URGENTE! URGENTE! URGENTE!
Projecto de Lei nº 301/XVII/1.ª. Este projecto, apresentado hoje pelo CHEGA, visa revogar a Lei 38/2018 e, como consequência dessa revogação, proibir "quaisquer práticas que tenham como efeito a mutilação, química ou física, de órgãos sexuais de crianças e jovens, incluindo intervenções médicas no contexto d disforia d género para menores de idade, nomeadamente."
🙏👏👏👏
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O Seguro do PS e da Direita.
O golpe mágico dos socialistas é simples e eficaz: pegam num homem sem cadastro, alavancam o rótulo de “decente” que a Direita ingénua já lhe atribui e usam essa imagem como detergente institucional. Um rosto limpo para lavar uma história suja, rosto esse que será desprezado e triturado pelo partido socialista logo que os eleitores estiverem suficientemente esquecidos das malfeitorias de António Costa.
🇵🇹 ✝️ A mensagem do patriarca de Lisboa, D. Rui Valério, durante a Missa do Galo, foi muito importante. É a primeira vez que um representante da igreja católica em Portugal tem a coragem para defender publicamente algo que é óbvio.
Não podemos nos sujeitar a mudar a nossa cultura e tradições apenas para não ofender ou "ameaçar" imigrantes. E, como tal, não deveria ser necessário retirar árvores de natal e presépios de locais públicos.
Na tomada de posse no Município de Portimão foi prometida transparência e a transmissão das reuniões públicas da Câmara e da Assembleia Municipal.
Desde então nada aconteceu e começam a aparecer as moções formais a pedir exatamente isso.
É simples! Apenas se pede que se cumpra com o prometido. Nada mais!
As moções estão devidamente fundamentadas, foram discutidas e aprovadas.
Outros municípios transmitem as suas reuniões, em direto e online.
Não é um bicho papão, porque a tecnologia existe e, pelos vistos, funciona bem com os outros.
Mesmo assim, o direto continua a não acontecer e surge o argumento-escudo: o RGPD.
Não deixa de ser um argumento curioso do Partigo Socialista porque o RGPD não é uma barreira intransponível.
É uma regra que se cumpre — não uma desculpa para não cumprir promessas.
Transparência não é um slogan de tomada de posse.
É permitir que os munícipes vejam, ouçam e acompanhem as decisões em tempo real.
Se há câmaras para as cerimónias, também têm de existir para o trabalho. A democracia não pode ser só quando fica bem na fotografia.
Resta salientar que estas moções já foram apresentados diversas vezes ao longo dos últimos anos e inclusive foram aprovadas outras tantas vezes, mas na prática nada acontece.
Mantem-se a ilusão de que um dia, isso irá ser possível em Portimão.
Por fim, um RGPD não pode ser impeditivo de coisa nenhuma pois as sessões são públicas, os eleitos exercem funções públicas, os cidadãos podem assistir presencialmente e outros municípios cumprem o RGPD e transmitem as reuniões públicas.
Portimão merece promessas cumpridas e os cidadão merecem respeito!!!
#Éhoradospais
Pais, devolvam as fotografias!
Não permitam que a Escola (ou certas e determinadas direcções de escolas) destrua os nossos costumes em nome da inclusão de todos os que não valorizam o que nós, como nação de matriz judaico-cristã, valorizamos e celebramos.
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🟩 SABIAS DISTO? O filho de Luís Marques Mendes está envolvido numa mega destruição ambiental em Portugal.
👉🏻 NENHUM jornalista lhe PERGUNTA isto⁉️
Pois é… filho de peixe sabe nadar.
E o pai sempre nadou bem — nas águas turvas dos negócios, dos favores e das portas giratórias entre o poder político e o lucro privado.
🚨No Fundão, na Beira Baixa, o projeto solar “SOPHIA” vai afetar 428 hectares de Reserva Ecológica Nacional, incluindo cursos de água, leitos e margens, zonas de elevado risco de erosão do solo. E 1500
Sobreiros 😓
🚨Vai destruir habitat de nidificação e alimentação de mais de 140 espécies de aves, incluindo espécies em perigo como a Águia Imperial Ibérica, o Abutre Preto e a Cegonha Preta.
