✍️ Influenciadora Ana Elisa, até ontem escalada como coordenadora da comunicação nas redes sociais de Lula, não durou nem 24h após o exposed de suas ideias repulsivas e comportamentos abjetos (voluntariamente oferecidos ao público no X).
Tomou Doril e apagou as redes.
Não bastassem os tuítes bizarros que vieram à tona - preconceito contra crentes, apoio à censura de Alexandre de Moraes dentre outros -, ainda surgiu um vídeo em que ela, com ares professorais, explica por que o "preto do sul" é racista.
Disse ela: "O que eu tô percebendo na internet esse dias é que as pessoas não sabiam que existem pretos racistas. É o que mais tem. Principalmente quando nós estamos tratando de pretos do Sul. Esse ar de superioridade do sul, existe um motivo. Recebeu italiano, alemão, europeu, enfim. Por que é mais propício pretos do sul serem racistas?”
Sem saber, Ana Elisa incorreu no artigo 20 da Lei do Racismo (L. 7.716/89), praticando a discriminação e o preconceito por procedência nacional, qualificados pelo uso da internet:
Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)
(...)
§ 2º Se qualquer dos crimes previstos neste artigo for cometido por intermédio dos meios de comunicação social, de publicação em redes sociais, da rede mundial de computadores ou de publicação de qualquer natureza: (Redação dada pela Lei nº 14.532, de 2023)
Pena: reclusão de dois a cinco anos e multa.
Essa tentativa de criar celebridades artificialmente, empurrando-as a fórceps à estima pública - sem haver um substrato mínimo de carisma ou cultura - leva a essas situações constrangedoras.
O deputado Luiz Philippe questiona o resultado do Flávio no 1.º turno e diz que é necessário uma reforma no sistema eleitoral
“Na minha opinião, o Flávio foi eleito no primeiro turno.”
Essa declaração é de Luiz Philippe de Orleans e Bragança, em entrevista ao canal Time Line, ao comentar a diferença aparentemente contraditória entre a votação de Flávio Bolsonaro e a soma dos votos obtidos pelos senadores eleitos da direita.
O deputado chama atenção para uma incongruência que, segundo ele, precisa ser analisada: como os senadores de direita podem, somados, ter recebido uma quantidade de votos muito superior à de Flávio, se pertencem ao mesmo campo político e foram escolhidos pelo mesmo eleitorado?
Luiz Philippe também considera “muito estranho” o comportamento da votação para os demais cargos durante o episódio da apuração, enquanto a votação para presidente teria apresentado um comportamento diferente.
Mas o ponto central da fala vai além de questionar um resultado específico.
Ele defende que é preciso colocar em pauta uma revisão completa do sistema eleitoral e do funcionamento do TSE, porque uma parcela enorme da população não está satisfeita com a forma como o processo funciona.
E faz uma observação importante: não basta o Judiciário afirmar que temos “o melhor sistema”. Em uma democracia, a confiança da população também precisa ser levada em consideração.
Se milhões de brasileiros não confiam no sistema, a resposta não deveria ser simplesmente desqualificar essa desconfiança. É preciso abrir os dados, discutir, investigar e, se necessário, aperfeiçoar o sistema para que o resultado das eleições seja não apenas tecnicamente proclamado, mas também socialmente reconhecido como legítimo.
E Luiz Philippe encerra com sua posição pessoal, sem rodeios:
“Na minha opinião, o Flávio foi eleito no primeiro turno.”
Vale ouvir o trecho completo e prestar atenção aos argumentos apresentados.
SEM ANISTIA PARA ALEXANDRE DE MORAES.
Direita agora se une pelo impeachment de Moraes, que eu defendo há anos. Desde 22, fui o primeiro a pedir publicamente o impeachment de Moraes. Desde o começo das negociações para anistia, eu já dizia que não cabia anistia para juiz carrasco. Vozes se calaram; vozes da direita, governadores, prefeitos, deputados, senadores se calaram e diziam para mim para moderar o tom. Agora perceberam, em uníssono, que o silêncio e a omissão favoreceram a mais brutal perseguição judicial que esse país já teve. Sem anistia, Nicolas Ferreira, para o carrasco travestido de juiz Alexandre de Moraes. Libertas quae sera tamen. Liberdade ainda que tardia; justiça ainda que tardia!
Quem se beneficia com a pobreza no Brasil?
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Nós vamos vencer! É hora de ir pra cima, com força e determinação. O povo brasileiro está cansado de promessas e quer mudança, quer um Brasil que volte a crescer, prosperar e dar esperança às famílias.
Flávio Bolsonaro 22! 🇧🇷
Você nunca foi fraca! Só precisa de trabalho, respeito e liberdade para escolher a própria vida! Vamos juntas nos livrar do abuso, da dependência e da insegurança. Dia 25, @flaviobolsonaro.