EXCLUSIVO: HUGO CARVAJAL REVELA TUDO. É ESTARRECEDOR.
(Artigo especial de domingo, 04 de janeiro de 2026)
Embora milhões de brasileiros já desconfiassem do grau de confiabilidade, dos resultados apontados nas eleições, dos métodos de apuração e do formato das eleições brasileiras, isso agora ganha prova material.
Em uma carta endereçada ao presidente americano Donald Trump, (@realDonaldTrump) o general venezuelano revela segredos antes impensáveis para o público.
A velha imprensa adora fingir que certos regimes são apenas governos ruins, com corrupçãozinha local e um pouco de autoritarismo tropical.
O problema é que, segundo o Dallas Express, um ex-chefe de inteligência de Maduro e Chávez resolveu cuspir tudo isso no ventilador em uma carta endereçada a Donald Trump.
Nome: Hugo Carvajal Barrios, apelido El Pollo - Um homem que não era figurante - era dos que sentavam perto do trono.
E o recado central dele é simples, brutal e perigoso: o regime venezuelano não seria apenas hostil aos EUA. Seria um aparelho de guerra, usando cocaína, gangues, espionagem e até processos eleitorais como armas.
Por que essa carta apareceu agora
O Dallas Express diz que recebeu a carta por meio do advogado de Carvajal, Robert Feitel, descrito como ex-promotor sênior do Departamento de Justiça.
Carvajal foi extraditado da Espanha depois de uma caçada internacional e, segundo o texto, se declarou culpado em um caso federal de narco-terrorismo nos EUA. Ou seja: caiu nas mãos do inimigo e agora decidiu falar.
O MAPA DO ATAQUE, SEGUNDO CARVAJAL
A carta, do jeito que o Dallas Express publicou, organiza tudo em quatro frentes.
1) Narco-terrorismo como política de Estado
Ele diz que viu por dentro o governo Chávez virar uma organização criminosa hoje comandada por Nicolás Maduro e outros nomes do alto escalão.
A afirmação mais pesada: a cocaína não seria só corrupção ou traficante autônomo. Seria estratégia deliberada do Estado para atingir os EUA.
Ele ainda sustenta que esse plano teria sido sugerido pelo regime cubano e executado com apoio de FARC, ELN, operativos cubanos e Hezbollah, com fornecimento de armas, passaportes e impunidade.
Tradução: ele pinta um cartel estatal com aliados terroristas.
2) Tren de Aragua: gangue como exportação de caos
Carvajal afirma que decisões foram tomadas para organizar e armar gangues para proteger o regime. E cita explicitamente o Tren de Aragua.
Ele diz que Chávez teria recrutado lideranças criminosas dentro e fora das prisões em troca de impunidade, e que Nicolás Maduro teria ampliado a operação, exportando criminalidade e caos para fora do país.
O ponto mais explosivo: ele declara que, com a política de fronteira aberta do governo Biden–Harris, o regime teria enviado operativos aos EUA e orientado crimes para financiar operações.
Tradução: para ele, não é imigração. É infiltração.
3) Espionagem e contrainteligência contra os EUA
Aqui o jogo entra em campo muito pesado: ele diz ter presenciado proposta de inteligência russa para grampear cabos submarinos de internet que conectam América do Sul e Caribe aos EUA, para penetrar comunicações do governo americano.
Ele também relata ter advertido Nicolás Maduro sobre um suposto posto secreto de escuta russa na ilha La Orchila e sido ignorado.
E vai além: afirma que Venezuela e Cuba enviaram espiões por décadas, com redes supostamente dentro de bases navais americanas e até gente disfarçada de oposição.
A alegação mais radioativa: ele diz que diplomatas e agentes da CIA teriam sido pagos para ajudar Chávez e Maduro a permanecer no poder.
Imagine se Cuba, Rússia e a Venezuela conseguiram fazer isso com a maior potência mundial, imagina com o Brasil?
Tradução: todo o bloco comunista está unido para derrubar os EUA.
4) Smartmatic e eleições: a acusação que mexe com o nervo exposto
Carvajal afirma que a Smartmatic nasceu como ferramenta eleitoral do regime venezuelano e que o sistema pode ser alterado, além de alegar exportação da tecnologia para fora, inclusive para os EUA.
