Os integrantes dos partidos políticos da direita ficaram assistindo, do camarote, os tiranos do$TF consolidar a corrupção, a roubalheira e a injustiça. Em última análise, a voz é do povo que os colocaram lá.
⬆️Quem se lembra disso??? Há uns anos, Mariana Godoy (ex-Globo) foi à Suiça entrevistar o ex-delegado da Polícia Federal e deputado federal Protogenes Queiroz para saber o porquê ele fugiu do Brasil. Motivo: Ele foi investigar as urnas eletrônicas e acabou descobrindo que o PT nunca venceu uma eleição às claras no Brasil. Ele teve que abandonar tudo e fugir para Suiça devido à ameaças de morte. Não adiantou o TSE apagar o vídeo. Foi resgatado e será repassado aos milhões! Basta cada um de nós repassá-lo ao máximo! *CLARO COMO ÁGUA CRISTALINA!* 👏👏👏
Reflitam:
O Brasil oferece isenções fiscais, crédito subsidiado e diversos incentivos para atrair multinacionais. A promessa é geração de empregos, desenvolvimento industrial e transferência de tecnologia.
Mas qual é a contrapartida real?
Grande parte do lucro dessas empresas pode ser remetida para o exterior. Ou seja: parte relevante da riqueza produzida aqui acaba fortalecendo a economia da matriz estrangeira, não a brasileira.
E isso não aconteceu por acaso. Esse modelo parte principalmente da cabeça dos liberais do IPES / Consultec, como Roberto Campos, Otávio Bulhões e outros integrantes da corrente que ficou conhecida como “entreguista”.
A lógica era simples: abrir o país ao capital estrangeiro, oferecer garantias amplas às multinacionais e flexibilizar mecanismos de remessa de lucros como forma de atrair investimento externo.
O argumento tradicional sempre foi:
“ao menos ficam os empregos, a cadeia produtiva e o conhecimento técnico”.
Só que agora surgem denúncias de importação de mão de obra chinesa para fábricas instaladas no Brasil. Se até os empregos industriais começam a ser externalizados, então o país corre o risco de assumir apenas os custos:
- isenções fiscais;
- infraestrutura;
- mercado consumidor;
- pressão ambiental;
- dependência tecnológica.
Enquanto os ganhos estratégicos permanecem concentrados fora.
O problema não é existir investimento estrangeiro. Toda economia moderna utiliza capital externo.
O problema é quando o país abre mão de arrecadação, proteção industrial e poder de negociação sem exigir contrapartidas proporcionais em:
- transferência tecnológica;
- conteúdo nacional;
- qualificação da mão de obra brasileira;
- reinvestimento produtivo local.
Sem isso, corremos o risco de aprofundar uma lógica histórica já conhecida: uma espécie de relação Metrópole–Colônia 2.0, em que o Brasil entra com território, mercado consumidor, recursos e incentivos públicos, enquanto o centro decisório, a tecnologia e a acumulação do capital permanecem no exterior.
Entenderam o uso do termo "entreguismo"?