É uma pessoa nefasta. Ele e seus seguidores acéfalos. Nunca fez bada pelos pobres a não ser mantê-los pobres e dependentes. Mas ainda assim, há quem o defenda.
NA ENTRADA DE CADA DOMÍNIO,
UM BUSTO DE LULA
Lula passou todo o seu mandato defendendo um governo global, onde decisões de burocratas, como da ONU e OMS, valeriam nos países sem passar pelos congressos nacionais.
Isso nunca foi sobre combater o narcoterror. É sobre impor a ideologia socialista, controle estatal total sobre a sua vida.
E se você não gostar de uma lei vinda desses órgãos? Reclama para quem? Quem são esses burocratas? Como os troca?
É exatamente por isso que Lula tem essa sanha globalista: para tirar a sua possibilidade de reagir aos seus desmandos. O objetivo é uma ditadura 100% controlada por esta elite globalista, não combater narcoterroristas pensando em tornar sua vida mais segura.
O Japão iluminou a Torre de Tóquio de vermelho, branco e azul para homenagear o 250º aniversário dos Estados Unidos e o 4 de julho — o mesmo aconteceu com a Ponte do Arco-Íris.
Inaugurar uma obra sem que a água tenha chegado ao local já seria constrangedor. Mas usar um contêiner improvisado para a passagem da água é a prova de que, para este governo, a propaganda continua sendo mais importante do que entregar resultados e ajudar a população.
Primeiro, Michelle azucrina, manda cortar cabeças de desafetos no PL e cria um núcleo para negociar apoios eleitorais.
Depois, vem chorando desculpas, assim mesmo pedindo orações e chamando Moraes de “irmão em Cristo”.
Então, a madrasta se rasga: faz vídeos com potencial implosivo aos planos presidenciais traçados pelo esposo, Jair Bolsonaro.
Não contente, ela dobra a aposta e faz insinuações de escândalos no armário do enteado, tratando-o, a ele e aos irmãos, como irmãos do anticristo.
Hoje, a Yoko Ono dos Bolsonaros fez um elogio ao Governo Lula.
Não me espantaria se, amanhã ou depois, ela posasse nua.
Ela cravou várias facadas em Flávio. Até agora, comportou-se como inimiga declarada, tanto do filho quanto do pai. Julgou possuir um peso político irresistível, quase fatal; mas o seu peso dissolveu-se no ar. Politicamente, Michelle não significa mais nada. É um nome que o vento já carrega, e ainda assim uma pequena corte de áulicos e esperançosos insiste em que Flávio, humilhado, vá mendigar o seu apoio.
Ora, Flávio tem o povo. Não precisa ajoelhar-se diante de uma inimiga insignificante. Os devotos de Michelle bem o sabem, mas alimentam, com a fome miúda dos que nada têm, a esperança de alguns cargos no futuro governo. É só isso o que move o teatrinho: a distribuição de sobras. Nada mais.
Hoje o povo distingue, com clareza de quem já sofreu bastante, o trigo do joio. Michelle e todos quantos cerraram fileiras com ela nos ataques torpes ao filho estão com a carreira política comprometida. Bem comprometida, aliás. Resta-lhes, apenas, o simulacro: fingir que ainda importam, fingir que ainda pesam, fingir que ainda são. Fingir. Não mais do que isso.
No mesmo dia em que a moça - já muito curtida por outros famosos conservadores - me xinga e comemora a decisão de Moraes contra mim, ela também recebe com entusiasmo Ricardo Salles num spaces no X que ela é a anfitriã.
Vai lá inocente, vote no Salles porque é “didireita”.