa em #SC, com a bandeira do #Brasil tremulando e gritando:
🇧🇷 "Bolsonaro!Bolsonaro!Bolsonaro!" 🇧🇷
Não há marqueteiro, instituto de pesquisa ou comentarista de televisão capaz de fabricar algo assim.
Isso não se compra. Não se contrata. Não se impõe.
É o retrato de uma geração que cresceu vendo seus pais acreditarem que o Brasil pode ser diferente.
Quantas curtidas e RTs esse vídeo merece?
Será que conseguimos fazer essa cena chegar até @jairbolsonaro através de um de seus filhos?
🇧🇷❤️👇