🚨 Vorcaro mandou bancar viagem de Fux a Nova York, mas pediu que o Master não aparecesse na emissão.
Mensagens apreendidas pela PF mostram que Daniel Vorcaro autorizou a articulação para custear passagens e hospedagem do ministro Luiz Fux e de sua esposa, Eliane, em maio de 2024.
O destino era Nova York, onde Fux seria homenageado em um almoço da Forbes. Ao autorizar a operação, Vorcaro determinou que tudo passasse por Antonio Camarotti, da Forbes Brasil: “não podemos nós mesmos fazermos a emissão”.
A negociação também envolvia um patrocínio de US$ 200 mil pelo direito de associar o nome do Master, ou de outra marca escolhida pelo banqueiro, à Forbes Party.
Na sessão do STF de 15 de setembro, Fux declarou sobre Vorcaro: “Nunca vi esse cidadão na minha vida, nunca tive relação com ele”.
O ministro afirma que recebeu o convite diretamente da Forbes, nunca trocou mensagens com Vorcaro e não sabia da articulação. A Forbes confirma que convidou Fux e custeou suas despesas.
Moraes acusou um colega do Supremo, André Mendonça, de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. A "prova"? Relatórios anônimos da PF, sem data, sem assinatura, sem autor, carimbados pela própria corporação: "DOCUMENTO DE TRABALHO - SEM VALOR PROBATÓRIO". Tudo dentro do inquérito das fake news, no mesmo dia em que Mendonça retirou o sigilo das peças que mostram a relação de Moraes com Vorcaro, o dono do Banco Master: pelo menos 52 mensagens, encontros, e o contrato de R$ 129 milhões com o escritório da esposa do ministro.
A resposta de Mendonça, em 76 páginas, desmonta a operação. Moraes escreveu que requisitou os papéis por causa de "notícias da existência" dos relatórios, citando até os nomes envolvidos. Ou seja: sabia o conteúdo de documentos restritos antes de recebê-los, e a decisão não explica como. Pior: segundo Mendonça, a inteligência da PF passou pelo menos um mês fazendo "monitoramento e coleta dirigida" sobre um ministro do Supremo e sobre o advogado-geral da União. Por isso ele pede que a Presidência avalie investigar Moraes por abuso de autoridade e denunciação caluniosa, e mande descobrir quem produziu esses relatórios, por ordem de quem e para quê.
O sistema começou a se mover. Fachin tirou Moraes da condução das investigações do inquérito e disse que encerrá-lo é urgente, adotando passos nessa direção. Até a Globo mudou o tom, e o Merval admitiu ao vivo: "A gente tende a aceitar certas medidas que são claramente fora da lei, do normal, porque acha que o sujeito lá merece ser condenado". Ele descreveu, sem perceber, a definição exata de estado de exceção. Mas a militância de redação segue vendendo tudo isso como "defesa da democracia".
Errado. O que é ilegal contra um ministro do Supremo era ilegal contra o blogueiro, o deputado e o aposentado do 8 de janeiro. Se os procedimentos violaram a Constituição e o devido processo legal, só existe um caminho: anular TUDO, libertar os presos políticos, que se contam às centenas, e afastar as autoridades que impuseram esse regime!
E o eleitor precisa entender o prazo dessa escolha. A cadeira de Barroso segue vazia, e Fux, Cármen Lúcia e Gilmar saem por idade até 2030. Quatro cadeiras. Quase metade do Supremo. Mais um mandato do Descondenado significa a blindagem do ministro e a consolidação do estado de exceção por décadas.
