🚨 ISSO É DEMONÍACO E PURA MALDADE!
Uma menina de 9 anos, aterrorizada, confusa e perdida, não entende o horror a que está sendo submetida.
Isso jamais será normal.
Qualquer cultura que faça isso com crianças é demoníaca e merece total condenação! 🤢😡🤬
Por que as mulheres tendem à esquerda
Existe um fato político tão constante que já deveria ser banal, mas continua tratado como tabu: as mulheres, em média, votam mais à esquerda do que os homens. Não é fenômeno de uma eleição nem de um país. Aparece nos Estados Unidos, na Europa, no Brasil, década após década. E quando um padrão é assim tão universal e estável, a explicação honesta não pode ser a conjuntural, o marketing de um candidato, a pauta da semana. Tem que ser mais profunda. Tem que mexer com a natureza humana. E é aí que o debate fica proibido, porque a esquerda construiu sua hegemonia sobre o dogma de que homem e mulher são idênticos, e que toda diferença é "construção social". Admitir que há diferenças biológicas e psicológicas reais, com consequências políticas, é, para eles, heresia.
Pois vamos à heresia.
A psicologia da personalidade trabalha há décadas com cinco grandes traços, o modelo dos Big Five. Convém fixar os termos no original em inglês, porque as traduções variam muito. Estudos transculturais robustos, como o clássico de Costa, Terracciano e McCrae, mostram que as mulheres pontuam em média mais alto em dois deles: agreeableness, a amabilidade, a disposição a cooperar e priorizar o outro; e neuroticism, o neuroticismo, que não é "ser neurótica" no sentido popular, mas maior reatividade emocional, mais propensão à ansiedade e ao medo. Os homens pontuam mais alto em assertiveness, a assertividade, que pertence a outro traço, a extroversão: a inclinação a se impor e a confrontar. Isso não é opinião de comentarista. É um dos achados mais replicados da psicologia, e aparece com mais força, não menos, justamente nos países mais igualitários, o que derruba a tese de que seria fruto da opressão.
Jordan Peterson, que é psicólogo clínico, popularizou um ponto decisivo. Ele divide a amabilidade em duas faces, a compaixão e a polidez. Num estudo de 2010 do qual é coautor, mostrou-se que elas puxam para lados opostos: a compaixão se associa à esquerda e ao igualitarismo, a polidez ao conservadorismo e à tradição.
Eu não estou dizendo que "ser amável faz a pessoa de esquerda", isso seria falso. Os dados são mais finos. As mulheres pontuam mais alto nas duas faces, mas a diferença é muito maior na compaixão: é na sensibilidade ao sofrimento do vulnerável que os sexos mais se separam, enquanto na polidez a distância é pequena. Como as duas faces puxam para lados opostos, vence a que pesa mais, e nas mulheres é a compaixão. Não por acaso, Peterson observa que a adesão ao "politicamente correto" é prevista justamente pela compaixão: a tendência a ver grupos como oprimidos indefesos e seus supostos opressores como predadores cruéis, a ponto de tratar uma opinião negativa sobre um grupo como "agressão" e querer criminalizá-la.
E aqui está o ponto central: o discurso de esquerda contemporâneo é construído quase inteiro para falar a língua da compaixão. Ele se apresenta sempre como defesa do oprimido, da vítima, do desamparado. Com isso, parece mais bem posicionado para converter em preferência política a face da amabilidade em que a diferença entre os sexos é maior, enquanto a direita, que fala a língua da polidez, da ordem, da responsabilidade e do mérito, mobiliza a face em que a vantagem feminina é menor. Não é que a mulher seja "amável demais", nem que isso determine o voto de quem quer que seja. É que a linguagem política da esquerda casa melhor, em média, com uma disposição psicológica mais comum entre mulheres.
Por que essa disposição existiria? Aqui a hipótese interpretativa é evolutiva. Por centenas de milhares de anos, a sobrevivência dependeu de uma divisão de instintos, e a mulher foi a guardiã do bebê indefeso, que não vive um dia sozinho. Esse instinto maternal, a sintonia fina com a vulnerabilidade do outro, talvez seja o traço feminino mais marcante, e sem ele nenhum de nós estaria aqui. Minha hipótese é que esse mesmo instinto, voltado por natureza para o filho e o próximo concreto, é mais facilmente recrutado por um discurso que se apresenta em nome do "vulnerável" abstrato: o migrante, a "minoria oprimida", o criminoso "vítima da sociedade", o pobre que precisaria do Estado. É um discurso que fala a língua do cuidado: há alguém sofrendo, e nós vamos proteger. A direita, que fala de responsabilidade e consequências, soa mais áspera, ainda que seja, no longo prazo, defensável que proteja melhor os próprios vulneráveis. Ter "compaixão" pelo criminoso, por exemplo, costuma significar devolvê-lo à rua para prejudicar quem menos pode se defender, a começar pelas mulheres.
