EM 2022 NÃO PODIA. EM 2026 PODE?
Em 2022, Bolsonaro era presidente e candidato à reeleição. O TSE proibiu sua campanha de usar imagens e o discurso feito na Assembleia Geral da ONU, alegando risco à igualdade entre os candidatos.
Quatro anos depois, Lula é presidente, candidato à reeleição, e a própria imprensa noticia que usará a ONU para “mandar recados ao Brasil”.
Então a pergunta é inevitável:
Se utilizar a projeção institucional de chefe de Estado em benefício eleitoral era um problema em 2022, qual é exatamente a régua em 2026?
A lei não deveria mudar conforme o ocupante do Planalto.
Muito menos conforme o número do partido.
Ou o princípio da isonomia vale para todos, ou deixou de ser princípio e virou conveniência.
No debate em 22 o candidato vencedor prometeu pikanha, viagem de avião, fim do sigilo de 100 anos, do orçamento secreto e redução de impostos... eleito fez tudo ao contrário.
Esse ano vai prometer caneta emagrecedora...
Imagina participar de uma palhaçada dessas de novo?
Tem um problema:
Isso vai exigir cortar em torno de 230-290 bilhões de reais em gastos.
Quais gastos ele planeja cortar, em quem, e como vai convencer o legislativo?
O nível do desespero;
Lula fazendo Live contra as BETS que ele mesmo autorizou
Requentar assunto Marielle
Aumento de xingamentos nas redes por parte dos militantes
Atacar banqueiros sendo o governo que mais deu lucro pros bancos
Descolar do Moraes depois de 4 anos de “parceria pela democracia”
Dizer que não conhece a “pilantra” que andou no avião presidencial e tirou até foto dentro do gabinete no Planalto
Eles sabem que acabou. Agora é vale tudo sem vergonha de nada.