Pelotas e região agora conta com advocacia especializada em DIREITO MÉDICO.
Na defesa dos PROFISSIONAIS DA SAÚDE, oferecendo serviços jurídicos qualificados tanto na prevenção de riscos, como na defesa nas esferas ética, administrativa e judicial.
Muitos jornalistas - fiquem à vontade para usar aspas - assumiram o papel de torcida de ditadores. Nunca existiu ditadura sem uma imprensa disposta a servir de capacho. Chegou a hora da colheita. “Entenda como isso pode ser bom”.
FESTEJO MUNDIAL
Dada la inquietud sobre los festejos por el logro alcanzado por la Selección Argentina, comunico a la población que, en función de lo que decidan los Jugadores y el Cuerpo Técnico respecto al día para celebrar, el mismo será declararado feriado nacional.
Mensalão, Petrolão, sanguessugas, dólares na cueca, INSS... Desde 2002, houve pelo menos um escândalo por ano no Brasil. E o PT estava envolvido em todos.
O estado do Ceará está gastando dezenas de milhares de reais para enviar 3 promotores para asisstir a Copa do Mundo.
A justificativa: “a agenda possui caráter institucional e técnico, voltada ao acompanhamento de protocolos de segurança, gestão de multidões, prevenção de conflitos e articulação entre órgãos de segurança e entidades responsáveis pela organização dos eventos esportivos internacionais”.
Parece piada. E é!
Mas o inimigo do povo é sempre o empresário, cujo único crime é gerar empregos e pagar impostos...
Je vais partir du principe que tu es de bonne foi, parce que ton raisonnement est intuitif et que 90% des gens le partagent. Mais il repose sur trois erreurs factuelles, et ça vaut le coup de les regarder calmement.
Erreur 1 : la fortune d'Elon n'est pas un tas d'argent. C'est de la propriété d'usines, de fusées et de satellites. "Prendre la moitié de sa tune", concrètement, ça veut dire forcer la vente de la moitié de SpaceX et Tesla. L'argent ne sort pas d'un coffre, il sort des entreprises elles-mêmes, qui passent sous contrôle de fonds étrangers ou d'États. Tu ne redistribues pas du cash, tu démantèles un outil de production. C'est la différence entre récolter des pommes et découper le pommier.
Erreur 2 : "ça résout énormément de problèmes dans le monde". Cette expérience a déjà été tentée, en vrai. En 2021, le directeur du Programme Alimentaire Mondial de l'ONU a affirmé que 6 milliards de Musk pouvaient "résoudre la faim dans le monde". Réponse d'Elon : décrivez-moi exactement comment, comptabilité publique à l'appui, et je vends mes actions Tesla immédiatement. Le PAM a publié son plan. Verdict : ce n'était pas "résoudre la faim", c'était nourrir 42 millions de personnes pendant un an. Un an. Puis il faut re-payer, pour toujours. Le PAM avait d'ailleurs levé 8,4 milliards l'année précédente, et la faim était toujours là. Les ONG traitent les symptômes en boucle, jamais les causes, parce que leur financement dépend de l'existence du problème.
Erreur 3, la plus importante : tu cherches ce qui sort vraiment les gens de la pauvreté. Bonne nouvelle, on a la réponse, et elle est massive. En 1990, 36% de l'humanité vivait dans l'extrême pauvreté. Aujourd'hui, moins de 9%. Plus d'un milliard de personnes sorties de la misère en 30 ans. Par quoi ? Pas par la charité ni par l'aide internationale (plus de 1 000 milliards versés à l'Afrique en 60 ans pour un résultat à peu près nul). Par l'ouverture des marchés, l'industrialisation, le commerce. La Chine seule a sorti 800 millions de personnes de la pauvreté en abandonnant le collectivisme, pas en taxant ses entrepreneurs.
Donc fais le calcul complet. Option A : tu confisques 500 milliards, tu finances quelques années de programmes, l'argent est consommé, et tu as détruit la machine qui produisait les fusées, les voitures électriques et l'internet des zones rurales. Option B : tu laisses le meilleur allocateur de capital de sa génération réinvestir 100% de sa fortune dans des industries qui baissent les coûts pour tout le monde et emploient des centaines de milliers de personnes. L'option A soulage ta morale pendant 18 mois. L'option B sort des populations entières de la pauvreté pour toujours.
La pauvreté ne se redistribue pas. Elle se résout par la création. C'est contre-intuitif, c'est frustrant, mais c'est ce que disent 200 ans de données.
Henry Borel não teve chance nenhuma. Sua história nos ensina algo sobre os limites da maldade humana. Perdoar um crime como este é um convite a mais violência. E isto não poderíamos aceitar. Meu artigo no @estadao: https://t.co/uhhHTqqrh9
Há momentos na história em que uma frase revela mais do que mil páginas de propaganda.
Em Davos 2026, Yuval Noah Harari praticamente admitiu aquilo que muitos ainda se recusam a enxergar: a Inteligência Artificial não está sendo apresentada apenas como uma ferramenta. Está sendo apresentada como uma nova entidade capaz de substituir funções humanas, ocupar espaços sociais, influenciar culturas, moldar religiões, controlar mercados e, eventualmente, receber reconhecimento jurídico.
Perceba a mudança de linguagem.
Não se fala mais em programas.
Não se fala mais em softwares.
Não se fala mais em máquinas.
Fala-se em "agentes".
Fala-se em "imigrantes digitais".
Fala-se em inteligências que poderão administrar empresas, movimentar contas bancárias, criar religiões, participar da política e exercer influência sobre bilhões de pessoas.
A pergunta feita em Davos não foi tecnológica.
Foi civilizacional.
O que acontece quando os seres humanos deixam de ser os principais produtores de conhecimento, informação e narrativa?
Quem controla as palavras controla a percepção.
Quem controla a percepção controla a realidade.
E quem controla a realidade controla sociedades inteiras.
Durante séculos, governos disputaram territórios.
Depois passaram a disputar petróleo, comércio e recursos naturais.
Agora a disputa é pelo controle da inteligência.
Pela capacidade de influenciar pensamentos antes mesmo que eles surjam.
O mais curioso é que tudo isso está sendo apresentado como inevitável.
Como se a humanidade estivesse diante de um fenômeno natural.
Como se ninguém estivesse tomando decisões.
Como se não existissem corporações bilionárias, centros de dados gigantescos, governos, investidores e organizações globais financiando essa transformação.
A pergunta que ninguém faz é simples:
Se a IA passar a produzir a maior parte das informações que consumimos, quem programará os valores que estarão dentro dessas informações?
Quem definirá o que é verdade?
Quem definirá o que é discurso aceitável?
Quem definirá o que pode ou não ser dito?
Porque, no final das contas, não estamos falando apenas de tecnologia.
Estamos falando de poder.
Poder sobre informação.
Poder sobre cultura.
Poder sobre educação.
Poder sobre religião.
Poder sobre economia.
Poder sobre a própria definição do que significa ser humano.
A Revolução Industrial substituiu músculos.
A Revolução Digital substituiu tarefas.
A Revolução da IA ameaça substituir a própria capacidade humana de interpretar o mundo.
E quando uma civilização entrega sua capacidade de pensar para sistemas que ela não controla, ela não está avançando.
Ela está terceirizando a própria liberdade.
A verdadeira pergunta não é se a IA será poderosa.
A verdadeira pergunta é:
Quem será poderoso através dela?