O texto completo do Memorando de Entendimento entre EUA e Irã foi divulgado e, segundo o que está lá escrito, em troca de prometer não produzir armas nucleares e de reabrir um estreito que já estava aberto antes da guerra, o Irã terá TODAS as sanções levantadas, TODOS os ativos iranianos congelados nos EUA serão descongelados e entregues ao Irã e o regime iraniano poderá voltar a vender petróleo livremente. E além disso tudo, terá acesso a um fundo de $300 bilhões de dólares para reconstruir aquilo que EUA e Israel destruíram durante a guerra.
Quem foi mesmo que venceu essa guerra?
#hojenomundomilitar
Gilmar Mendes está votando sobre a prisão do pai de Daniel Vorcaro.
Ele simplesmente tirou a maior parte do voto para atacar...a Lava Jato.
Perdeu não sei quantos minutos citando diálogos supostamente obtidos da Vaza Jato.
Obviamente, esses diálogos não estão nos autos da prisão do pai de Vorcaro.
Já citou Zé Dirceu, Marcelo Odebrecht, Léo Pinheiro, Deltan Dallagnol, Sérgio Moro...absolutamente nada a ver com o processo que ele está julgando.
E o contribuinte segue pagando um juiz fazendo política durante uma sessão da corte constitucional brasileira.
BREAKING: Donald Trump diz que Brasil está “perigoso politicamente”: “eles jogam pesado, mas ninguém joga mais pesado que os EUA”.
Presidente dos EUA confundiu Eduardo Bolsonaro com Flávio, mas demonstrou que já sabe da decisão de ontem do STF que determinou a prisão de um dos filhos do ex-presidente.
Não é alucinação. Três procuradores do TCE-RJ ficaram milionários da noite para o dia
- Henrique Cunha de Lima recebeu R$ 3,59 milhões
- Vittorio Constantino Provenza recebeu R$ 3,70 milhões
- Sergio Paulo de Abreu Martins recebeu R$ 3,72 milhões
Os tribunais de contas, volto a repetir, têm como missão fiscalizar a aplicação legal, econômica e transparente dos recursos públicos
O Rio de Janeiro se encontra em Regime de Recuperação Fiscal
É tudo uma enorme piada
Confira na íntegra abaixo o memorando de entendimento para o fim das hostilidades entre EUA e Irã.
O documento fala em não interferência mútua em assuntos internos (balde de agua fria para iranianos que queriam se livrar da teocracia) e agenda de fim de sanções dos EUA contra o Irã. Um membro do governo Trump passou para o New York Times.
Memorando de Entendimento de Islamabad entre os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã
Os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã acordaram conjuntamente, de boa-fé, em [data a ser definida], o seguinte:
Parágrafo 1
Os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã, bem como seus respectivos aliados na guerra em curso, ao assinarem este Memorando de Entendimento (MdE), declaram a cessação imediata e permanente das operações militares em todas as frentes, inclusive no Líbano, e comprometem-se, doravante, a não iniciar qualquer guerra ou operação militar um contra o outro, a abster-se da ameaça ou do uso da força um contra o outro e a assegurar a integridade territorial e a soberania do Líbano.
O acordo final confirmará a cessação permanente da guerra em todas as frentes, inclusive no Líbano, bem como as demais disposições deste parágrafo.
Parágrafo 2
Os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã comprometem-se a respeitar reciprocamente sua soberania e integridade territorial e a abster-se de interferir nos assuntos internos um do outro.
Parágrafo 3
Os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã comprometem-se a negociar e alcançar o acordo final no prazo máximo de 60 dias, prorrogável mediante consentimento mútuo.
Parágrafo 4
Imediatamente após a assinatura deste MdE, os Estados Unidos da América começarão a suspender seu bloqueio naval e a remover quaisquer perturbações ou impedimentos impostos à República Islâmica do Irã, encerrando integralmente o bloqueio naval no prazo de 30 dias.
Durante esse período, o tráfego de embarcações será gradualmente restabelecido pela República Islâmica do Irã em proporção aos níveis de tráfego anteriores à guerra.
Os Estados Unidos da América comprometem-se, ainda, a retirar suas forças das proximidades da República Islâmica do Irã no prazo de 30 dias após a celebração do acordo final.
Parágrafo 5
Após a assinatura deste MdE, a República Islâmica do Irã adotará, envidando seus melhores esforços, as medidas necessárias para permitir, sem cobrança e pelo período exclusivo de 60 dias, a passagem segura de embarcações comerciais do Golfo Pérsico para o Mar de Omã e vice-versa.
O tráfego de embarcações comerciais será iniciado imediatamente e, considerando a necessidade de remoção de obstáculos técnicos e militares e da realização de operações de desminagem pela República Islâmica do Irã, estará plenamente restabelecido no prazo de 30 dias.
A República Islâmica do Irã manterá diálogo com o Sultanato de Omã para definir a futura administração e a prestação de serviços marítimos no Estreito de Ormuz, em consulta com os demais Estados litorâneos do Golfo Pérsico, em conformidade com o direito internacional aplicável e com os direitos soberanos dos Estados costeiros do Estreito de Ormuz.
Parágrafo 6
Os Estados Unidos da América comprometem-se, em conjunto com seus parceiros regionais, a elaborar um plano definitivo e mutuamente acordado, no valor mínimo de US$ 300 bilhões, destinado à reconstrução e ao desenvolvimento econômico da República Islâmica do Irã.