✍️Fachin pode resolver, sozinho, essa patifaria que aconteceu hoje no STF. Segue o roteiro:
1) pedir as notas taquigráficas da sessão de hoje;
2) transcrever o teor da fala de Flávio Dino, onde consta, sim, com todas as letras, o VOTO dele sobre a questão de ordem em relação à reunião de julgamentos;
3) reconhecer que Dino não apenas votou, como apresentou extensa fundamentação (cínica, mas apresentou), o que torna o voto dele quanto à questão de ordem CONCLUÍDO;
4) Tornar sem efeito, a posteriori, o voto proferido por Alexandre de Moraes, por ser óbvia e diretamente interessado na causa, ou - se não tiver coragem para tanto - aplicar a regra do art. 13, IX do RISTF sobre o voto de qualidade (“desempatador”) do presidente do STF;
5) Com isso devidamente resolvido, lançar um despacho saneador resolvendo todas as questões de ordem apresentadas, delineando, de forma clara, o objeto de julgamento da próxima sessão, para que nenhum cínico alegue desconhecimento: autorizar, ou não, investigação criminal contra o Ministro Alexandre de Moraes.
Enquanto Fachin era solícito e simpático, a turba composta por Dino-Gilmar-Moraes tratorava tudo o que via pela frente sem dó nem piedade. Moraes pediu um aparte e votou, na maior. Ficou por isso mesmo.
Fachin não percebeu que, no momento, privilegiar os sorrisinhos e o “bom convívio” significa jogar o país debaixo do trem. Ele falhou miseravelmente na condução da sessão de hoje, lembrando o verso de Arthur Rimbaud: “par délicatesse j’ai perdu ma vie” (por delicadeza, perdi minha vida).
He should never have been imprisoned! Paying a high price for not being a criminal, for only having done good for the Country!
His tormentors will pay for this injustice, my beloved President Bolsonaro! Follow 👉@Mel_2Gibson
É simplesmente nauseante ouvir Gilmar Mendes falar da necessidade de imparcialidade do juiz, enquanto Moraes operou como vítima, investigador, acusador e juiz nos últimos 7 anos.
O maior escândalo fiscal da história do país, Idosos roubados, autoridades cometendo crimes e escândalos, e o bosta do Dino falando em usar ironia pra descontrair o ambiente.
Comunista é um ser desprezível.
Fazia muito tempo que eu não assistia a uma sessão do Supremo. Agora lembrei o motivo.
Faz mal para a alma ver o nível de CINISMO e SACANAGEM em que se transformou o que deveria ser o tribunal acima de qualquer suspeita, o defensor dos direitos fundamentais. Virou instrumento de proteção dos piores elementos do establishment.
Essa sessão é a prova definitiva do colapso moral, jurídico e político do Brasil.
Moraes é um analfabeto jurídico de pai, mãe e parteira.
Além dos erros crassos de português, não sabe sequer escrever “whatsapp”, e berra nas suas escritas.
Imagine que comprou um livro assinado por esse sujeito, porque escritor mesmo: NUNCA FOI.
Esse é o cara que está na berlinda suprema.
Que esse 15 de setembro de 2026 seja histórico, e não decepção.
O Banco Master colocou dinheiro na TV, no futebol e em vários negócios.
Patrocinou projeto ligado ao programa de Luciano Huck.
Vorcaro colocou centenas de milhões no Atlético Mineiro.
E ninguém transformou automaticamente esses contratos em crime.
Mas quando aparece dinheiro privado financiando um filme sobre Jair Bolsonaro, de repente surge investigação, suspeita e escândalo.
Coincidentemente, tudo isso acontece justamente no momento em que Flavio Bolsonaro lidera as pesquisas hà 22 dias da eleição mais importante do Brasil.
Toda vez que vejo esse vídeo, sinto uma sensação tão ruim que chega a doer no peito. Um homem que, sozinho, lutou para expor toda a podridão do sistema quase morreu e foi abandonado por um exército covarde. Espero estar viva para ver esse homem ser exaltado e honrado. ❤️🙏🏼🇧🇷
Se o Flávio Bolsonaro está sendo investigado por causa de uma mensagem com Vorcaro, por que o mesmo não pode acontecer com um ministro do Supremo Tribunal Federal?
Pois é, Joel.
Após o escândalo do Dr. Fauci, vocês da imprensa devem um pedido de desculpas público a este homem, por carimbá-lo com a pecha de "genocida", enquanto ele lutava sozinho para proteger o povo brasileiro.
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