@sofiafonsoferre@nestrangeiro_pt Deve ser uma de muitas. Gostava era que houvesse investigação a gabinetes de advogados e afins. É só seguir o rasto dos documentos
🇵🇹 | Portugal acaba de afirmar que não irá considerar as organizações criminosas brasileiras PCC e CV como organizações terroristas.
Portugal está a compactuar com o crime organizado.
Arroios e o apoio a terroristas do Hezbollah ( sim, não é uma figura de estilo )
1. No dia 1 de Junho, a Biblioteca de São Lázaro, irá inaugurar a sala Hind Rajab, menina palestina morta na guerra de Gaza. A coligação entre o PS e a extrema esquerda conta para evento com a activista Palestiniana do BE, Shahd Wadi, que saudou o 7.10 como um “acto de resistência apoiado por todos os palestinianos”.
( ver primeiro comentário )
2. Mas quem é a Fundação Hind Rajab ?
O fundador e diretor da HRF, Dyab Abou Jahjah, é um ativista libanês-belga com um passado documentado de militância no Hezbollah. Críticos destacam declarações públicas antigas onde Abou Jahjah expressou apoio a grupos armados e elogiou ataques contra alvos ocidentais.
A fundação colabora ativamente e submete queixas conjuntas com organizações como o Centro Palestiniano para os Direitos Humanos (PCHR). O PCHR enfrenta restrições e sanções por parte do Departamento de Estado dos EUA devido a alegadas ligações e apoio material a fações armadas em Gaza.
3. A Junta de Freguesia de Arroios aproveitando um drama , a morte de qualquer criança é uma tragédia, associa-se assim de forma clara a apologistas de terrorismo e, mais do que apologistas, a apoiantes expressos de terrorismo.
4. Para a Junta de Freguesia de Arroios as crianças não valem todas o mesmo . Se for palestiana tem direito a uma sala evocativa, se tiver o apelido Bibas ( como Ariel de 4 anos e Kfir de 9 meses ) e ter sido estrangulado até à imprudência dm frente à mãe nas masmorras de Gaza, é sub-humana.
Isto é abominável.
VII.
Como é que uma pequena loja com um polvo de empresas-fantasma na Rua do Benformoso no pátio do Bloco de Esquerda conseguiu legalizar milhares de imigrantes?
É preciso recuar uns anos para perceber como é que isto tudo foi possível acontecer, quem foram os intervenientes e seguir o rasto do dinheiro.
No texto anterior falei das duas juntas de freguesia, Arroios e Santa Maria Maior, que estão no epicentro do negócio de legalização de imigrantes e que em conjunto passaram mais de 40 mil atestados de residência.
Longe vão os tempos em que o país consternado descobria que os habitantes no Rossio não chegavam a uma dezena. Estávamos em 2005, e segundo dados da Câmara Municipal de Lisboa, a antiga freguesia de Santa Justa, hoje freguesia de Santa Maria Maior, era a segunda que mais habitantes perdeu entre 1991 e 2001, com uma redução de 39,2 por cento. O centro de Lisboa tinha muitos problemas mas falta de habitação não era certamente um deles.
A freguesia de Santa Maria Maior resulta da junção de várias freguesias numa área de 3,01 km2 que inclui cinco bairros históricos da cidade: Alfama, Baixa, Castelo, Chiado e Mouraria. Em 2021, tinha uma população residente de 10.051 habitantes (homens 5.623 / mulheres 4.428).
A freguesia de Arroios, numa área de 2,13 km2, tinha 33.302 residentes (homens 16.372 / mulheres 16.930).
Em Arroios, sob a presidência de Margarida Martins (PS), no ano de 2019 chegaram a emitir 10.000 atestados de residência em 10 meses, o que dá uma média de um atestado emitido a cada nove minutos. Em 2023, já eram contabilizados 20 mil imigrantes ilegais na freguesia.
Mas até agora o caso mais grave é a de Santa Maria Maior, presidida por Miguel Coelho (PS), onde pelo menos 29.453 atestados foram passados o que faz com que a população ‘residente’ tenha aumentado de 10 mil para 40 mil habitantes.
Em 2020, o custo para a emissão de um atestado de residência era de €5 (+300% com taxa urgência, emissão em 8h). Se calcularmos por esse valor, os 30.000 atestados renderam à junta no mínimo €150.000. Como é que é possível um valor desta natureza passar despercebido nas contas da junta pela oposição?
Vamos começar a chamar os bois pelos nomes. Estas é a oposição na junta:
Partido Social Democrata (PPD/PSD) – Sandra Regina Campos
Partido Comunista Português (PCP) – Maria de Lurdes Pinheiro
Partido Ecologista Os Verdes (PEV) – Hugo Ferreira Duarte
Bloco de Esquerda (BE) – Catarina Bendito de Medeiros
Independente / Não inscrito – Jorge Madrugo Garcia
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