Mas se fosse só "ser mulher" que empurra para a esquerda, todas votariam igual. E não votam. Aqui entra o dado mais revelador: o abismo entre a casada e a solteira. Segundo o Pew Research Center, mulheres que nunca se casaram são cerca de três vezes mais propensas a se identificar com os democratas do que com os republicanos, enquanto as casadas se inclinam à direita. Em 2024, foram as casadas, ao lado dos homens casados, que sustentaram o voto conservador, enquanto as solteiras se tornaram o grupo que mais se desloca para a esquerda. A própria academia confirma: os economistas Edlund e Pande, num estudo intitulado "Por que as mulheres se tornaram de esquerda?", mostraram que a guinada feminina acompanha de perto a queda do casamento.
Por que o anel anda junto com o voto? Aqui é preciso honestidade metodológica, porque a flecha causal aponta provavelmente nas duas direções ao mesmo tempo. De um lado, há seleção: mulheres já mais à esquerda tendem a casar menos e mais tarde, então parte do gap é a ideologia moldando a trajetória, não o contrário. De outro, há um efeito plausível do próprio arranjo de vida, e é sobre ele que quero chamar a atenção. Numa família intacta, a mulher tem parceiro, provedor, proteção e pertencimento, e a necessidade de cuidado se realiza em casa, no marido, nos filhos, na comunidade. A mulher sozinha, sobretudo a divorciada ou a mãe sem marido, está em maior vulnerabilidade econômica e afetiva, e o espaço que o marido deixou vago tende a ser ocupado pelo Estado: o que paga o auxílio, garante a creche, promete a segurança que a família já não oferece. E quem depende do Estado tende a votar em quem promete mais Estado. As duas coisas se reforçam, e é por isso que toda a engenharia social da esquerda aponta na mesma direção: enfraquecer o casamento, desestimular os filhos, promover o aborto, ampliar a dependência. Cada família desfeita tende a produzir um eleitor a mais à esquerda. A esquerda se tornou, não por acaso, o partido natural das mães solteiras.
É aqui que as duas pontas se encontram, a psicológica e a política. A compaixão feminina é real e louvável, e não foi inventada por ninguém. O que mudou foi o ambiente: a esquerda contemporânea estruturou sua linguagem em torno do cuidado e da vítima, e por isso está mais bem posicionada para converter essa disposição em voto, sobretudo quando o casamento recua e o Estado avança para o espaço deixado pela família. E o feminismo, na sua faceta de liberdade sexual absoluta e de carreira acima da família, reforça o mesmo vetor. Aqui entro de novo no terreno da hipótese: é plausível que parte das mulheres convencidas a adiar ou abrir mão dos filhos se arrependa tarde, e que parte dessa frustração se canalize politicamente, na defesa intensa dos "oprimidos" e na reação aos "opressores".
E não para nas mulheres maduras. Entre os jovens, a fratura é ainda mais brutal. Estudos recentes com centenas de milhares de jovens na Europa e nos EUA mostram as mulheres da geração Z disparando para a esquerda, mais do que qualquer geração feminina anterior, enquanto os rapazes ficam parados ou viram à direita. É a mesma máquina, agora sobre quem mal saiu da adolescência: universidade, escola e entretenimento ensinando à menina que o homem é opressor, a família é cárcere e a emancipação passa pelo Estado.
Mas há um fator novo, e o mais perigoso, porque dá a tudo isso a velocidade de uma epidemia: o smartphone e as redes. Vale recuperar uma tese que viralizou no X no início de 2026 (mais de 30 milhões de leituras), do analista que escreve sob o nome vittorio (perfil @IterIntellectus), e que dialoga com o trabalho de Jonathan Haidt sobre o colapso de saúde mental das adolescentes ligado ao celular: a rede capturou meninas e meninos de formas diferentes. O menino, pela dispersão, o videogame, a pornografia, a aposta, o fluxo infinito de dopamina que o faz desistir de construir algo real. A menina, pela conformidade: "acredite nisto, ou seja expulsa do grupo".
E aqui a psicologia encontra a tecnologia. Se a mulher é, em média, mais sensível à aprovação do grupo e ao custo de destoar, um aparelho que mede a aprovação alheia em curtidas e torna o desvio instantaneamente visível cobra um preço maior dela do que de um rapaz com a mesma idade. O experimento de Asch já mostrava, nos anos 1950, que muita gente nega o que vê com os próprios olhos para não destoar do grupo. A rede tornou esse teste permanente. O ponto não é que as jovens não pensem, é que o ambiente impõe custos sociais assimétricos para discordar, e esses custos pesam mais justamente sobre quem é mais sensível à exclusão. Como o consenso dominante nessas plataformas pende para a esquerda, alinhado ao que vem das universidades e da cultura, o caminho de menor atrito social passa a ser concordar. Não se trata de incapacidade, e sim de incentivo: discordar custa caro, e custa mais caro para umas do que para outros.
