Hayek nunca perdoou Friedmann
Milton Friedman carregou esse peso até o último dia. Não foi um erro qualquer. Foi o erro que ajudou a construir o Estado que ele passaria a combater pelo resto da vida.
Em 1943, em plena Segunda Guerra, o Tesouro americano precisava de dinheiro constante e previsível para financiar o esforço de guerra. Um jovem economista chamado Milton Friedman, trabalhando na divisão de pesquisa tributária, foi um o arquiteto do sistema de retenção na fonte.
A solução parecia genial na época: em vez de esperar o contribuinte pagar o imposto no final do ano ou em parcelas trimestrais, o governo passou a abocanhar sua parte direto no contracheque, antes mesmo que o salário chegasse às mãos do trabalhador.
Antes disso, a tributação tinha rosto. O americano comum sentava à mesa, pegava a caneta e escrevia um cheque real para o governo. Se ganhava 60 mil dólares por ano, via de fato os 75 mil que produzia e entregava 15 mil ao Tesouro em prestações visíveis. Cada aumento de imposto era sentido imediatamente no bolso. A dor era concreta. Os políticos viviam sob pressão constante para justificar cada dólar gasto, porque o eleitor sentia a extração em tempo real.
A retenção na fonte transformou essa perda concreta em uma abstração contábil. O governo virou um coletor de impostos não remunerado. O trabalhador recebe o holerite já “limpo”. O custo da máquina pública desaparece da percepção imediata. Pior: quando chega a hora da declaração e o governo devolve parte do que reteve a mais, milhões de pessoas comemoram o “reembolso” como se fosse um presente de generosidade estatal. Esquecem que é o próprio dinheiro delas, emprestado ao Tesouro sem juros durante o ano inteiro, enquanto o governo já gastou tudo.
Esse mecanismo anestesiou a principal força que, historicamente, limitava o crescimento do Estado: a dor da tributação. Quando o imposto não dói na hora de pagar, o eleitor para de cobrar. Daí florescem as distorções que você vê até hoje: gastos estapafurdios, subsídios bilionários para produzir, salários e privilégios para congressistas que mal aparecem no plenário. Quando a conta não chega de forma palpável, a festa dos gastos continua indefinidamente.
Friedman reconheceu o monstro que ajudara a criar. Em suas memórias, escreveu com sua honestidade habitual:
“Na época, concentrávamo-nos apenas no esforço de guerra. Não nos ocorreu que estávamos desenvolvendo a maquinaria que tornaria possível um governo que eu viria a criticar severamente por ser grande demais, intrusivo demais e destruidor da liberdade.”
E concluiu, com amargura:
“A estrada para o Leviatã está pavimentada de boas intenções.”
Ele passou a defender abertamente o fim da retenção na fonte em tempos de paz. Queria que os cidadãos sentissem o peso real dos impostos para que pudessem exercer controle efetivo sobre os gastos públicos. Queria que o custo da política voltasse a ser visível.
Foi exatamente isso que Hayek nunca perdoou.
Para o autor de O Caminho da Servidão, não existia justificativa, nem mesmo a guerra, para criar um mecanismo que tornasse o custo da coerção estatal invisível ao cidadão. Hayek entendia que a liberdade não sobrevive quando o Estado consegue extrair recursos sem que o contribuinte sinta a extração. A retenção na fonte não era apenas uma ferramenta técnica eficiente. Era a institucionalização da cegueira fiscal: o truque perfeito para que o governo cresça sem que ninguém sinta o corte.
Hoje o sistema está tão naturalizado que parece eterno. Mas a verdade permanece incômoda: enquanto o contribuinte não sentir na pele o que o Estado tira dele, a accountability vira ficção. Os políticos continuam gastando o que os eleitores não sentem que estão pagando. E o Leviatã segue crescendo, alimentado por uma anestesia que um dia foi vendida como medida temporária de guerra.