Ele diz ainda que operativos do regime manteriam relações com autoridades eleitorais e empresas de máquinas de votação dentro dos Estados Unidos, e que softwares podem ser usados para manipular eleições, FORA DA VENEZUELA.
Segundo Carvajal, as urnas eletrônicas, o software e a gestão da Smartmatic foram criados para camuflar as eleições, dar um camada de legalidade e eleger candidatos previamente escolhidos, uma maneira de manter ditadores no poder, alegando ser uma democracia por ter 'eleições livres'.
É ESTARRECEDOR!
Tradução: ele liga o modelo venezuelano ao ponto mais sensível da democracia americana e BRASILEIRA.
⚠️ URGENTE: Especialista da Fuderj afirma que Trump exagerou na operação para capturar Maduro. "Uma pedrada seria suficiente" declarou a antropóloga, socióloga e doutora em geopolítica internacional latino americana.
Essas imagens estarão proibidas muito em breve. Compartilhe antes que seja tarde demais!
A liberdade de informação é um dos pilares da democracia e esse vídeo não pode ser retirado.
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The Red Spiderweb: Latin America’s Greatest Lie Finally Drawn in Crayon
For years, defenders of the Latin American left told us the Foro de São Paulo was just a “discussion space.” A book club, really. Intellectuals chatting politely about democracy, while somehow Venezuela collapsed, Cuba stagnated, and criminal groups acquired political cover.
Then someone drew the map.
Suddenly the denials look quaint. The lines connect leaders, parties, armed groups, and regimes with the elegance of a subway diagram—if subways transported corruption, narco-cash, and authoritarian loyalty. What speeches never explained, the picture does: this isn’t diplomacy; it’s coordination.
At the centre sits Luiz Inácio Lula da Silva, smiling benignly as Brazil’s Workers’ Party plays switchboard for a continental project that treats elections as optional accessories. Around him orbit the usual suspects: Hugo Chávez and the Bolivarian apparatus that perfected the art of starving a nation while blaming sanctions; Fidel Castro, whose export was never healthcare but control; and their ideological heirs who learned that power travels better through networks than ballots.
Call it solidarity. Call it “political action of companions.” The outcome is the same: sovereignty diluted, institutions bypassed, and violence laundered as revolution. Armed groups don’t appear by accident in these diagrams; they appear because someone decided deniability was cheaper than accountability.
Now comes the question everyone is whispering: if reports and claims about Nicolás Maduro being detained following action attributed to Donald Trump are more than noise, does the spiderweb finally start to tear? Is this the first tile in a domino run that topples a cartel of regimes—or just a brief glimmer before the machinery adapts and carries on? The left’s networks survive on inertia; they fail when momentum breaks. Which one is this?
The genius—if we must use the word—lies in the method. Keep everything informal. Keep it friendly. Keep it off the record. When decisions migrate from parliaments to private forums, citizens don’t lose rights in a coup; they lose them in a handshake.
This isn’t conspiracy. It’s logistics.
And the tragedy is predictable. Venezuela bleeds. Cuba calcifies. Brazil bankrolls the illusion. The map doesn’t predict the future; it explains the present. Understanding it isn’t paranoia. It’s overdue.
“Narrativa”. Esse é o mantra do Lula. A vigarice. O conto do vigário, o golpe, a mentira. O engodo. A maneira como ele vai te enganar. Isso é “a narrativa”. E os patetas caem como patos.
Um VENEZUELANO confrontou um bando de canalhas comunistas que protestavam em defesa de NICOLÁS MADURO na SUÍÇA!
Sim, na SUÍÇA! Gente que nunca pisou na Venezuela defendendo o ditador sanguinário!
Só esquerdista canalha que nunca viveu esse horror está defendendo MADURO!
HAVAIANAS PERDEU R$ 200 MILHÕES EM UM DIA, POR CAUSA DO BOICOTE DA DIREITA! E AINDA TEVE ESQUERDISTA DEBOCHANDO E DIZENDO QUE O BOICOTE NÃO ADIANTARIA DE NADA! 🤔