E a rede não age sozinha. Sua aliada entra em cena justamente quando a visão de mundo da jovem se forma: a universidade, hoje a câmara de ressonância perfeita do consenso de esquerda. O campus é majoritariamente feminino, perto de 60% no total e chegando a duas mulheres para cada homem nas áreas que mais produzem militância: humanidades, ciências sociais, educação. E é nelas que o corpo docente é mais uniforme, com levantamentos encontrando, em departamentos como sociologia e antropologia, até 40 professores esquerdistas para cada conservador. A jovem mais sensível à pressão do grupo passa quatro anos cercada de colegas, professores e bibliografia que apontam numa só direção, na instituição em que mais confia. O consenso artificial da rede, lá fora, encontra o do campus, lá dentro.
A evolução, de novo, explica. A mulher sempre foi mais dependente do grupo para sobreviver; enquanto o homem caçava e se tornava mais independente, para ela a expulsão costumava ser sentença de morte, dela e dos filhos. A altíssima sensibilidade à aceitação social não é defeito: foi, por milênios, ferramenta de sobrevivência. O problema é conectar essa ferramenta antiga a uma máquina moderna desenhada para explorá-la.
Vale juntar as peças, e formular a tese com o cuidado que ela exige. Mulheres, em média, são mais sensíveis ao sofrimento, ao risco relacional e à proteção social. A esquerda contemporânea estrutura sua linguagem política em torno justamente desses temas. A queda do casamento e a expansão do Estado ampliaram a importância dessa linguagem na vida concreta de muitas mulheres. E as redes sociais e as universidades intensificaram a pressão conformista em ambientes jovens e femininos. Nada disso determina o voto de mulher nenhuma. Mas, somado, ajuda a explicar por que as mulheres, e sobretudo as solteiras, jovens, urbanas e universitárias, tendem mais à esquerda. É uma explicação de probabilidades e de médias, não de destinos individuais.
Que ninguém me entenda mal. Nada disto diminui a mulher, pelo contrário. A compaixão, a sensibilidade ao sofrimento, o instinto de proteger a vida são dons sem os quais a civilização não existiria. O problema nunca foi a virtude feminina. É o projeto político que a explora, que finge honrar a mulher enquanto enfraquece o casamento, a família e a fé, que davam a essa virtude um chão firme. A esquerda promete cuidar da mulher e, quando entrega dependência em vez de raízes, costuma deixá-la mais sozinha e mais ressentida, e essa frustração tende a ser canalizada contra a "sociedade patriarcal", num ciclo que corrói o tecido social.
A boa notícia é que a natureza é teimosa. Onde a família resiste, o voto muda. Onde a fé permanece, a narrativa não entra. A mulher casada, a mãe enraizada numa comunidade viva, essa a engenharia não captura, porque o seu instinto de cuidado já tem destino. A reconstrução da sociedade passa pela reconstrução do lar. Defender a família não é nostalgia, é estratégia de sobrevivência, da civilização e da liberdade, e é o que produz uma vida melhor para homens e mulheres. Enquanto tivermos vergonha de dizer isso em voz alta, a tesoura vai continuar se abrindo. Ela só se fecha quando paramos de pedir licença para defender aquilo que sempre funcionou.
Um terremoto não é só geologia. É um teste. E ele revela o que o Estado construiu, ou destruiu, antes do chão tremer.
Na Venezuela, o socialismo chavista foi reprovado da pior forma possível.
Dois terremotos em 24 de junho mataram mais de 1.700 pessoas, e o número ainda sobe. Mais de 40 mil desaparecidos, presumidamente mortos... Mas a conta não é só da natureza.
Prédios da "Misión Vivienda", a vitrine social do regime, desabaram em La Guaira. No meio dos escombros, a AFP achou madeira e espuma de poliuretano onde devia haver concreto. O Colégio de Engenheiros já alertava havia anos.
O socialismo prometeu moradia ao pobre. Entregou o túmulo dele.
Enquanto o povo cavava com as próprias mãos, o regime militarizou o luto e exigiu salvo-conduto para entrar na zona do desastre. O Estado que rastreia o WhatsApp do opositor não achou uma rua livre para a ambulância.
E não dá para esquecer a digital da esquerda brasileira nessa história.