Friedman admitiu o erro. Hayek teve a lucidez de não perdoar. Resta saber se nós vamos continuar fingindo que o crime perfeito nunca aconteceu.
Wenn Regierungen und ihre IPCC-NASA-Apparate historische Daten einfach umschreiben, um eine ‚Krise‘ zu erzeugen, dann ist das kein Wissenschaftsfehler – das ist zentralistische Machtpolitik.
Klimahysterie ist ein Vorwand für Enteignung, Verbote, Subventionen und Kontrolle. Setzen wir lieber auf Innovation, Eigentumsrechte und freie Märkte – nicht auf gefälschte Kurven und grüne Planwirtschaft. Der Planet überlebt, unsere Freiheit nicht, wenn wir das mitmachen.
#Klimaschwindel #Klimasozialismus #MisesstattMarx
An old man is selling watermelons by the side of the road.
His sign reads:
1 for $3
3 for $10
A young man stops and buys one watermelon.
“That’ll be $3,” says the old man.
The young man then buys a second watermelon. And then a third.
After paying another $3 each time, the young man picks up his watermelons and starts to walk away.
Then he turns back, grinning proudly.
“Hey old man,” he says, “you realize I just bought three watermelons for $9 instead of $10? Maybe business isn’t your thing.”
The old man smiles and shakes his head.
“Funny… every time somebody comes by, they buy three watermelons instead of one… and then try to teach me business.”
Schon 1934 wartete man auf den Putsch der Hitler beseitigen sollte, und dies nicht nur in Frankreich. Der "friedliebend-demokratische, den Volkswillen seines Nachbarn respektierende" französische Minister Andre Tardieu wußte jedenfalls schon damals seinen Botschafter in Berlin , FrancoisPoncet, mit überlegener Gestik zu belehren:
"Sie vergeuden Ihre Zeit! Das Übereinkommen, das Sie beßrworten, wird nicht abgeschlossen. Niemals werden wir es unterzeichnen. Hitler wird nicht mehr lange am Ruder bleiben. Sein Schicksal ist besiegelt. Ein Übereinkommen mit ihm würde seine Stellung festigen. Wenn der Krieg ausbricht, vergeht keine Woche, bis er abgesetzt und durch den Kronprinzen ersetzt ist. "
Damit waren erneute deutsche Abrüstungsvorschläge vom Tisch gewischt.
Der polnische Vizekriegsminister Gluchowsky am 27. März 1939:
"Die deutsche Wehrmacht sei ein großer Bluff, denn Deutschland fehlen die ausgebildeten Reserven, um seine Einheiten aufzufüllen. "
Auf die Frage, ob er glaube, daß Polen im Ernst Deutschland überlegen sei, antwortete Gluchowsky: "Aber selbstverständlich! "
Der polnische Kriegsminister Kasprcycki am 17. Mai 1939 in Paris zu französischen Generalstabsoffizieren und dem Kriegsminister Gamelin:
"Wir haben keine (Grenzbefestigungen), denn wir beabsichtigen einen Bewegungskrieg zu führen und vom Beginn der Operationen an in Deutschland einzumarschieren."
Der polnische Botschafter in Paris, Lukasiewicz, äußerte am 15.8.1939 zum französischen Außenminister Bonnet im gleichen Optimismus:
"Es wird die polnische Armee sein, die am ersten Kriegstage in Deutschland einfallen wird. "
Ihre Freunde hatten sie mit den Putschnachrichten aus dem geheimen deutschen Widerstand versorgt und offensichtlich noch etliches "dazugemischt".
Der Chef des französischen Generalstabs, General Maurice Gamelin, erklärte im August 1939 dem franz. Militärhistoriker Benoist-Mechin, der dieses Gespräch in einer unveröffentlichten Studie "La Cuisine Au Beurre" - "Durch Verrat butterweich" festgehalten hat:
"Ob die Wehrmacht über 20, über 100 oder über 200 Divisionen verfügt, ist gleichgültig, denn wenn wir Hitler den Krieg erklären, so werde ich voraussichtlich niemals etwas mit der deutschen Armee zu tun haben.
