Não sei quem escreveu, mas achei bem interessante
*O PARADOXO DO EFEITO COBRA*
No século XIX, o governo britânico na Índia queria reduzir a população de cobras venenosas em Delhi.
A solução pareceu ser óbvia: pagar uma recompensa por cada cobra morta entregue.
No começo funcionou. As cobras diminuíram. O programa parecia um sucesso.
PORÉM…..
A população percebeu algo: criar cobra dava dinheiro!!
Começaram a criar cobras em casa para entregar ao governo.
Quando o programa foi cancelado, os criadores soltaram as cobras inúteis.
O resultado: mais cobras que antes do programa.
Isso ganhou nome:
*EFEITO COBRA*
*O CASO BRASILEIRO*
O Brasil criou o Bolsa Familia para tirar pessoas da pobreza. O objetivo era nobre.
Mas o programa foi crescendo. Os critérios foram sendo ampliados. Os valores foram aumentando. E ninguém criou um incentivo real para sair.
- Quem ganha um pouco mais perde o benefício.
- Quem declara renda maior perde o beneficio.
- Quem arruma emprego formal corre o risco de perder o beneficio.
*O QUE A POPULAÇÃO APRENDEU ??*
A população aprendeu a ficar elegível ao programa!!
- Não declarar renda acima do limite.
- Não formalizar o trabalho.
Minha Casa Minha Vida, Bolsa Familia, CadÚnico cada beneficio tem um teto, e o brasileiro racional aprendeu a ficar abaixo dele.
Não é desonestidade. _*É o Efeito Cobra funcionando perfeitamente.*_
*OS NÚMEROS NÃO MENTEM*
Em 2003, o Bolsa Familia atendia 3,6 milhões de familias.
Em 2024, chegou a 21 milhões.
O custo saiu de R$ 4 bilhões para R$ 168 bilhões por ano.
Em 20 anos, o número de beneficiários quintuplicou.
Se o programa funcionasse como planejado, as familias sairiam. O número cairia.
A cobra está maior do que nunca.
*E O DESEMPREGO?*
A taxa caiu para mínimas históricas.
O governo comemorou.
Mas a taxa de desemprego só mede quem está procurando emprego e não encontra.
Quem parou de procurar, não entra na conta!!!
E com R$ 168 bilhões em beneficios anuais, muita gente parou de procurar não por preguiça, mas porque a conta fechou melhor assim.
*A CONCLUSÃO*
O incentivo errado sempre produz o comportamento errado. _
*O governo não criou dependentes: Criou um sistema que recompensa a dependência.*_
A paz esteja com todos vós! Esta é a primeira saudação de Cristo Ressuscitado, o Bom Pastor. Também eu gostaria que esta saudação de paz entrasse no vosso coração, chegasse às vossas famílias, a todas as pessoas, onde quer que se encontrem, a todos os povos, a toda a terra.
🚨 URGENTE - Augusto Nunes destrói Alexandre de Moraes após a reportagem da Folha de SP
“Acabou o medo, porque a causa do medo começou a acabar! Alexandre de Moraes é, neste momento, o réu!”
Imposto sobre a Inveja
Tribute-se a inveja, e não a herança; inclusive, porque se arrecadaria muito mais. A base tributária é bem maior: vermelhos de inveja, há um bando numeroso que está mais preocupado em cobiçar a posse do próximo que em auditar o próprio fracasso para ambicionar algo melhor para a sua família.
Imposto sobre a herança é uma das políticas públicas mais vis, torpes e repugnantes que existem. É um dos tributos mais sujos e imorais jamais inventados.
Poucas coisas na vida são mais bonitas, virtuosas e sublimes do que trabalhar e privar-se do próprio consumo para, no futuro, poder deixar algo para os filhos. Não; eu quero muito, mas não posso comprar isso porque quero deixar esse bocado a mais para o meu filho. É o bem-estar futuro da sua família sacralizado no sacrifício do tempo presente.
Essa atitude deveria ser aplaudida e reverenciada pela sociedade. Deveria haver um prêmio tipo Nobel para quem deixou a maior herança todo ano.
O sujeito privou-se para deixar a riqueza para os filhos, e não para que um bando de ressentidos - disfarçando o ressentimento com a bandeira socialista da Justiça Social - venha tomar-lhe o dinheiro chorando que "ah, mas o filho de fulaninho tem mais que eu".
O que te afeta se um herdeiro tem mais que você? Qual o problema? Você não se aguenta em si, não se satisfaz consigo mesmo, não logra regular a auto-estima, porque alguém tem mais que você?
Você é a rainha da branca de neve, que não aguenta a existência de alguém a sua frente? Você é frágil assim? É esse o nível de imaturidade, de niilismo, de vontade de destruir aquilo que é bom mas que você não possui, ou melhor, precisamente porque você não possui?
Não tem ensinaram a cuidar da tua vida e a não invejar as posses dos outros? Se você sente desgosto pelo bem alheio, sua alma está doente de narcisismo e inveja. Salieri é o vilão, Mozart é que é o herói. Ou além da herança, você tem problema com o talento também?
Caim mata Abel, a rainha envenena a maçã, e o progressista taxa a herança. Do pecado capital ao pecado anticapital, o sentimento é o mesmo.
Tributar a herança é formalizar a inveja em documento legal, é disfarçar o rancor de planejamento tributário, é transliterar o ressentimento em política pública.
Acho que tudo isso é muito óbvio; fora dos soviets das universidades e dos leblons, esse é o senso comum: todos aspiram a ter uma vida melhor e a poder deixar, desimpedidos, aquilo que acumularam para os filhos. Mas daí vem a fanatização marxista e tenta justificar ideologicamente aquilo que nada mais é do que uma doença da alma.
Se querem tributar alguma coisa, que tributem a mesquinharia; ressentiu-se da herança do próximo? Pague 10% sobre o valor cobiçado. Propôs imposto sobre herança? Mais 10%. Se você também teve um bem cobiçado pode abater da base de cálculo. Resolve-se o déficit em algumas horas.
O perfil dos presidentes de câmara e senado tem sido consistente ao longo dos anos. Não tem opinião sobre nada pois não tem visão de país.
Não propõe leis ou reformas senão aquelas que o executivo ou judiciário autorizam.
São inteligentes e conhecedores do regimento mas só usam esses atributos para fazerem articulações.
São operadores das sombras, escolhidos para negociar interesses anônimos. Não defendem seus pares por isso não são líderes, são graxa; lisos e grudados na máquina.
Não são nem presidencialistas nem parlamentaristas, são “orçamentistas”. E é isso que sempre eleva esse perfil flácido a liderança das casas legislativas.
Vamos propor uma revisão dos incentivos que criam esse problema. Sem líder de verdade na presidência da câmara e do senado não temos poder legislativo.