🚨 EXCLUSIVO: o Intercept Brasil obteve mensagens, documentos e áudios que revelam como Flávio Bolsonaro negociou diretamente com o banqueiro Daniel Vorcaro um pagamento milionário para financiar “Dark Horse”, filme sobre Jair Bolsonaro.
Vorcaro, dono do Banco Master, pagou pelo menos 10 milhões de dólares para a produção do longa, segundo documentos analisados pela reportagem. As conversas mostram cobranças por dinheiro, negociações de bastidores e a participação de outros intermediários, como Eduardo Bolsonaro e Mário Frias, ex-secretário da Cultura do governo Bolsonaro e roteirista de “Dark Horse”.
Neste vídeo, você ouve um áudio enviado por Flávio Bolsonaro cobrando pagamentos e alertando para o risco de paralisação da produção.
Leia a reportagem completa no site do Intercept Brasil: https://t.co/CUeVUIyXLZ
A independência do Banco Central
Por Rodrigo Siqueira Rodriguez
Antecedentes históricos e sua ascensão na era da financeirização.
https://t.co/RBraAI8xVb
#aterraéredonda#RodrigoSiqueiraRodriguez
Por blindagem política, Porto Alegre ignora plano que pode acabar com enchentes em 48 horas:
Entrevistamos Vicente Rauber, ex-diretor do Departamento de Águas Pluviais de Porto Alegre, que comenta plano entregue ao governo de Sebastião Melo
https://t.co/6J8L5OA4vH
O prefeito de Farroupilha, Fabiano Feltrin (PL-RS), cobra o Paulo Pimenta sobre o “envio de recursos”.
Por essa ele não esperava, no segundo vídeo a verdade.
Vejam o que fazem, editam o vídeo pra fazer VT e dizer que são os bons.
Na verdade posou de incompetente e burro.
23/04/2024. São Paulo. Brasil.
Morador recebe cobrança de aluguel que já estava pago. O cobrador, ex-marido da dona do imóvel, o ameaça com uma faca. O morador aciona a polícia.
Com a chegada dos PMs, a vítima vira criminoso.
Mais uma ação abusiva da polícia.
Comentários preliminares sobre o PLDO de 2025 e a ameaça ao piso da saúde.
Ao dar uma primeira olhada no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025, minha reação foi de completa incredulidade.
Nas projeções fiscais do PLDO para os gastos com saúde (obrigatórios com controle de fluxo), o governo parece pressupor o fim do piso constitucional já a partir de 2025. Isso confirma e ratifica as declarações recentes da equipe econômica, que se opôs publicamente aos atuais mínimos constitucionais para saúde e educação, conquistas históricas do nosso povo.
Para que as projeções e/ou projetos do governo apontados no texto se concretizem de fato, é necessário que uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) seja aprovada no Congresso ainda neste ano, revogando os atuais pisos constitucionais da saúde e da educação. Portanto, nada está perdido. Ainda.
O PLDO revela intenções claras do governo de promover um declínio contínuo nos gastos com saúde de 2025 a 2028, representando um retrocesso flagrante em comparação com o modelo atual. Para 2024, a projeção de gastos começa em R$ 153,4 bilhões e segue uma trajetória de queda anual, atingindo R$ 148 bilhões em 2028 (a preços de 2024).
Essa redução é ainda mais drástica para essa variável específica que o congelamento imposto durante a gestão Temer, configurando uma verdadeira trajetória de 'derretimento', conforme descrito na tabela 7 do PLDO 2025.
Em decorrência da contínua e deliberada deterioração relativa dos gastos com saúde, o governo prevê diminuir a proporção desses gastos em relação ao PIB de 1,33% em 2024 para 1,15% em 2028 (tabela 6).
É importante ressaltar que o anúncio deste projeto ocorreu no mesmo dia em que foi divulgada uma suposta parceria entre o governo e o Congresso para a aprovação de uma PEC que visa estabelecer um piso para aumentar os gastos com as Forças Armadas de 1,2% do PIB para, no mínimo, 2%.
Há também a promessa de redução do tamanho do Estado como um todo em proporção ao PIB.
O diagnóstico do governo é claro: considera que o Brasil gasta muito com saúde, educação e demais áreas públicas. Portanto, pretende construir uma economia com mais mercado e menos Estado. Concretamente, promete reduzir os gastos primários totais de quase 19,63% do PIB em 2023 para 17,85% em 2028 (PLDO 2025, p. 146).
Um trecho curioso do PLDO é quando o governo menciona que pretende realizar uma ampla revisão de gastos com o seguinte objetivo:
"O processo de revisão de gastos no âmbito do Poder Executivo federal surge como uma resposta estratégica e proativa a três desafios: (1) reduzir a pressão das despesas obrigatórias, que têm previsão de crescimento, por força legal e de movimentos sociodemográficos (...)."
