Dentista, UFPE. Esp/Mestre/Doutor.Professor Dentística (UPE/UFPE) Implantodontia(UFPE).Sustentado pela esperança um mundo com menos egoísmo/vaidade/orgulho.
Did not expect a question that starts out 'Do you think before you speak?' to go so well. A+ question from Charlotte Harpur A++ response from Eileen Gu.
The ACA protects folks with pre-existing conditions from being denied coverage, allows young people to stay on a parent's plan until they’re 26, and expands Medicaid. But Donald Trump still wants to end it – and he only has “concepts of a plan” for how he’d replace it.
We can’t let that happen. Vote for @KamalaHarris and @Tim_Walz to not only protect your health care, but to make it more affordable for everyone.
Joe Biden has been one of America’s most consequential presidents, as well as a dear friend and partner to me. Today, we’ve also been reminded – again – that he’s a patriot of the highest order.
Here’s my full statement: https://t.co/Bs2ZumFXxe
Regarding the viral Elon/Brazil/Supreme Court video, a few perhaps contradictory observations
(TL;DR - Brazil’s system is different from US, and complicated, and the video is shrill/one-sided/incomplete - but there are legitimate questions on issue of censoring political speech)
Longer:
* Brazil’s Constitution does not have an equivalent of US 1st amendment
* Political speech in Brazil is frequently (and legally) restricted in ways unthinkable in US, but common in some countries esp in Europe
* The Supreme Court has extraordinary power in Brazilian system, deciding not just on legal appeals or jurisprudence but for example all criminal cases involving politicians in office, etc
* Individual judges are able to make sweeping rulings in ways unthinkable in US
* The judge mentioned, Alexandre de Moraes, has pushed the limits of what is legal/acceptable even within a Brazilian context and arguably exceeded them, drawing attention of NYT, Guardian and other foreign media over past 2 years
* Several of Moraes’ decisions regarding Bolsonaro supporters’ speech in Brazil’s 2022 campaign made even some Lula supporters VERY uneasy. (“What if another judge did this?)
* Some of the “censored” Bolsonaro supporters were spreading demonstrably false information regarding safety of voting system at a time when democracy itself was at risk.
* Some observers argue 2022 was extraordinary crisis of democracy because of Bolsonaro’s now amply documented efforts to sabotage an election he feared losing; therefore they say Moraes had to “fight fire with fire”
* “Free speech” is never absolute even in the US and the debate over what platforms can/should restrict is legitimate, complex and global
* It is absolutely an exaggeration to say that “Brazil is on the brink of dictatorship,” as the video claims
* I am personally curious to see the evidence the journalist and Elon say shows Moraes acted illegally
* It is democratic and arguably healthy to have these conversations/debates BUT I think it’s important to remember, again, the Brazilian system is different.
- hope this helpful, thanks -
Nos EUA contas de grupos terroristas, como o Estado Islâmico, são proibidas. O Elon Musk seria louco de desafiar a justiça dos EUA e permitir "liberdade de expressão" para terroristas? Obviamente que não! Então pq ele acha que pode garantir esse direito para criminosos no Brasil? Vale lembrar que os bolsonaristas que não aceitaram o resultado eleitoral planejaram um golpe militar e até tentaram explodir um aeroporto. Tal bilionário só está agindo dessa forma pq nos enxerga de forma inferior. Faz aqui o que não teria coragem de fazer nos EUA. Que o Alexandre de Moraes dê a devida resposta.
ATENÇÃO!! O Twitter retirou nosso acesso à conta do Plantão Brasil e mesmo cobrando 500 reais por ano pelo X Premium, se nega a devolver o acesso!!
Enquanto grita por "liberdade de expressão" pra Terroristas, Elon Musk censura um dos maiores canais de esquerda!!
ELON MUSK TERRORISTA!!!
“It is unacceptable for children and women to spend the night in Gaza without getting food or even a cup of milk.”
It is unacceptable for a single United States vote in the Security Council to obstruct the issuance of a ceasefire resolution in Gaza.”
— President Lula of Brazil
Pronunciamento do secretário-geral em Médicos Sem-Fromteiras, Christopher Lockyear, ao Conselho de Segurança da ONU
22 de fevereiro de 2024
Senhora presidente, excelências, colegas,
No momento em que pronuncio estas palavras, mais de 1,5 milhão de pessoas estão encurraladas em Rafah. Pessoas que foram violentamente forçadas a irem para esta faixa de terra no sul de Gaza estão arcando com as consequências da campanha militar de Israel.
Vivemos sob o medo de uma invasão terrestre.
Nossos temores são baseados na nossa própria experiência. Há apenas 48 horas, quando uma família estava ao redor de uma mesa de cozinha em uma casa que abrigava funcionários de MSF e suas famílias em Khan Younis, um projétil de 120mm disparado por um tanque rompeu as paredes do local e explodiu, iniciando um incêndio, matando duas pessoas e deixando outras seis com queimaduras severas. Cinco dos seis feridos são mulheres e crianças.