🚨O projeto vai provocar aumento local de temperatura entre 3 a 5 graus, com solos secos, ribeiras sem vida e fauna em fuga.
As comunidades locais ficarão isoladas e toda a paisagem será profundamente alterada
⚠️ O projeto está ligado à empresa Lightsource BP, do filho de Marques Mendes.
⚠️Mais uma vez, o interior é tratado como zona de saque — uma nova colonização energética, disfarçada de transição verde.
⚠️Mas energia que expulsa as pessoas e mata o ecossistema, enche bolsos e destrói vidas não é verde. É negra.
✅ Estou do lado das populações do Fundão, da Beira Baixa e de todos os que recusam este tipo de negócio mascarado de sustentabilidade.
✅ Do lado de quem protege a Natureza- não de mais uma desertificação.
🌿 O sol serve a vida — não o lucro.
✊ E é tempo de dizer basta.
Partilha. Denuncia.
E subscreve a minha candidatura
https://t.co/JOjyupLWm4
#BeiraBaixa #Fundão #Greenwashing #EnergiaVerde #MarquesMendes #JoanaAmaralDias #JustiçaAmbiental #joana26 #jad26 #joana2026
🐾 A verdade não é crime
Há lugares onde a democracia ainda se escreve com maiúscula, mas imprime-se em letra pequena.
Tudo parece funcionar, até alguém resolver vasculhar — e perceber que os números não batem certo.
Foi então que descobrimos que, em certas autarquias, até os votos têm vida própria: uns aparecem, outros evaporam e alguns decidem tirar férias entre a Câmara e a Assembleia Municipal.
Quando alguém tenta perceber a diferença, em vez de um esclarecimento, recebe olhares de quem acabou de revelar o truque do mágico dos boletins de voto entregues em duplicado numa certa mesa de voto.
Porque em Portugal, questionar a aritmética oficial é quase um ato subversivo.
E há sempre quem sussurre: "Deixa lá isso, não te metas."
Mas o "não te metas" é o toque de midas da ameaça — uma dica subtil de conveniência e medo.
Aqui, quem tenta esclarecer é tratado como quem complica; quem procura esclarecimentos é acusado de criar problemas.
É o velho método de sobrevivência do Partido Socialista: em vez de admitir o erro, castiga-se quem faz perguntas e mete o bedelho.
Os heróis por cá não vestem capas — trazem documentos autênticos e dados verídicos e quando pedem transparência, respondem-lhes com ameaças.
Nada mais democrático do que calar os mensageiros e elogiar o equilíbrio institucional.
Mas o mais fascinante é a serenidade com que o poder reage:
"Não há motivo para alarme. A mesa de voto foi validada e os números oficiais estão todos no site do MAI", dizem — e têm razão.
O relógio despertador já toca há anos, mas habituámo-nos a dormir com ele.
Entre a legalidade e a conveniência, Portimão continua a escolher a segunda.
É mais confortável, menos barulhento e, sobretudo, mais previsível.
Enquanto isso, o cidadão comum aprende a linguagem oficial: fala-se em "diferenças materiais", "lapsos técnicos", "erros de apuramento" e... "Quem se mete com o PS, leva!"
Traduzindo: aconteceu, mas não convém que venham para aí os abelhudos do costume!
E quem insiste em traduzir os sinais que vão chegando é rapidamente promovido a inimigo da estabilidade — esse fetiche local, e qui ça nacional, que serve para justificar qualquer irregularidade.
Vivemos num país onde se pode ser perseguido por dizer a verdade, e promovido por escondê-la bem.
Um país que confunde lealdade institucional com obediência cega.
Mas a verdade é como um cão teimoso, tem faro e memória.
E mesmo quando a querem prender, ela volta — de cauda levantada - pronta para farejar onde cheira mal.
🐕 Assinado: @XMuttley – cão de guarda da lucidez, com coleira de sarcasmo e vacina contra o medo.
"Isto é tudo um putedo!" - Portimão - Parte I
Falar de Portimão parece ser um assunto infindável.
A cada cavadela mais "minhocas" aparecem e no fim temos um monte de evidências onde tudo e todos se cruzam no seio do partido que governa Portimão há mais de meio século - o Partido Socialista.
