@rmotta2 - Do ponto de vista profissional apenas: entre uma faculdade meia boca e um bom ensino profissionalizante, fique com a segunda opção.
- faça o que gosta
- se for ramo de negócios, considere engenharia como base.
@Maik82922081@BRASILVERGONH4@drpaulofaria22 Apelou para o “vai estudar”! Faz tempo que eu não via isso. Os imbecis que usavam essa frase evoluíram um pouco. Vc ficou na mesma merda de sempre.
@pfigueiredo08 Esse cara é tão imbecil que nem sendo um militante de esquerda padrão instituto chupa Lula ele conseguiu manter o emprego dele na #Globolixo
@Poder360 Prefiro isso: “Blog Poder 360 faz chamada idiota para matéria sobre postura de Flávio Bolsonaro em relação à maioridade penal e é trucidado nos comentários”.
Uma resposta a Ricardo Lacerda, fundador e CEO da BR Partners
Este texto não tem o objetivo de ofender, desqualificar ou criar polêmica. Seu propósito é apenas apresentar uma visão diferente da exposta por Ricardo Lacerda, CEO da BR Partners, em recente manifestação pública.
Começo por um ponto fundamental: opiniões divergentes são legítimas e saudáveis. Uma sociedade livre se fortalece quando pessoas com visões distintas podem debater ideias de forma respeitosa. O livre debate é um dos pilares da democracia e das instituições. É justamente nesse espírito que apresento minhas discordâncias.
A primeira delas diz respeito à afirmação de que Lula não representa qualquer risco às instituições democráticas.
Cada cidadão pode chegar à sua própria conclusão, mas considero legítimo questionar essa afirmação à luz de fatos conhecidos. Lula indicou para o Supremo Tribunal Federal seu ex-advogado pessoal, Cristiano Zanin, e posteriormente indicou Flávio Dino, ex-ministro de seu governo e um de seus principais aliados políticos. Independentemente da qualidade técnica de ambos, é razoável perguntar se a crescente proximidade entre Executivo e Judiciário não merece reflexão por parte daqueles preocupados com a independência entre os Poderes.
Da mesma forma, Lula foi a principal liderança política de um partido envolvido no escândalo do Mensalão, esquema que resultou em condenações por corrupção e que tinha como objetivo influenciar votações no Congresso Nacional. Ainda que cada pessoa tenha sua interpretação sobre esses acontecimentos, parece difícil sustentar que não exista qualquer preocupação institucional a ser debatida.
Minha segunda divergência refere-se ao argumento de que Flávio Bolsonaro representaria um risco às instituições por defender a anistia a Jair Bolsonaro e aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro.
Esse raciocínio merece atenção. A defesa de uma anistia ou de um indulto não é uma posição exclusiva de Flávio Bolsonaro. Governadores como Romeu Zema e Ronaldo Caiado já declararam publicamente que apoiam medidas semelhantes. Portanto, se a defesa da anistia for considerada, por si só, uma ameaça institucional, então a mesma crítica precisaria ser estendida a praticamente todo o campo político da direita brasileira.
Mais importante ainda: esses candidatos não escondem sua posição. Pelo contrário, apresentam-na de forma explícita ao eleitorado. Caso um deles venha a ser eleito defendendo essa pauta, isso significará que uma parcela majoritária dos eleitores concordou com uma proposta apresentada de forma transparente durante a campanha.
Além disso, a anistia é um instrumento previsto no ordenamento jurídico brasileiro e já foi utilizada em diversos momentos da história nacional. Pode-se concordar ou discordar de sua aplicação em cada caso concreto, mas sua mera defesa não configura, por si só, uma ameaça à democracia ou às instituições.
Em uma democracia, o debate deve ocorrer justamente sobre quais políticas públicas são desejáveis e quais não são. Transformar determinadas posições políticas em evidência automática de ameaça institucional corre o risco de empobrecer o debate público e dificultar a convivência entre visões divergentes.
O Brasil precisa de instituições fortes, independentes e respeitadas. Mas também precisa de um ambiente em que diferentes projetos políticos possam disputar o apoio da população sem que seus defensores sejam automaticamente tratados como adversários da democracia.
Essa distinção é essencial para a preservação do pluralismo político, que é um dos fundamentos da própria democracia que todos desejamos proteger.
@o_incensuravel Absurdo normalizarem a criminalização de uma proposta de lei, seja ela qual for, vinda de um representante eleito pelo povo. Que fundo de poço nós estamos. 🤦🏻♂️
@diegomuguetrj Eu fico triste porque o povo iraniano é um povo muito bom. Temos que separar o povo de um governo opressor. Estive lá, passei 20 dias. Os iranianos são ótimos e odeiam o governo. A seleção de futebol não necessariamente apoia o regime.
@femisapien_z@rafaelgloves Não sou multimilionário, longe disso. De resto me encaixo bem na sua descrição. Nunca ganhei tanto dinheiro sem fazer nada como agora. Mas meus princípios e meu voto não são em função de meu interesse pessoal próprio. Então sim, eu penso diferente.
@jjmetjr@rafaelgloves Meu amigo, faz tempo que comunismo não é mais “estatização dos meios de produção”, mas sim a junção do poder econômico (concentrado em poucos) com o poder político. Atualize-se.