Caro Presidente Valdemar,
Time que não performa tem que mexer:
Sugestões:
Coloque imediatamente o Marcelão como coordenador geral da campanha;
Coloque imediatamente o Duda Lima como Diretor de Operações da Comunicação;
Coloque imediatamente o Walter Longo como diretor de planejamento estratégico;
Coloque imediatamente o Antônio ( Toninho ) como diretor de criação;
Empodere nominalmente grandes lideranças católicas, evangélicas, do agro, da segurança pública, da área médica, da área da educação, do desenvolvimento do varejo, para reuniões semanais com updates diários.
Traga quem tá longe para perto.
Traga quem tá perto para mais perto.
Chega de erros, chega de ruídos, chega de quem não conhece nem gosta do Bolsonarismo.
Ninguém quer mais o PT.
A Campanha de Flávio NÃO existe:
-NÃO tem agenda;
-NÃO tem comunicação;
-NÃO tem organização;
-NÃO tem planejamento.
Não tem a mínima organicidade que as anteriores tiveram gerando motivação espontânea.
Ainda assim o o oponente não abre vantagem, logo, o recado é claro:
O Brasil quer mudança!
Flávio, vai pra cima!
Paulo Figueiredo detona a assessoria de Flávio Bolsonaro após a audiência nos EUA contra as tarifas:
“Uma merda de campanha, nego não se ajuda”. Flávio abriu o painel, defendeu o Brasil, mas saiu sem coletiva, sem vídeo forte, sem release decente e sem a pergunta que pegaria fogo: “Cadê o Lula? Cadê a Apex? Cadê o ministro do governo petista?”
Uma oportunidade de ouro jogada fora por falta de comunicação básica.
Vejam que coisa curiosa.
Segundo o que Paulo Figueiredo está relatando, quero deixar aqui uma pergunta sincera: o que o assessor de imprensa da pré-campanha, o Fábio Portella, foi fazer nos Estados Unidos?
Foi passear? Por que não vemos a repercussão de todo esse esforço do nosso candidato na imprensa? Poxa, Fábio, já era sabido há pelo menos duas semanas que Flávio estaria nos EUA.
Nem um release? Nada para abastecer a imprensa? Nada para as redes?
O foco da semana deve ser a ida do @FlavioBolsonaro para lutar contra as tarifas que Lula tanto está cavando. Por isso, em vez de participar pessoalmente da audiência, optei por enviar os meus comentários por escrito. Tenho certeza de que o Flavio vai brilhar e nos representar.
Vou propor que, a partir de 2027, o Presidente do Brasil acumule a função de técnico da Seleção.
Eu voltaria pro 2º tempo com Neymar, Endrick, Luiz Henrique, Raphinha, Igor Thiago e Danilo. Formação: 1-1-8.
Comentários, por favor:
Pronto. Olavo morreu e agora eu sou o novo "guru do Bolsonaro". Essa gente sofre de uma mistura de retardo mental com vagabundagem doentia. Essa mulher me procura, afirma que eu escrevo os discursos do Flávio, eu nego (porque de fato não escrevo), o Flávio nega, me desautoriza públicamente e a mulher ainda assim pública o que quer - tirado de algum lugar, que deixo para vocês imaginarem qual. Olha só: se eu ditasse o que o Flávio fala, pode ter certeza de que essa seria uma campanha muito mais combativa e parecida com a do Bolsonaro em 2018 do que isso que temos agora. Vocês, jornalistas pilantras, estariam se suicidando coletivamente nas redações. Lula estaria sendo escurraçado sem meias palavras ou chavões sem sal. E os hipertensos da campanha - que querem distância de mim - estariam todos com captopril de baixo da língua. Se, aliás, vocês assistirem ao PF Show, verão que eu reclamo desta campanha dia sim, dia também. Como eu poderia reclamar de algo que eu supostamente "dito"? Só se eu fosse esquizofrênico.