A meningite é uma doença grave, que pode evoluir em poucas horas e matar. Só em 2025, o Brasil já registrou quase 2 mil casos e centenas de mortes. E mesmo assim, a vacina contra o tipo B, um dos mais frequentes, segue fora do SUS.
Hoje, quem quiser proteger um bebê precisa pagar caro. Cada dose custa entre R$ 600 e R$ 750, e o esquema completo pode ultrapassar R$ 2 mil no primeiro ano de vida. Na prática, isso cria uma barreira clara: só quem tem dinheiro consegue garantir essa proteção.
Enquanto isso, o governo decidiu não incorporar a vacina ao SUS, alegando impacto de mais de R$ 5,5 bilhões em cinco anos. Mas quando a gente fala de uma doença que pode tirar a vida de uma criança em questão de horas, o debate não pode ser só financeiro.
Estamos falando de prevenção, de saúde pública e de proteger os mais vulneráveis. Quando uma vacina essencial vira privilégio, o sistema falha com quem mais precisa.
Eu sigo defendendo uma saúde pública baseada em ciência, responsabilidade e acesso real. Porque na ponta, não são números. São crianças. São famílias. São vidas.
Opa, opa, opa, ei, ei, ei, opa. Então quer dizer que o Lula conversou com o diretor da Globo sobre o PowerPoint? Olha que interessante, rapaz. Isso já esperávamos, mas eu não sabia que o Lula deixaria isso tão explícito.
Então quer dizer que o Lula fez valer o dinheiro, a verba publicitária que eles injetaram no consórcio da imprensa. Guardem esse corte para não dizerem que foi fake news.