Am Tage unserer Kriegserklärung an Deutschland wird Hitler gestürzt! In Berlin werden Unruhen ausbrechen. Statt die Reichsgrenzen zu verteidigen, wird die deutsche Armee in die Hauptstadt zurückfluten, um dort die Ordnung wiederherzustellen. Die in den Westfestungen stationierten Truppen werden wenig Widerstand leisten. Dann werden wir in Deutschland so leicht und so schnell eindringen, wie ein Messer Butter durchschneidet.
Außerdem sei es gleichgültig, ob Frankreich eine Panzerarmee habe oder nicht. Denn die Ereignisse werden nach einem ganz anderen Plan verlaufen. Beim ersten Kanonenschuß wird das Hitlerregime zusammenbrechen, und wir werden in Deutschland eindringen, wie in Butter, ja, wie in Butter!"
1937 hatten die Bolschewisten den deutschen Botschaftsrat Dolf v. Scheliha in Warschau angeworben, der die Polen im Sinne Stalin'scher Wünsche gegen Deutschland, sein eigenes Volk, dadurch aufputschte, sie in ihrem Größenwahn gegen den westlichen Nachbarn zu bestärken und von der sowjetischen Gefahr abzulenken. So spielte er den polnischen Militärs Angaben über die schlechte Ausrüstung der Wehrmacht ("Panzerattrappen aus Holz"), ihre mangelhafte Bewaffnung und fehlende Reserven, die Brüchigkeit des gesamten Systems usw. zu, so daß sie schließlich des Glaubens waren, in 7 Tagen bis nach Berlin durchmarschieren und später noch in der Schlacht bei Kutno ihre Kavallerie gegen die deutschen Panzerverbände anrennen lassen zu können.
Der britische Botschafter in Berlin, Henderson, bestätigte Hermann Göring:
Lipski (poln. Botschafter) hat mich direkt angeschrien und gesagt: ''Ich denke nicht daran, für den Frieden zu sprechen. Wenn der Krieg kommt, ist in Deutschland in drei Tagen die Revolution, und Polen kann einmarschieren."
Principio de Peter
En las oficinas impersonales de la educación norteamericana de los años 70, un educador canadiense llamado Laurence J. Peter observaba con ironía clínica cómo las jerarquías devoraban talento. Vio ascensos sistemáticos: el maestro excelente se convertía en director mediocre, el director competente en burócrata torpe, el burócrata en funcionario desastroso. De esa observación surgió el Principio de Peter, publicado en 1969: «en una jerarquía, todo empleado tiende a ascender hasta su nivel de incompetencia». La promoción se basa en el éxito previo, no en la aptitud para el nuevo puesto. El resultado es que las organizaciones terminan llenas de personas que ya no dominan lo que hacen, pero que ya no pueden ser bajadas de categoría sin romper el sistema.
La incompetencia no es un accidente; es el destino natural de toda estructura jerárquica que premia lealtad y resultados pasados en lugar de competencia actual. Peter lo ilustró con ejemplos mordaces: el ingeniero brillante que diseña puentes perfectos pero como gerente de proyecto genera caos presupuestario; el cirujano hábil que termina administrando un hospital y lo lleva a la ruina financiera. El principio no predice que todos sean ineptos, sino que cada uno alcanzará, tarde o temprano, el escalón donde su contribución neta sea nula o muy negativa.
Este mecanismo, aparentemente neutro, se vuelve letal cuando se aplica a los experimentos colectivistas. Las burocracias socialistas e infladas de izquierda son fábricas de Peter a escala industrial. Los «cuadros del Partido» no ascienden por mérito técnico, sino por lealtad ideológica, por repetir consignas con fervor y por no cuestionar jamás la línea oficial. El Gosplan soviético estaba repleto de estos zombis competenciales: economistas que jamás habían gestionado ni un puesto de viandas y vegetales dirigiendo la planificación de toda una nación. Los ministerios venezolanos bajo Chávez y Maduro repitieron la misma tragicomedia: militantes del PSUV colocados en cargos petroleros, agrícolas y sanitarios sin la menor idea de cómo extraer, sembrar o vacunar. El resultado fue previsible. Colapso de producción, hambre planificada y excusas eternas sobre algún «sabotaje imperialista».
