Marina Silva quer ser senadora pelo Estado de São Paulo. Mas o que ela fez pelo povo paulista nos últimos anos, já que tem mandato de deputada federal? Nada. Os dados do site da Câmara mostram atuação legislativa praticamente nula.
Será que as bandeiras do ativismo radical ambientalista de Marina são prioritárias para um Estado que empurra o país? Que precisa de alguém com posições claras sobre o combate ao narcoterrorismo e a defesa do agro?
AVE MARIA, CHEIA DE GRAÇA,
o Senhor é convosco,
bendita sois vós entre as mulheres
e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, Mãe de Deus,
rogai por nós pecadores,
agora e na hora da nossa morte.
AMÉM!
A Athleta, empresa brasileira que fez os uniformes do Brasil quando a seleção conquistou os 3 primeiros títulos mundiais, vende camisas mais bonitas que as da @Nike por 1/3 do preço!!
São os uniformes de 1958, 1962 e 1970.
MUITO MELHOR!
“Estamos prestes a publicar o MAIOR estudo já realizado sobre a relação entre ivermectina e câncer em humanos. Após 6 meses, muitos pacientes relataram que o câncer havia DESAPARECIDO. Centenas de estudos pré-clínicos demonstraram que os antiparasitários atacam tumores por meio de 12 mecanismos distintos em mais de 12 tipos de câncer.”
Há momentos em que a ciência deixa de sussurrar e começa, finalmente, a incomodar. O anúncio de um estudo de grande escala sobre ivermectina e câncer não é apenas mais uma publicação no oceano acadêmico. É um ponto de tensão.
Porque, se confirmado, não se trata de um detalhe técnico. Trata-se de uma ruptura.
Durante décadas, o combate ao câncer foi conduzido dentro de um modelo rígido, caro, altamente especializado e, muitas vezes, distante da realidade de milhões de pessoas. De repente, surge a possibilidade de que um fármaco antigo, conhecido, acessível, possa atuar em múltiplos mecanismos contra tumores. Isso não é apenas ciência. Isso é potencial transformação de paradigma.
Os dados mencionados — desaparecimento relatado em pacientes após meses e uma base crescente de estudos pré-clínicos — apontam para algo que não pode ser simplesmente ignorado ou tratado com desdém automático. Não se constrói esse volume de investigação sem que exista, no mínimo, um sinal consistente por trás.
E aqui está o ponto mais incômodo.
Se existe mesmo um conjunto de evidências apontando para caminhos alternativos, o debate precisa ser ampliado, não abafado. A ciência não pode ser seletiva com aquilo que decide investigar com profundidade. Ou ela se mantém aberta ao novo, ou se torna apenas guardiã do que já foi estabelecido.
Isso não significa decretar cura. Significa reconhecer relevância.
Porque toda grande mudança na medicina começou exatamente assim. Com algo que parecia improvável demais para ser levado a sério — até deixar de ser.
Se esse estudo entregar o que sugere, não estaremos diante de mais uma descoberta. Estaremos diante de uma reavaliação profunda de como o câncer é entendido, tratado e, principalmente, de quem tem acesso às soluções.
E quando uma possibilidade assim surge, o mínimo que se espera não é resistência automática.
É investigação sem medo.
Ivermectina + Mebendazol
O “pecado original” da oncologia convencional é tratar o câncer como uma entidade invasora que precisa ser aniquilada, em vez de um sistema de comunicação que se desregulou.
O desafio é que a farmacologia atual foi projetada para “bloquear”, e não para “modular delicadamente” uma rede complexa.
Ivermectina + Mebendazol.
Ambos os fármacos atuam como moduladores sistêmicos, mais do que como simples venenos celulares. Sua viabilidade estaria no fato de atingirem nós críticos que a quimioterapia convencional costuma ignorar.
O Mebendazol (MBZ) liga-se à β-tubulina e bloqueia a polimerização dos microtúbulos, destruindo o citoesqueleto e alterando o tráfego vesicular, a mitose e a organização celular; isso se traduz em um colapso da replicação e da arquitetura do tumor, além de afetar a homeostase energética (pela redução da captação de glicose e degradação do glicogênio) em entidades sensíveis.