Havíamos tomado todas as precauções possíveis para proteger os 64 trabalhadores humanitários e membros de suas famílias de um ataque desse tipo, notificando as partes em conflito sobre a localização e marcando claramente o edifício com uma bandeira de MSF. Apesar das nossas precauções, nosso prédio foi atingido não apenas por um disparo de tanque, mas por tiros intensos. Algumas pessoas ficaram presas no prédio em chamas enquanto os disparos contínuos atrasavam a chegada de ambulâncias ao local. Hoje pela manhã, olho para fotos que mostram a extensão catastrófica dos danos e vejo vídeos de equipes de resgate retirando corpos carbonizados dos escombros.
Isto tudo é extremamente familiar – forças israelenses atacaram nossos comboios, detiveram nossos funcionários e destruíram nossos veículos com tratores, e hospitais foram bombardeados e invadidos. Agora, pela segunda vez, um dos abrigos onde estavam nossos funcionários foi atingido. Ou este padrão de ataques é intencional ou é um indicativo de incompetência negligente.
Nossos colegas em Gaza têm medo de que, conforme eu pronuncio hoje essas palavras, eles sejam punidos amanhã.
Senhora Presidente, todos os dias nós testemunhamos o horror inimaginável.
Nós, assim como tantos outros, ficamos horrorizados pelo massacre praticado pelo Hamas em Israel em 7 de outubro, e ficamos horrorizados pela reação de Israel. Sentimos a angústia das famílias cujos entes queridos foram feitos reféns em 7 de outubro. Sentimos a angústia das famílias daqueles detidos arbitrariamente de Gaza e da Cisjordânia.
Como humanitários, ficamos perplexos com a violência contra civis.
Estas mortes, destruição e deslocamentos forçados são o resultado de escolhas políticas e militares que desrespeitam flagrantemente as vidas de civis.
Estas escolhas poderiam ter sido feitas, e ainda podem ser feitas, de maneira muito diferente.
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Por 138 dias, testemunhamos o sofrimento inimaginável da população de Gaza.
Por 138 dias, temos feito tudo que é possível para efetuar uma resposta humanitária relevante.
Por 138 dias, temos assistido à destruição sistemática de um sistema de saúde que apoiamos há décadas. Temos assistido aos nossos colegas e pacientes serem mortos e mutilados.
Esta situação é o ponto culminante de uma guerra travada por Israel contra toda a população da Faixa de Gaza— uma guerra de punição coletiva, uma guerra sem regras, uma guerra a qualquer preço.
As leis e os princípios dos quais dependemos coletivamente para permitir a assistência humanitária estão agora corroídos ao ponto de perderem seu significado.
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Senhora Presidente, a resposta humanitária em Gaza é uma ilusão —uma ilusão conveniente que perpetua a narrativa de que esta guerra está sendo travada em linha com leis internacionais.
Apelos por mais assistência humanitária ecoaram nesta sala.
Ainda assim, em Gaza temos cada vez menos a cada dia—menos espaço, menos medicamentos, menos comida, menos água, menos segurança.
Já não falamos mais de intensificar a ação humanitária; falamos de sobreviver mesmo sem o mínimo necessário.
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Hoje, em Gaza, os esforços para prover assistência são irregulares, episódicos e totalmente inadequados.
Como podemos oferecer ajuda que salva vidas em um ambiente onde a diferença entre combatentes e civis não é levada em conta?
Como podemos manter qualquer tipo de resposta quando trabalhadores médicos são alvejados, atacados e demonizados por atender aos feridos?
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Senhora Presidente, ataques a serviços de saúde são ataques à humanidade
Não restou nada que possa ser chamado de um sistema de saúde em Gaza. Os militares de Israel desmantelaram hospitais, um após o outro. O que restou é tão pouco diante de tamanha carnificina que é simplesmente absurdo.
A desculpa dada é a de que as instalações médicas foram usadas para fins militares, embora não tenhamos visto qualquer prova verificada de maneira independente de que isso tenha ocorrido.
Em circunstâncias excepcionais nas quais um hospital perde seu status de local protegido, qualquer ataque deve atender aos pricípios de proporcionalidade e cautela.
Ao invés da aderência à lei internacional, vemos a inutilização sistemática de hospitais. Isto tem deixado inviáveis as operações de todo o sistema médico.
Desde 7 de outubro, fomos forçados a evacuar nove instalações de saúde distintas.
Há uma semana, o hospital Nasser foi invadido. O pessoal médico foi forçado a sair apesar de ter recebido garantias reiteradas de que poderia ficar para continuar atendendo aos pacientes.
Estes ataques indiscriminados, assim como os tipos de armas e munições utilizadas em áreas densamente povoadas, mataram dezenas de milhares de pessoas e mutilaram outros milhares.
Nossos pacientes têm ferimentos catastróficos, amputações, membros esmagados e queimaduras graves. Eles precisam de atendimento especializado. Precisam de reabilitação longa e intensiva.