En Occidente, las administraciones «progresistas» también han perfeccionado la variante DEI del Principio de Peter. Se promueve a oficiales de diversidad, equidad e inclusión no por capacidad gerencial, sino por su fervor en la causa identitaria. Universidades que antes producían conocimiento ahora producen informes sobre «microagresiones». Ejércitos que antes ganaban guerras ahora pierden ante la obesidad y el adoctrinamiento. Empresas que antes innovaban ahora dedican recursos a talleres de privilegio blanco. La incompetencia se acumula porque no existe mecanismo corrector: ni quiebra de mercado, ni despido fácil, ni competencia real.
Mientras tanto, el capitalismo de mercado actúa como un implacable podador de Peters. El empresario incompetente quiebra rápido; el directivo torpe es reemplazado o la empresa pierde sus cuotas. La propiedad privada y la competencia crean un feedbackbrutal pero eficiente: o produces valor o desapareces. No hay gulag para sostener al inepto; hay bancarrota que libera recursos para quien sí sabe.
Los ingenieros sociales de izquierda, eternos soñadores de paraísos planificados, responden al desastre que ellos mismos generan exigiendo más jerarquía, másEstado, más cargos para sus fieles. Cuando la máquina se atasca de incompetentes, la solución nunca es reducir el tamaño del monstruo; es inyectarle más militantes y más presupuesto. El ciclo es inexorable. Lealtad por encima de competencia, fracaso por encima de corrección, excusas por encima de realidad. Y al final, como siempre, la factura la pagan los de abajo, mientras los Peter rojos siguen ascendiendo, con sonrisas beatíficas, hacia su próximo nivel de catástrofe.
Weder der Partei "Die Linke" noch einem der Kommentatoren fällt auf, dass dieses Bild keine Bücherverbrennung im Jahre 1933 zeigt, sondern eine Bücherverbrennung im Juni 1955 in Ost-Berlin. Damals regierte dort die SED, die sich zuerst in PDS und dann in "Die Linke" umbenannte.
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Segunda Ley de la Termodinámica
En un laboratorio austero de finales del siglo XIX, un físico austriaco llamado Ludwig Boltzmann observaba con fascinación y melancolía cómo el universo parecía tener una dirección irrevocable. Las tazas de té se enfriaban, los aromas se dispersaban, los relojes se paraban. El orden siempre se deshacía. Jamás al revés. De aquellas observaciones surgió la Segunda Ley de la Termodinámica: en un sistema cerrado, la entropía, o la medida del desorden, de la aleatoriedad, de la energía inutilizable, tiende a aumentar de forma inexorable. El orden no es el estado natural; es una conquista frágil que exige energía constante y estructuras complejas para mantenerse.
Un cristal puede romperse en mil pedazos; los pedazos jamás se reordenan solos en un cristal. Un huevo se rompe y se derrama; nunca vuelve a su forma perfecta. Para combatir esta tendencia universal se necesita un flujo constante de energía externa y mecanismos sofisticados de organización. Sin ellos, todo sistema tiende al equilibrio térmico, al caos molecular, a la máxima entropía.
Esta ley física, una de las más irrefutables de la ciencia, no se detiene en los laboratorios. Se manifiesta también en las sociedades humanas, que no son más que sistemas complejos de millones de individuos con sus propios incentivos, información y deseos.
A lo largo del siglo XX, los regímenes socialistas planificados intentaron desafiar esta ley con arrogancia prometeica. Creyeron que un puñado de planificadores centrales podía imponer orden perfecto sobre economías inmensamente complejas por medio de decretos, cuotas y planes quinquenales. Diseñaron un gran sistema cerrado: el Estado lo controlaba todo, desde los precios hasta los destinos individuales.