Sinceramente, é razoável para um governo progressista atuar para reduzir despesas que tendem a crescer para acompanhar o aumento da demanda da população por um determinado serviço?
Como a população brasileira está envelhecendo, por exemplo, há obviamente pressão para a ampliação com gastos em saúde. Diante deste cenário a atitude sensata é atuar para reduzí-los?
Antecipando-se às críticas, o governo defende que os cortes de gastos serão compensados por um 'aumento de eficiência'. Naturalmente, argumentam que o cerne dos problemas na saúde e educação reside na eficiência. Segundo essa lógica, reduzindo os salários dos professores e dos profissionais de saúde, a eficiência, por consequência, aumentaria.
Detalhe: embora o governo, por motivos óbvios, não mencione explicitamente saúde e educação como alvos diretos das revisões, as tabelas anexadas e o Relatório de Projeções Fiscais do Tesouro deixam claro essa intenção. O relatório revela que foram realizados estudos visando a retirada de mais de R$ 500 bilhões dessas áreas até 2033.
Diante deste cenário de contração fiscal dos gastos e investimentos públicos, como o governo pretende gerar crescimento econômico nos próximos ?
(i) Contração fiscal expansionista e... progresssista. Baseados em suposições sem evidências, apostam que a reforma tributária e a contração fiscal reduzirão significativamente 'a tal taxa neutra de juros' (p. 123). Esta hipótese neoliberal, amplamente falha e ridicularizada por fartas evidências históricas, é hoje criticada até pelo FMI. Apenas os mais ardorosos defensores do neoliberalismo ainda sustentam a tese de uma contração fiscal expansionista. Até Alberto Alesina, o arquiteto dessa teoria, agora admite suas falhas. Contudo, o governo promete que dessa vez a contração fiscal vai funcionar tão bem que além de ser expansionista será progressista, algo que será inédito na história do capitalismo.
(ii) As chamadas medidas microeconômicas, principalmente a ampliação da facilidade do sistema financeiro em executar garantias de devedores, como carros, casas e afins. Prometem que isso também reduzirá juros. A Febraban apoia efusivamente a medida que ela mesmo construiu e garante que os juros no Brasil são altos porque o nosso povo fica dando muita volta nos pobres bancos.
(iii) Citam medidas de incentivo ao investimento privado, especialmente ambientais, como o chamado Plano de Transformação Ecológica. Será o mercado salvando o meio ambiente da destruição que ele mesmo gera.
(iv) Consideram que a suposta inovação do programa de hedge cambial para reduzir o risco do especulador externo vai atrair investimentos.
Prosseguem com um espetáculo de platitudes neoliberais, tão familiares aos discursos dos tucanos ao longo das décadas.
Entretanto, não posso terminar esse texto sem mencionar algo que me chamou bastante atenção: a curiosa aposta na ampliação da dívida externa. Aqueles minimamente familiarizados com a economia brasileira entendem bem o risco de trocar dívida emitida na nossa própria moeda por dívida em dólares e outras moedas fortes. No entanto, para o governo, parece não haver diferença alguma. Vejam esse trecho de uma matéria assinada pelo Tesouro Nacional:
"A emissão reforça o papel importante da dívida externa em termos de alongamento de prazo, diversificação de indexadores e da base de investidores (...)"
Por fim, o governo conclui no PLDO que é a austeridade fiscal que vai matar a fome e a insuficiência de serviços públicos no Brasil:
"Políticas fiscais bem elaboradas, dentro de um arcabouço que prima por responsabilidade fiscal, podem mitigar os problemas sociais que assolam a população brasileira, como a fome, a oferta ainda insuficiente dos serviços públicos e as desigualdades."
Trechos do forte relato de Carlinhos, novo reforço do Flamengo, em entrevista ao @JornalOGlobo:
"Cada gol neste Campeonato Carioca significou o prazer de retomar minha carreira. Um alívio. Eu passei por muitas humilhações. Pessoas falavam na minha cara: 'Você vai ser uma eterna promessa, não vai chegar mais'. Esses gols simbolizam a persistência."
"No Corinthians eu me perdi um pouco. Subi muito jovem, na esperança de ser um fenômeno e receber propostas. Fui na onda. Mas subi para o profissional tendo que fazer duas cirurgias. Começaram a bater as frustrações, a imprensa e a torcida criticando, e eu não sabia lidar. Nasci em Jaú-SP e estava sozinho em São Paulo, não tinha ninguém para desabafar. Eu peguei uma depressão feia. Agora estou voltando a ser feliz. Eu chorava à toa no campo, só queria ficar deitado, não tinha vontade de nada, não conseguia dormir à noite."
