Após agredir entregador, Renata Vieira não será mais candidata pelo PL. Eu não esperava outra postura do meu partido. A direita jamais irá compactuar com mulheres que mentem e denunciam falsamente.
Se f₩d€₩....
@TumultoBR Mas que sujeito sem caráter, primeiro defendeu uma barbaridade, não satisfeito, vem dizer que não disse o que está gravado em video.
Isso é um verme.
Na nota contra as tarifas o governo se gaba da "Lista Suja" do trabalho escravo. Esqueceram só do detalhe da BYD, que entrou e saiu da lista enquanto o ministro demitia quem cumpriu a lei. Combate à escravidão para inglês ver. Ou melhor: para americano ver.
Michelle Bolsonaro declarou hoje, na Convenção Nacional do PL, seu apoio oficial à candidatura de Flavio Bolsonaro à presidência.
Javier Milei, presidente da Argentina, e Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, também estiveram presentes.
Por não poder se deslocar até São Paulo e deixar os cuidados a Jair Bolsonaro, Michelle se manifestou em vídeo.
Isso encerra definitivamente um capítulo de dúvidas e questionamentos a respeito da união comum dos verdadeiros interessados em construir um novo Brasil a partir de 2027, longe do lulismo.
Aos chihuauhas, só resta rosnar em silêncio e ruminar sobre 'olhos frios e duvidosos', 'não confio nela', ou 'nem sabe ler o teleprompter.'
A adesão de Michelle, que traz consigo uma enorme quantidade de apoiadoras e evangélicos deve dar novo e decisivo impulso à campanha de FBolsonaro.
Eventuais dúvidas já não existem.
Jair Bolsonaro, Michelle Bolsonaro e Carlos formam agora um bloco sólido com um único foco e objetivo, que será o dos brasileiros de bem:
Eleger Flavio Bolsonaro presidente do país.
Agora é oficial! A Negona de vocês é pré-candidata a deputada federal pelo meu amado Rio de Janeiro.
Venho para representar os valores em que acreditamos e ombrear, ao lado de tantos brasileiros, essa luta iniciada pelo meu líder e presidente Jair Bolsonaro.
A discussão sobre o sistema eleitoral brasileiro está sendo conduzida pela pergunta errada.
O procurador do Estado de Mato Grosso do Sul Felipe Gimenez defende que o verdadeiro debate não deveria ser simplesmente sobre a existência ou não de fraude, mas sobre um conceito muito mais profundo - a auditabilidade do voto.
Segundo Felipe, sem um registro independente que permita confrontar a vontade originalmente manifestada pelo eleitor com o resultado contabilizado, a discussão sobre fraude se torna praticamente insolúvel do ponto de vista lógico e jurídico.
Felipe também explica por que comparar o Brasil com a Venezuela exige cuidado. O regime de Nicolás Maduro é amplamente questionado internacionalmente pela falta de transparência e pelas violações ao processo democrático. No entanto, sob o aspecto estritamente técnico, existe um mecanismo de auditoria material do voto que permitiu à oposição reunir milhares de atas eleitorais para contestar os resultados oficiais divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral.
O ponto central, portanto, não é afirmar que o sistema venezuelano seja mais democrático, mas discutir quais mecanismos tornam uma eleição efetivamente auditável.
O mais grave é que o Brasil sequer consegue discutir esse tema com a profundidade que ele exige. Falar de urnas virou crime; questionar a auditabilidade passou a ser tratado como ameaça a “democracia”. Em vez de responder com transparência, o Estado intimida, censura e criminaliza o debate.
Sem escrutínio público, não há confiança. Como resume o Dr. Felipe Gimenez: “Estamos 30 anos atrasados.”