Pero la entropía humana, el impulso natural de cada persona a minimizar el esfuerzo propio y maximizar el beneficio personal cuando los incentivos están distorsionados, comenzó a crecer de inmediato. La información se dispersaba, los incentivos se corrompían, la coordinación se volvía imposible. Para combatir ese desorden creciente, los planificadores necesitaron inyectar cada vez más «energía externa»:
- propaganda masiva
- policía secreta
- campos de concentración
- gulags
- Stasi
- vigilancia total.
La represión no era un accidente; era el precio termodinámico de mantener un orden antinatural. Sin ella, el sistema volvía rápidamente al caos.
El colapso de la URSS en 1991 fue un ejemplo clásico de aumento brutal de entropía. Cuando la coerción falló, el orden impuesto se desintegró en hiperinflación, escasez generalizada, mafias, corrupción y desindustrialización. Venezuela repitió el experimento décadas después con resultados aún más visibles: de país rico en petróleo a nación donde la gente rebusca comida en la basura. El sistema cerrado se había saturado de desorden.
En contraste, el capitalismo de mercado funciona como un sistema abierto termodinámicamente eficiente. No intenta imponer orden desde arriba. En su lugar, utiliza precios, competencia y propiedad privada como mecanismos disipativos de información y energía. Los precios actúan como señales que canalizan recursos hacia donde más se necesitan. La competencia castiga el error y premia la coordinación. El fracaso empresarial es entropía localizada que se disipa rápidamente, permitiendo que nuevos experimentos surjan. No se necesita un gulag para que la gente trabaje: el beneficio propio, alineado con el servicio al prójimo a través del intercambio voluntario, genera orden espontáneo.
La izquierda cultural contemporánea repite el mismo error termodinámico en otro plano. Intenta imponer por decreto un «orden social justo», equidad de resultados, diversidad obligada, lenguaje purificado, pensamiento correcto, sobre sociedades complejas. Cuando la entropía natural de las diferencias humanas, las preferencias individuales y los incentivos reaparece, responde con más coerción:
- cultura de la cancelación
- vigilancia digital
- adoctrinamiento en las escuelas
- leyes de odio.
Nuevamente, represión creciente para combatir el desorden que ellas mismas generan.
La Segunda Ley no es cruel; es indiferente. Simplemente nos recuerda una verdad incómoda: el orden social valioso no se decreta, se cultiva. Requiere sistemas abiertos que disipen la entropía de forma continua y local, en lugar de acumularla hasta el colapso. Los experimentos que ignoran esta ley terminan siempre igual. Primero con promesas de paraíso planificado, luego con cárceles para mantener la ilusión, y finalmente con ruinas humeantes cuando la energía de la coerción se agota.
I recently started a podcast series with tourist information about the Eifel region. If you happen to be in the area, you might find it interesting.
https://t.co/HHplTxEYXK
Zuerst wird die Ausreise meldepflichtig gemacht, dann wird sie genehmigungspflichtig, schließlich wird sie verweigert. Der nächste Schritt ist die offene Verfügung über das Leben der jungen Männer im Namen des „Gemeinwohls“ oder der „Verteidigung“.
Politiker neigen dazu, Individuen als Ressource zu betrachtet – Steuerzahler heute, Kanonenfutter morgen.
Wer heute noch glaubt, das Konstrukt Staat diene dem Frieden, sollte sich erinnern: Die größten Massengräber der Geschichte wurden nicht von Privatleuten, sondern von Staaten angelegt, die über das Monopol der "legitimen Gewalt" verfügten – und über genügend junge Männer, die sie dorthin schicken konnten.
Die Freiheit stirbt nicht mit einem Knall, sondern mit Formularen, Genehmigungen und dem leisen Satz: ‚Im Ernstfall müssen wir wissen, wo Sie sind.‘