A ELEIÇÃO MAIS IMPORTANTE DAS NOSSAS VIDAS EXIGE CORAGEM E PREPARO!
Sou o candidato mais jovem ao Senado, mas carrego a firmeza e a experiência de quem construiu sua trajetória com muito trabalho. De entregador de jornais em Dois Irmãos até ser reconhecido como o melhor parlamentar do Brasil, sempre fui movido pelo estudo, pela dedicação e pela busca de resultados práticos na defesa das nossas liberdades.
Agora, coloco toda essa bagagem à disposição do povo gaúcho.
É no Senado da República que vamos frear os abusos e mudar de verdade os rumos do nosso país.
Defender o Rio Grande e mudar o Brasil!
No dia 4 de outubro, é Marcel 300!
A divulgação dos diários do bandido Fauci revelou o que os médicos linha de frente na pandemia já alertavam.
Todas as medidas propostas por Fauci apenas acentuaram os riscos da pandemia, ao passo que o tratamento precoce com medicamentos conhecidos há décadas e baratos era estaticamente eficaz.
Fauci foi o mentor mundial da fraude.
Escondeu que o órgão por ele presidido financiou as pesquisas do laboratório de Wuham que tinham por objetivo ganho de função do vírus.
Inventou, mentiu sobre a origem em animal silvestre do vírus.
Fantoche e lobista das bigpharmas, comandou a campanha de mentiras e desinformação, com apoio criminoso da imprensa mainstream no mundo todo, e agentes públicos “progressistas” que viram a pandemia como balão de ensaio para controle totalitário da população.
Fauci é reincidente em falcatruas e induzimento de mortes em massa.
No inicio da epidemia da AIDS, Fauci ja comandava a agencia de saúde, e embora soubesse que os principais veículos de contágio eram drogas injetáveis e relações sexuais com micro sangramentos, escondeu os fatos para não estigmatizar o segmento da população mais sujeito a contágio.
Milhões de mortes têm as digitais de Fauci, da imprensa militante, de autoridades comprometidas com a agenda totalitária.
Quando a correlação de forças mudar, é fundamental instalar um tribunal padrão Nuremberg para reaponsabilizar cada vigarista que participou do esforço coletivo pela alteração intencional da verdade.
Segundo dados públicos da própria Meta, empresa proprietária do Facebook e Instagram, o “Governo do Brasil” gastou R$ 22 milhões em anúncios nos últimos 90 dias. O valor chama atenção por si só. Mas chama ainda mais por ocorrer em ano eleitoral e justamente nas redes sociais que o próprio governo tenta, a todo custo, censurar sob o pretexto de “regulamentação”.
Diante dessa informação, protocolei pedido de informações à Secom para esclarecer quais órgãos gastaram, em quais campanhas, por meio de quais agências e com quais critérios de segmentação. Também vamos protocolar um Pedido de Fiscalização e Controle para que o TCU audite esses valores. Quando é para censurar as redes, dizem que elas são uma ameaça. Quando é para gastar milhões fazendo propaganda nelas, aí parecem funcionar muito bem.