USAID wasn’t only used to steal U.S. elections either…
The 2022 Brazilian Election was Stolen from Bolsonaro — USAID and CIA, Installing Election Machines they Didn’t even want
- U.S. entities, like the State Department and USAID, influenced the election by funding censorship laws in Brazil.
- these laws led to Bolsonaro’s social media ban, limiting his campaign’s reach and favoring Lula.
- massive favors were called in by the US state Department and leveraged personal connections to build voting machines for the Lula-aligned Brazil officials.
- months before the election, CIA Director William Burns visited Brazil and warned Bolsonaro against contesting the results by implying the NEWLY INSTALLED voting machines were compromised, implying a coordinated effort to ensure Lula’s win.
“It’s not even his country’s voting system.”
• DefSec Lloyd Austin went to Brazil 1 month later and pushed the Chief of the Brazilian Armed Forces to commit to the election results and side with Lula.
- Bolsonaro didn’t want these election machines and the US State Department, Pentagon, utilizing USAID funding forced a regime change down their throats.
https://t.co/BpCIKQ8VHs
Estou em Washington DC. Vejam que ótima ideia: em meio a um esforço gigantesco para impedir que tarifas sejam colocadas no Brasil, Lula xinga Rubio, alfineta Trump e hoje resolve anunciar títulos públicos em moeda chinesa. É muita provocação!! Quer desesperadamente uma tarifa.
🚨 URGENTE: Flavio Bolsonaro virá a audiência pública nos EUA para se opor à aplicação de tarifas contra o Brasil. O prazo para a inscrição se encerrou hoje e o governo do Lula não se apresentou para a contestação.
Preferiu a imigração islâmica aos europeus, abriu as portas e protegeu gangs de violadores indianos e paquistaneses, fez colapsar a economia. Típico socialista. Não vai deixar saudades!
Atenção @defesacivilbr ?????
Até este momento, não há uma manifestação clara, pública e oficial explicando o ocorrido.
Estamos falando do mais alto nível do sistema de alertas de emergência do país, uma ferramenta destinada a proteger vidas em situações de grave risco.
Quem enviou a mensagem?
Quem autorizou o disparo?
Houve falha técnica, erro operacional ou uso indevido do sistema?
O silêncio das autoridades apenas aumenta a preocupação da população.
O Brasil precisa de respostas. E precisa delas com urgência.
A credibilidade de um sistema de emergência nacional não pode ficar refém da falta de transparência.
misantropia
Se um hacker consegue entrar no sistema da Defesa Civil e enviar um alerta falso para milhões de brasileiros, o que mais é possível fazer? Segurança informacional é também uma questão de soberania. Esse governo é incapaz de garanti-la.
Com os brabos da segurança pública, conhecendo o plano BRASIL SEM MEDO apresentado pelo próximo Presidente do Brasil @FlavioBolsonaro, que a partir do ano que vem vai fazer o Brasileiro poder viver sem medo da bandidagem no Brasil! Com @SF_Moro e @DerriteSP 💪🏼👊🏼 🚀
Jacques Wagner admitiu tudo. Sobre a origem do Banco Master. Publicamente. Em um podcast baiano.
As palavras são dele:
"Apareceu o Augusto Lima, que nem era do banco. Era um cabra que vendia consignado em sindicato. Ele se interessou porque na venda da Cesta do Povo, estava embarcado o cartão cesta."
E continua:
"Foi aí que entrou esse Vorcaro com o banco Máxima. Ele entrou com o dinheiro que esse baiano não tinha e depois virou Banco Master."
Wagner não está negando. Está confessando. Sem pudor.
O atentado contra o vereador Cabo Deyvison, em Mossoró, é um choque, mas infelizmente não chega a ser uma surpresa. No Brasil de hoje, quem enfrenta facções narcoterroristas se torna alvo.
Minha solidariedade ao Cabo Deyvison, a quem desejo uma pronta e plena recuperação. Minha solidariedade também aos amigos e familiares do assessor Allysson Diego, que pagou com a própria vida por estar ao lado de alguém que não se cala diante do crime.
Isso não é criminalidade comum. Isso é terrorismo.
O uso de um fuzil calibre 5.56, uma arma de guerra, em plena luz do dia, revela o nível de ousadia e o poder de fogo dessas organizações. Não estamos falando de simples quadrilhas. Estamos falando de facções que operam com estrutura militar, dominam territórios e executam ataques planejados.
É por isso que a classificação dessas organizações como terroristas é uma necessidade urgente. Enquanto o Estado insistir em tratá-las como um problema comum de segurança pública, elas continuarão agindo como exércitos paralelos, intimidando, aterrorizando e assassinando quem ousa enfrentá-las.