Recordam-se que, recentemente, expus aqui o problema político em que envolveu Álvaro Bila quando, a mulher, tentou registar o nome Portimão como marca registada de vestuário.
Pois bem! Parece que no que se refere a Portimão a "procissão ainda vai no adro" e é muito triste, quando numa democracia, o poder político não serve os cidadãos, mas serve para enriquecer algumas famílias.
Em 2017-2021, Álvaro Bila foi presidente da Junta de Freguesia de Portimão.
Teve como sua tesoureira Maria da Luz Garrancho Santana Nunes que em 2021 viria a ser eleita presidente dessa mesma junta de freguesia, cargo que ocupa até hoje.
Ora, entre 1979 e 1992, Maria da Luz dividiu a sua atividade profissional entre as empresas Masilmar e Seval, sendo que em 1989 criou a sua própria empresa - Anajardins - que viria a dissolver em 2008.
Em 1996, criou outra empresa - a Anaserviços - que desde 2014 parece estar inativa, limitando-se a fazer o seu registo de contas anual obrigatório.
A Anajardins não regista qualquer contrato público celebrado.
Mas, o mesmo já não se pode dizer da Anaserviços, pois foi possível encontrar cerca de 6 contratos públicos celebrados com o Munícipio ou com empresas municipais de Portimão.
Existem provas documentais que Maria da Luz tem estado ligada aos executivos municipais desde 2009, o que significa que houve contratos adjudicados à empresa Anaserviços já com Maria da Luz a pertencer à Assembleia Municipal de Portimão.
Mas em 2010, e porque o assunto poderia vir a dar nas vistas, e com sede exatamente na morada das duas empresas anteriores, a filha mais velha de Maria da Luz - Ana Luisa Garrancho Santana Nunes Tavares - criou a empresa Alghlimpa.
A partir daí foram só 32 os contratos públicos celebrados com o município ou com empresas públicas de Portimão e esta avalanche de contrato só teve fim no ano em que Maria da Luz (a mãe!) foi eleita presidente da Junta de Freguesia de Portimão.
Maria da Luz conta com um historial empresarial vasto, de empresas criadas, dissolvidas e de empresas familiares de fachada criadas para assegurar a adjudicação de prestações de serviços ao munícipio.
Se estas pessoas não servem para o meio empresarial, por que raio servem para gerir juntas de freguesia Apenas, porque têm um cartão do partido?
E quando a mulher do presidente da Câmara Municipal de Portimão tenta apropriar-se, através do registo de uma marca, do nome da cidade que o próprio marido governa?
https://t.co/ZU7sC67DXC
A hipocrisia no mundo do espetáculo e, sobretudo, da esquerda é escandalosa. Muitos, incluindo as ditas "verdadeiras feministas", usam as suas plataformas mediáticas para ecoar causas da moda, não por convicção genuína, mas por puro protagonismo, em busca de aplausos e relevância.
Fala-se constantemente da Palestina, por vezes promovendo narrativas de genocídio que carecem de fundamento sob uma análise detalhada, enquanto o silêncio é ensurdecedor sobre a perseguição de minorias na Síria e na Nigéria, onde comunidades são massacradas sem atenção pública.
A fome devastadora no Sudão e no Iémen, que dizima vidas diariamente, raramente merece uma menção. Pior ainda é a omissão gritante sobre o Afeganistão, onde mulheres e raparigas enfrentam opressão cruel sob o regime talibã: proibidas de estudar, trabalhar ou até sair de casa sem um acompanhante masculino, sujeitas a casamentos forçados e violência sistemática.
Estas "feministas" calam-se perante este horror, revelando a sua seletividade hipócrita. Esta manipulação descarada da atenção pública não é só injusta, é uma traição à verdade, sacrificada em nome da autopromoção e de agendas mediáticas.
LIBERTEM OS REFÉNS!!!
🇵🇸 = 💩🖕
Parece mentira, mas é verdade. Esta é uma daquelas notícias em que a realidade ultrapassa a ficção.
Parece uma cena de um filme cómico, em que alguém bate à porta e gritam lá de dentro:" NÃO ESTÁ CÁ NINGUÉM!"
Agora a sério. Isto é muito grave.
https://t.co/CYPk6xJuUG