"A gente não cresce com maturidade. Vamos ser sinceros, a gente que é de periferia é criado pelo sistema. O que é o sistema? O sistema é 'Carlinhos vai ganhar dinheiro, fazer bagunça, filho, e depois morrer de cirrose'. Se você não tiver uma blindagem emocional, vai de ralo. Eu precisava recomeçar. Saí do Corinthians e dei aquelas rodadas pelos clubes, para pegar bagagem."
"Em 2021, eu estava no Audax e meu pai me ligou, falando que minha mãe estava tendo uns desmaios. Ela tinha caído e batido o rosto. Aí meu pai falou que ela estava com um tumor do tamanho de um limão no crânio. Eu desabei. Foi a primeira vez que chorei um choro da alma. Depois da cirurgia, minha mãe só respondia apertando meu dedo. Eu decidi parar de jogar. Parei por um ano. Sei que o futebol passa rápido, mas decidi cuidar dela, porque mãe é uma só, o amor ao futebol não é superior à família. Hoje, minha mãe está melhor, falando, comendo, mas está cega. A operação tem 3 anos. São as pessoas que se importam com você de verdade, o resto é conversa."
"Voltei a jogar no ano passado e foi muito difícil, porque jogador não pode parar nem por dois dias. Fui para o Camboriú (SC) e joguei muito bem. O Nova Iguaçu me ligou e eu vim. Aqui, me trataram como ser humano. Todo dia me chamaram para conversar, perguntando como estava minha mãe. Eu trabalho mais feliz. Esse acolhimento está sendo importante."
"Além da Bíblia, eu gosto de ler bastante sobre desenvolvimento pessoal. Nós, jogadores, crescemos com aquele complexo de que 'jogador já nasceu burro, não sabe ler'. Não. Tem muito jogador inteligente."
🗞 @JornalOGlobo
📸 Divulgação/Nova Iguaçu
Em entrevista ao @geglobo, Felipe Melo, do Fluminense, falou sobre os casos de Robinho e Daniel Alves:
"Primeiro de tudo, ninguém é obrigado a falar sobre o tema. 'Ah, mas por que que fulano não fala?'. Não fala porque não é obrigado a falar, mas eu não vejo problema nenhum em falar. Eu tenho uma filha de 15 anos. Se isso fosse com a minha filha, acho que eu não estaria aqui para dar essa entrevista para vocês. Acho que o ser humano tem que ser respeitado, a mulher e o homem."
"A notícia vem como uma bomba, mas tem que pagar pelo que fez. Se for condenado, tem que pagar pelo que fez. E que sirva de lição. Isso é muito sério, não tem que passar a mão na cabeça de ninguém. Tem que pagar, e depois que pagar a pena e sair, tem que ser ressocializado."
"Futebol não vai dar para eles jogarem mais, mas não podem fechar as portas para eles também, porque pagaram. Pela lei dos homens, foi pago. Tem que pagar. Acho, inclusive, pouco tempo de pena. Daniel Alves já saiu da cadeia. Acho pouco para quem fez isso com uma mulher. Imagina o sentimento da menina, que é filha, dos pais. A partir do momento que o cara é condenado, acabou. Não tem como passar a mão na cabeça de ninguém. Nós temos sim o dever de educar os nossos filhos, e isso também é muita questão de educação. Educar os nossos filhos, nossas filhas para que isso não aconteça."
🗞 @geglobo
📸 Reprodução/ge
Rapaz! Governo Lula vai quebrar o país por "excesso de aquecimento da economia". Se o desemprego continuar caindo nesse ritmo, o salário do trabalhador vai subir e isso é ruim para a economia kkkkkkk
A mídia inventou que Lula estava isolado - errou: a chefe da diplomacia da UE e o secretário dos EUA destacaram papel do Brasil.
A mídia apostou nas críticas à fala sobre Gaza - errou: nenhum chefe de estado relevante repreendeu o presidente.
A mídia aventou a imposição de sanções contra o Brasil - errou: nenhum país sugeriu esse absurdo.
A mídia repudiou hipótese de analogia com nazismo - errou: estudiosa de genocídios deu razão a Lula.
A mídia delirou para atribuir a Lula antissemitismo - errou: intelectuais e jornalistas judeus derrubam essa tese.
A mídia apontou banalização do holocausto por Lula - errou: quem usou em chacota foi o chanceler israelense.
A mídia temeu represália dos EUA por fala de Lula - errou: Biden manifestou solidariedade (tímida) aos palestinos.
Na fantasia criada pela mídia viralata e iludida, a única verdade é viver de mentiras.