Sua absorção é melhor na presença de gorduras (maior biodisponibilidade com alimentação rica em lipídios), o que permite alcançar níveis sistêmicos capazes de afetar compartimentos extraintestinais.
A ivermectina (IVM) inibe o heterodímero importina-α/β, impedindo o transporte nuclear de proteínas com sinais de localização nuclear (NLS), incluindo muitas proteínas ativadas por vias de sobrevivência como MAPK, STAT, HIF, entre outras.
Ao bloquear a entrada desses sinais no núcleo, a ivermectina aumentaria a vulnerabilidade das células tumorais à apoptose e reduziria sua capacidade de adaptação ao estresse (hipóxia, dano genômico etc.).
🇺🇸🇮🇷‼️ÚLTIMAS NOTÍCIAS: Iranianos assistem, riem e comemoram enquanto uma instalação especial da Guarda Revolucionária Islâmica é completamente DESTRUÍDA em Isfahan.
LUIZ PHILIPPE DE ORLÉANS E BRAGANÇA NO MIAMI SECURITY FORUM (Entrevista @lpbragancabr)
O Hemisfério Ocidental enfrenta uma convergência de graves ameaças à segurança, incluindo o narcoterrorismo, a migração ilegal em massa, as ditaduras criminosas e a influência de potências autoritárias e extra-hemisféricas.
The Heritage Foundation reuniu importantes formuladores de políticas, líderes de segurança nacional/defesa, diplomatas e executivos do setor privado em Miami, Flórida.
🚨 ÚLTIMAS NOTÍCIAS – Ivermectina e fenbendazol curam o câncer. PROTOCOLO HISTÓRICO PUBLICADO! 🚨
O primeiro protocolo mundial de tratamento do câncer utilizando Ivermectina, Mebendazol e Fenbendazol foi revisado por pares e oficialmente publicado em 19 de setembro de 2024 no Journal of Orthomolecular Medicine!
Este artigo marca um momento importante, propondo um protocolo híbrido ortomolecular que combina esses medicamentos repurposed (desparasitantes) com intervenções nutricionais, visando o alvo da conexão mitocôndria-célula-tronco no câncer.
O futuro do tratamento do câncer começa AGORA.
Tenho visto essa notícia se espalhando rapidamente por todos os lados — e com razão! 😃
Recentemente, a indústria farmacêutica atacou nosso artigo anterior sobre três pacientes com câncer em estágio 4 que, após uso de fenbendazol, estão atualmente livres da doença. Apesar das críticas, o artigo será reenviado em breve e publicado novamente.
O câncer foi controlado nesses casos.
Ivermectina + Fenbendazol mostram resultados impressionantes.
Agradecimentos especiais aos autores principais
Quero expressar minha profunda gratidão aos pesquisadores que tornaram isso possível com seu trabalho incrível e inspirador:
• Ilyes Baghli
• William Makis
• Paul E. Marik (FLCCC)
• Michael J. Gonzalez
• William B. Grant
• Ron Hunninghake
• Thomas E. Levy
• Homer Lim
• Richard Z. Cheng
• Igor Bondarenko
• Paul Bousquet
• Roberto Ortiz
• Mignonne Mary
• Dominic P. D'Agostino
• Pierrick Martinez
Um obrigado especial ao Dr. Paul Marik (FLCCC),William Makis pelo seu extenso trabalho com medicamentos reposicionados, e a todos os coautores que se dedicaram intensamente para dar vida a este artigo.
Espero sinceramente que esta publicação revisada por pares sirva como base sólida para um futuro completamente novo e mais eficaz no tratamento do câncer.
E para quem acompanha meu trabalho:
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O conhecimento está se espalhando — e pode salvar vidas.
Quando a realidade vira “opinião”, o conflito é inevitável. Um paciente exige ser atendido por um ginecologista, mas possui um corpo masculino. Até onde vai o direito individual… e onde começa o limite da realidade biológica?
Não se negocia com a realidade.