Médicos não podem tratar estes ferimentos em um campo de batalha ou nas cinzas de hospitais destruídos.
Não há leitos, medicamentos e suprimentos suficientes.
Cirurgiões não tiveram escolha a não ser realizar amputações sem anestesia em crianças.
Nossos cirurgiões estão ficando até sem gaze para impedir que seus pacientes sangrem. Eles usam uma vez, espremem o sangue, lavam, esterilizam e reutilizam para o próximo paciente.
A crise humanitária em Gaza deixou grávidas sem cuidados médicos por meses. Mulheres em trabalho de parto não podem aceder a salas de parto. Estão dando à luz em barracas de plástico ou edifícios públicos.
Equipes médicas agregaram um novo acrônimo ao seu vocabulário: WCNSF — sigla em inglês para criança ferida sem familiar sobrevivente.
As crianças que sobreviverem a esta guerra não vão carregar apenas os ferimentos visíveis das lesões traumáticas, mas também os invisíveis—aqueles causados pelos reiterados deslocamentos, medo constante e por testemunhar membros da família serem literalmente despedaçados diante de seus olhos. Essas feridas psicológicas têm levado crianças tão pequenas como de 5 anos nos dizer que preferiam estar mortas.
Os riscos para o pessoal médico são enormes. Todos os dias, temos feito a escolha de prosseguir com o nosso trabalho diante do perigo cada vez maior.
Estamos apavorados. Nossas equipes estão mais do que exaustas.
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Senhora Presidente, isso tem de parar.
Nós, junto com o resto do mundo, temos acompanhado de perto o modo como este Conselho e seus membros têm abordado o conflito em Gaza.
Reunião após reunião, resolução após resolução, este órgão não conseguiu endereçar de maneira efetiva este conflito. Vimos membros deste Conselho deliberarem e agirem com atraso enquanto civis morrem.
Estamos perplexos com a disposição dos Estados Unidos de usar seus poderes como membro permanente do Conselho para obstruir os esforços para a adoção da mais evidente das resoluções: uma pedindo um cessar-fogo imediato e sustentado.
Por três vezes este Conselho teve a oportunidade de votar por um cessar-fogo que é tão desesperadamente necessário, e por três vezes os Estados Unidos usaram seu poder de veto, mais recentemente na última terça-feira.
Uma nova proposta de resolução feita pelos Estados Unidos pede de maneira ostensiva por um cessar-fogo. Apesar disso, ela é no mínimo falaciosa.
Este Conselho deveria rejeitar qualquer resolução que obstrua ainda mais os esforços humanitários no terreno e leve este Conselho a endossar de maneira tácita a violência contínua e as atrocidades em massa em Gaza.
A população de Gaza precisa de um cessar-fogo não quando seja “viável” mas agora. Eles precisam de um cessar-fogo sustentado, não “um período temporário de calma”. Qualquer coisa que fique aquém disso é negligência grosseira.
A proteção de civis em Gaza não pode estar condicionada a resoluções deste Conselho que instrumentalizem o humanitarismo para ocultar objetivos políticos.
A proteção de civis, de infraestrutura civil, de trabalhadores da saúde e de instalações de saúde recai, antes de mais nada, sobre as partes envolvidas no conflito.
Mas é também uma responsabilidade coletiva, uma responsabilidade que recai sobre este Conselho e seus membros individuais, como aderentes à Convenção de Genebra.
As consequências de deixar que o Direito Humanitário Internacional torne-se letra morta repercutirão muito além de Gaza. Isto será um fardo duradouro em nossa consciência coletiva. Não se trata apenas de inação política, tornou-se cumplicidade política.
Há dois dias, uma equipe de MSF e suas famílias foram atacados e pessoas morreram em um lugar onde havia sido dito a elas que estaria protegido.
Hoje, nosso pessoal está de volta ao trabalho, arriscando mais uma vez a vida pelos pacientes.
O que vocês estão dispostos a arriscar?
Nós exigimos as proteções prometidas sob o Direito Humanitário Internacional.
Exigimos um cessar-fogo de ambas as partes.
Exigimos que haja espaço para transformar a ilusão da assistência em assistência realmente significativa.
O que vocês farão para que isso seja possível?
Muito obrigado, Senhora Presidente.
Via @MarceloLins68
https://t.co/a0Gucekiup
Não foi a primeira vez, nem a segunda e nem a terceira. O racismo é o normal na La Liga. A competição acha normal, a Federação também e os adversários incentivam. Lamento muito. O campeonato que já foi de Ronaldinho, Ronaldo, Cristiano e Messi hoje é dos racistas. Uma nação linda, que me acolheu e que amo, mas que aceitou exportar a imagem para o mundo de um país racista. Lamento pelos espanhois que não concordam, mas hoje, no Brasil, a Espanha é conhecida como um país de racistas. E, infelizmente, por tudo o que acontece a cada semana, não tenho como defender. Eu concordo. Mas eu sou forte e vou até o fim contra os racistas. Mesmo que longe daqui.