O mecanismo de implementação desse plano será concluído como parte do acordo final, no prazo de 60 dias.
Todas as licenças, dispensas e autorizações necessárias à realização das transações financeiras pertinentes serão concedidas pelos Estados Unidos da América.
[Continua abaixo.]
Silêncio sobre delação de Cid compromete discurso de Gilmar. https://t.co/0OUqzi2Ppn
Decano do STF fez longo discurso crítico à Lava Jato para semear dúvidas sobre a operação que apura o esquema do Banco Master.
Por @rodolfolpborges
🚨Entendo que o que Eduardo fez foram denúncias, direito de todo cidadão e dever de todo parlamentar. Algo protegido pela liberdade de expressão e expediente que advogados e partes utilizam corriqueiramente.
Eu já acionei o CNJ, a OEA e a ONU diversas vezes, em nome de clientes, por violações a seus direitos, como parte da estratégia de defesa. E isso sempre foi tratado como direito, não como crime.
O STF amplia perigosamente o conceito de coação. Coagir pressupõe ter poder e manter alguém sob algum grau de subordinação. Eduardo não tem nem Moraes nem os EUA subordinados a ele.
Moraes também é suspeito para julgar, por figurar como vítima. Se houve coação, ela teria também sido dirigida a ele, como no episódio da Magnitsky.
Além disso, a ampla defesa não foi respeitada, pois a citação por edital é irregular. Em atenção à legislação brasileira e aos tratados internacionais aplicáveis, seria correto o uso de carta rogatória.
🧐
O IRÃ TEM MUITA HISTÓRIA
Tem sim, mas vamos ver que história?
Não se sabe com certeza, mas entre 1500 e 800 a.C. diz-se que houve a chegada dos povos iranianos propriamente ditos (ramo dos indo-europeus) ao planalto iraniano (medos, persas, partas etc. a partir de 800 a.C.), provenientes da estepe pôntico-cáspia (cultura Yamnaya e afins) formada aproximadamente entre 4000 e 3000 a.C. A investigação sobre isso é importante porque poderá revelar, pelo menos em parte, as raízes ancestrais da tirania.
Depois tivemos as dinastias antigas: Aquemênidas (550-330 a.C.), Partos-Arsácidas (247 a.C. - 224 d.C.) e Sassânidas (224-651 d.C.) e depois, com a conquista árabe-islâmica em 651 d.C., desintegração até c. 1500. Depois da islamização (em 651 d.C.) o Irã ficou séculos fragmentado sob domínio de califados e dinastias locais. Imaginem. Quase um milênio de não-país.
A fundação do Irã moderno como Estado xiita ocorreu a partir de 1501. Aí tivemos a dinastia Safávida (1501-1736). Depois a dinastia Afshárida (1736-1796). Em seguida a dinastia Zand (1751-1794). E aí veio a dinastia Qajar (1796-1925). Por fim a dinastia Pahlavi (1925-1979), começando com Reza Shah Pahlavi e terminando com Mohammad Reza Shah Pahlavi, deposto em 1979 pela revolução islâmica que colocou no poder supremo os aiatolás teocráticos Ruhollah Khomeini e Ali Khamenei e seu filho (se estiver vivo).
Há uma narrativa ideológica dizendo que o Irã foi democrático durante o período de governo de Mossadegh. Mas basta consultar os mapas retrospectivos do V-Dem em Our World in Data para ver que o regime iraniano, independentemente desse governo, era uma autocracia. Mossadegh se considerava socialista, nacionalista e era fortemente estatista.
O governo de Mohammad Mossadegh ocorreu entre 1951 e 1953. Vejam o mapa Regimes of the World (V-Dem) do ano de 1952 mostrando que nesse ano, em pleno governo Mossadegh, o Irã era uma autocracia fechada e não uma democracia, nem liberal, nem apenas eleitoral.
Tudo isso foi e é autocracia. Nunca houve democracia no Irã. Ah!... mas o Irã tem muita história. Tem sim. História intimamente ligada à geração e difusão das matrizes míticas, sacerdotais, hierárquicas e autocráticas da civilização patriarcal. O Irã teocrático, assim como o Afeganistão talibã, são - no que tange às suas elites dirigentes e seus organismos malignos, como o Pásdárán (Corpo da Guarda da Revolução Islâmica) e as associações de clérigos combatentes - repositórios de remanescências (germoplasmas) patriarcais em estado (quase) puro.
Jornalistas governistas sabujos repetem que Lula foi o chefe de Estado que mais vezes participou do G7 (embora como convidado). Ora... isso não é uma vantagem e sim um indicador da falta de rotatividade ou alternância na democracia brasileira.
🚨 William Waack: a verdadeira crise do Master não é a Lava Jato, é o próprio STF
STF mantém presos pai e primo de Vorcaro, mas o que ficou exposto foi a divisão interna entre Gilmar e Mendonça sobre o caso. Para Waack, o que torna o escândalo grave é a suspeita de compra de agentes públicos dentro do próprio Supremo — é isso que a sociedade está observando, não a repetição da Lava Jato.
👀 Ukrainian-developed AI has made history by independently deciding to kill Russian soldiers
During a battlefield test, 10 AI-powered "Terminator" drones detected, identified, and engaged Russian troops without any human intervention.
Trump tem um problema que não pode resolver no curto prazo. As agências de inteligência dos EUA sabem que suas ações contrariam os interesses nacionais americanos e são baseadas em mentiras. Ele pode trocar os cabeças dessas instituições, mas não pode eliminar os corpos.