O Foro de São Paulo, fundado por Lula e Fidel, articulou o projeto. Em 2005, o próprio Lula se gabou de ter ajudado a "consolidar" o chavismo. Mais de R$ 10 bilhões do contribuinte brasileiro foram despejados na narcoditadura. E os marqueteiros do Descondenado confessaram, em delação, que parte do dinheiro das obras voltou para pagar a campanha de Maduro.
Pagamos para erguer o regime que hoje deixa o próprio povo debaixo dos escombros.
Desastres vão acontecer sempre. A pergunta é o que eles encontram quando chegam. País sério limita o dano. País destruído pelo totalitarismo transforma tragédia em massacre.
A natureza mata centenas. O socialismo transforma em milhares.
Escrevi sobre tudo isso em detalhe, com as fontes. O artigo completo sai ainda hoje no meu Substack (@leandroruschel). Link para inscrição nos comentários.
@R38TAO@EuropcarBR Aqui em PT só alugo na Guerin, Sixt ou OK Mobility. Nunca tive problemas na devolução mesmo sempre utilizando somentw o seguro incluso da rentcars.
Think of this.
He murders his girlfriend in 1963. He is tried, convicted and sentenced to life with a chance for parole after the jury deadlocks on the death penalty. He spends 21 years in prison and gets out in 1984.
The year after his release he meets a new girl who is a drug addict and prostitute. They become roommates. He stabs her within the year and dismembers her corpse while high on crack cocaine. He admits to the murder, but claims it was in self-defense. For some odd reason, the charges are downgraded to manslaughter even though the autopsy results found 33 stab wounds. Only 12 years are added to his revoked life sentence. He applies for parole 15 times over the next 34 years, but is denied until 2019 when he is released due to his advanced age of 81 years.
He quickly finds another roommate, a 68-year-old lesbian woman. Less than three years later, he murders this roommate and (again) dismembers her corpse. He pleads not guilty, claiming another female associate did it. This case finally makes it to trial in 2026 - a full four years after the murder.
Think of the waste. The two unnecessary deaths, the unnecessary trials, the wasted prison space - all for a guy who should've been put to death sixty years ago after his first murder. And now we are having to waste space again in a prison for some 88-year-old serial killer psycho. It's just absurd.
Starting in 1820, around 20,000 Black people voluntarily departed from America to establish the country of Liberia in West Africa.
It was supposed to be a democratic utopia for and by Blacks.
This is Liberia 179 years after its founding:
Fafá de Belém, Marcelo Rubens Paixa, Aline Bei, Monica Salmaso e Fabio Porchat foram alguns dos nomes que apareceram na reportagem do Metrópoles de artistas que se hospedaram na embaixada brasileira em Roma.
Alguns deles viajaram com verba 100% pública para a Itália. Foram um total de 68 pessoas hospedadas em Roma.
Ao todo, a manutenção das embaixadas e residências oficiais do Brasil no exterior custaram mais de R$ 240 milhões no ano passado.
Sim, dinheiro meu e seu que, por não estar disponível nos cofres públicos, é pegado em um empréstimo pagando IPCA + 8% a.a. até 2065.
O caso de Fafá de Belém é escabroso: ela ganhou quase R$ 300 mil dos pagadores de impostos para passar 4 dias no país.
Esse é o custo para se manter artistas mandando as pessoas votarem no Lula. E quem paga a conta, como sempre, somos nós.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
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É muito fácil mentir usando dados verdadeiros.
Estão querendo colocar no Milei, a culpa do consumo de carne ter caído na Argentina, comparando o consumo atual com a média histórica.
Mas aí está a realidade: a previsão da média de consumo é igual ao número observado de quando Milei assumiu a presidência, há pouco mais de 2 anos.
Vale ressaltar, esta é a previsão, o real número pode ser maior ou menor. Ou seja, estão usando algo ainda nem observado para criar esse sensacionalismo.
O mais fascinante:
O brasileiro hoje consome praticamente a mesma média de carne do que em 2001. Desde então tivemos 18 anos de governo PT.
Ou seja, o Brasil não avança no consumo de carne durante o governo PT, mas a culpa não é do PT.
Na Argentina, há uma queda no consumo antes do governo Milei, mas a culpa é do Milei!
É assustadora a psicopatia de quem tem coragem de afirmar esse tipo de coisa por pura e simples ideologia política.
ALS has gradually taken away Kenneth’s ability to speak. Through Neuralink’s VOICE clinical trial, he’s exploring how a brain-computer interface designed to translate thought to speech could help restore autonomy in his daily life.
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🚨🚨🚨 'Estudiosa islâmica': “Alá permite que homens muçulmanos estuprem mulheres não muçulmanas para humilhá-las.
Se lutarmos contra os infiéis, podemos tomar suas mulheres como escravas sexuais e estuprá-las.” 🤯🤮😡🤬
Feliz Dia Internacional da Mulher? 🤷🏻♂️