@HugoMottaPB É sério isso...???? É verdade esse bilhete...??? Preside a "casa do povo" pra atitudes como essa? Vai recorrer ao STF de uma decisão do STF...!!!?!??? Mais do mesmo....🤨🧐🙈🙊🙉
@SBB778584692342@astropontes Exatamente, acaba sendo o voto útil da Direita em SP, isso não basta, o barco está afundando. A Presidência do Senado é o cargo mais importante nesse momento, não pode ter mais do mesmo.
@angels_rocs@astropontes Concordo plenamente, não se expor não resolve os problemas, precisa se posicionar sempre, principalmente na defesa e ações dos Senadores.
@astropontes
O estado mais rico da pseudo federação brasileira tem 3 senadores que não se manifestam sobre o estado de exceção.
Por gentileza, senadores @astropontes, @senadorgiordano e @maragabrilli, qual é a posição dos senhores quanto à atuação do supremo, os inquéritos ilegais que lá tramitam, as matérias recentes da Folha, a saída do X do Brasil?
Você já desistiu de uma boa ideia por conta dos outros?
Muita gente abandona ideias fantásticas, mesmo acreditando que conseguiria melhores resultados com elas, por medo da censura.
Para ilustrar como a soma dessas desistências pode condicionar a forma como vivemos, vou contar para vocês uma história interessante, criada por Michael Michalko.
Ele conta que um pesquisador pendurou um cacho de bananas no alto de uma escada, dentro de uma jaula com macacos.
Tal como o esperado, logo que o cientista saiu, os animais subiram os degraus para apanharem as frutas.
Quando estavam bem próximos das bananas, eles foram surpreendidos com um jato de água gelada, fazendo com que descessem rapidamente a escada, sem o prêmio.
Em poucos minutos, um dos macacos tentou subir novamente e, na mesma hora, todos receberam mais água fria!
Depois de um par de tentativas frustradas, o grupo começou a impedir que outro candidato tentasse a sorte nas escadas. E logo ninguém mais se aproximou dos degraus.
Foi então que o pesquisador trocou um dos macacos por outro, que nunca havia estado naquela jaula.
A mesma cena se repetiu: atraído pelas bananas, o novato tentou subir os degraus de todo jeito, mas foi bloqueado pelos companheiros. E acabou desistindo.
O experimento seguiu e os veteranos foram sendo substituídos, um a um, por outros macacos.
E, a cada troca, o recém-chegado era impedido de apanhar as frutas pelos demais.
O incrível dessa história é que, os macacos que nunca experimentaram o jato de água, mesmo sem saber o porquê, não permitiam que ninguém subisse as escadas. E no final, as frutas permaneceram intactas.
Forte isso, né?
Trazendo para a nossa realidade, quem nunca ouviu a famosa frase: ‘Temos que fazer desse jeito, porque as coisas sempre foram feitas assim por aqui.’
Muitos comportamentos nasceram de hábitos ultrapassados, que foram repetidos sistematicamente por quem nunca ‘se molhou’. Por isso é tão importante buscarmos ‘o para quê’ dos paradigmas que nos são impostos.
E aqui vale um alerta:
As pessoas desistem de subir a escada não só pela influência dos colegas, mas também pela postura de alguns gestores, que disparam jatos de água toda vez que alguma falha acontece na equipe, inibindo qualquer iniciativa inovadora!
Você conhece (ou é) um líder assim?
A motivação individual sem dúvida é a base da mudança, mas podemos fazer mais.
Um espaço na agenda para troca de experiências, por exemplo. Um momento seguro para praticar a diversidade de ideias, sem mangueiras imaginárias apontadas, pode fazer a diferença.
Essa é apenas uma sugestão.
Existem várias formas de subirmos as escadas.
E, quer saber o mais legal disso tudo?
Existem recompensas para todos que buscarem alcançá-las!
#desenvolvimentopessoal #autoconhecimento #oportunidade #novociclo #melhoresdicas #gestão #rh
Leia este comentário e assine o abaixo-assinado. É uma OBRIGAÇÃO do Estado Brasileiro, nem precisaria de abaixo-assinado pra isso !!! https://t.co/BHs4s2z2ub via @change_br
Da Inviabilidade Eleitoral Da Direita.
A direita jamais será eleita no futuro do Brasil
E se a direita for eventualmente eleita por um lapso da história, como ocorreu com Collor e Bolsonaro, jamais será reeleita.
Como de fato não foram Collor e Bolsonaro
E ambos foram foram proibidos de se reelegerem no futuro, afastados do poder.
Verdade seja dita em ambos os casos, a direita foi um vencedor improvável e inesperado, e nem os liberais nem os conservadores brasileiros os apoiaram inicialmente.
A razão pela qual a direita nunca mais será eleita é a mesma que ocorre em Cuba, Rússia, Albânia, Coreia do Norte, Vietnã etc.
Após 50 anos de governos de esquerda, o povo esquece a maioria das competências e necessidades para viver em liberdade ou numa democracia liberal.
No Brasil, o povo não sabe mais como escolher bons médicos, porque quem decide os médicos é o Estado.
Não saberiam escolher psicólogos, porque é o Estado que escolhe quando são necessários, independente da linha de terapia ser freudiana, rolfiana, centrada no paciente ou kleiniana.
Não sabemos nem precisamos escolher as escolas e os professores de nossos filhos, nem a filosofia educativa a ser empregada. É tudo igual do Oiapoque ao Chuí.
Quem está no Bolsa Família há 10 anos já esqueceu sua profissão e não acompanhou as inovações do período. Vai depender de bolsas para o resto da vida.
Brasileiros não sabem aplicar seu FGTS; é o Estado que decide.
Não saberíamos como aplicar os 28% que nos são retirados em impostos da previdência, garantindo assim uma aposentadoria de fato.
Nossos liberais erram já de início ao lutarem por liberdade, porque não saberíamos como usar essa liberdade de escolha mesmo que a tivéssemos.
Tanto é que o povo brasileiro é conservador mas vota na esquerda porque já não sabe cuidar de si.
O mundo poderá até estar caminhando lentamente para a direita, mas os eleitores votarão na esquerda porque não sabem viver em outro tipo de regime.
Por isso, a estratégia dos liberais e conservadores não deveria ser querer ser eleitos, para depois perderem as eleições.
A luta é muito mais simples.
Lutar para que aqueles que queiram escolher seus médicos, administrar seu FGTS, aplicar pessoalmente suas reservas previdenciárias, escolher a escola de seus filhos, entre outros, possam fazê-lo.
Quem quiser renunciar a uma aposentadoria do Estado, estaria livre para aplicar os 28% de contribuições previdenciárias num fundo de pensão de sua própria escolha, por exemplo. Idem com o FGTS.
Somente seremos livres se nossas escolas passem a ensinar todos os brasileiros a serem capazes de cuidar de si e não depender eternamente do Estado.
Me lembro do meu pai debruçado sobre planilhas, com pilhas de papéis ao lado na mesa, tentando fechar as contas, encontrar um equilíbrio no orçamento de casa. Era uma tarefa quase impossível.
No início, eram planilhas em papel. Meu pai colava várias folhas de papel quadriculado uma na outra, formando uma planilha enorme que cobria a mesa toda. Nela ele anotava, com lapiseira, minuciosamente, o salário recebido e todas as despesas, uma em cada linha. Anotava também a poupança e os investimentos, onde colocava o pouco que ele conseguia poupar.
Ela uma luta solitária e inglória. Ele lutando para economizar alguma coisa, e o resto da família - minha mãe, eu e meus três irmãos - com necessidades e desejos sempre crescentes.
Passado o tempo, meu pai mudou do papel para uma planilha eletrônica. Quando ele se aposentou, o dilema continuava o mesmo. Ele passava horas sentado fazendo seus cálculos impossíveis, movendo algarismos de uma coluna para outra.
Ele conseguiu tirar desse esforço um resultado impressionante.
Quando ele ficou doente do mal que o mataria - um covarde câncer de pâncreas - ele consentiu em transferir aquela tarefa para mim, e naquele momento eu tive certeza de que ele se despedia.
Quando fui olhar os números, me surpreendi: sua aposentadoria era muito menor do que imaginávamos.
Ele tinha realizado o milagre da multiplicação do dinheiro, e completado sua missão de educar quatro filhos nos melhores colégios e faculdades particulares com seu único salário e com a ajuda de minha mãe, que sempre nos conseguia bolsas de estudos, e lutava diariamente para economizar em tudo.
Hoje, enquanto o resto da casa está ocupado com outras coisas, eu me sento diante de uma planilha, e repito o ritual que meu pai me ensinou: coloco em uma linha o salário, depois uma linha para cada despesa - e, assim, presto uma inadvertida homenagem ao homem que me colocou no mundo e me educou - e me ensinou o valor do esforço, do trabalho, do dinheiro e da família.
Pai, muito obrigado.