À princípio, pensei ok.
Mas, daí, pensei mais e tenho uma nuvem preta sobre a cabeça. E uma pergunta que não cala: Lulex conta com a China pra governar?
Porque estão dizendo por aí, que Lulex não passará a faixa de jeito nenhum.
Ok, pode ser mais um "mais 72h". Bozos adoram isso.
Mas e se não for? Porque impossível de ser, é não. O desejo por um regime autoritário está escancarado.
😔
A conta do país chegou e o próximo presidente não terá para onde fugir.
Durante o painel sobre o desenvolvimento do Brasil na J. Safra Investment Conference 2026, o ex-governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, deu um aviso muito claro: sem reformas estruturais, o próximo governo não se sustenta.
Mas o que isso significa na prática?
O Brasil enfrenta um cenário de deterioração das contas e uma dívida pública que não para de crescer. O modelo atual de gastos do Estado simplesmente não se paga no longo prazo. Isso quer dizer que, independentemente de quem vença as eleições, o vencedor será obrigado a arrumar a casa e conter os gastos da máquina pública.
Se o próximo presidente tentar governar apenas com medidas populares, ignorando a responsabilidade fiscal e a necessidade de modernizar a economia, a crise vai engolir a sua gestão antes mesmo do segundo ano de mandato. O país já sabe o que precisa ser feito, o grande desafio agora é ter liderança e coragem política para colocar essas mudanças difíceis em prática.
NOTA OFICIAL
O Partido Missão manifesta sua profunda discordância com a decisão da TV Globo de não convidar Renan Santos para o último debate presidencial antes do primeiro turno das eleições de 2026.
Renan Santos vem aparecendo entre os principais candidatos à Presidência em diferentes levantamentos ao longo da campanha. Nas pesquisas Atlas/Bloomberg divulgadas em julho, Renan apareceu na terceira colocação, com 7,8% das intenções de voto. Em setembro, duas rodadas da Palver voltaram a colocá-lo em terceiro lugar, desta vez com 11%.
Ainda assim, Renan Santos não está entre os quatro candidatos convidados pela TV Globo para o debate de 1º de outubro.
A decisão contrasta com a postura adotada pela própria emissora nas eleições de 2022. Naquele ano, SETE candidatos participaram do debate presidencial da Globo: Lula, Jair Bolsonaro, Ciro Gomes, Simone Tebet, Soraya Thronicke, Felipe d’Avila e Padre Kelmon.
Quatro anos depois, a emissora optou por restringir o debate a quatro candidaturas, utilizando como referência o critério de representação parlamentar previsto na legislação eleitoral.
A lei estabelece quais candidatos possuem participação assegurada, mas não impede que a emissora convide outras candidaturas.
Por isso, a Missão questiona a opção editorial da Globo de adotar justamente um critério que deixa de fora uma candidatura que aparece em terceiro lugar em diferentes levantamentos recentes.
Na avaliação da Missão, utilizar apenas esse recorte reduz o espaço para novas forças políticas no principal debate presidencial da televisão brasileira e dificulta que o eleitor tenha contato direto com candidaturas que vêm conquistando espaço durante a campanha.
Se em 2022 havia espaço para sete candidatos, é legítimo questionar por que, em 2026, o debate foi limitado a apenas quatro.
A Missão defende transparência na definição dos participantes. O debate público deve ser espaço para apresentar ideias, confrontar propostas e permitir que o brasileiro conheça as candidaturas que disputam seu voto.
Vou reforçar aqui o que eu disse à @folha: o problema não são as cotas em si, mas o deslocamento do debate. O ensino básico morreu e está sendo ignorado por conta de uma discurso político que transformou as cotas numa espécie de milagre dos pães e peixes dos governos do PT. +
Assistirei. Caso gravíssimo.
No Brasil, a inveja é mais que um 'pecado capital'. É criminosa.
Sim: estou tratando este caso, como uma situação extrema de inveja doentia, como na tragédia shakespeariana 'Otelo'; a bíblica 'Caim e Abel'; as míticas 'Psiquê e Cupido' e 'Hera contra Zeus'; 'Salieri x Amadeus', a minha querida 'Branca de Neve e sua Madrasta insana' (Irmãos Grimm) e, também em Esopo, na Fábula 'A rã e o boi'.
🚨 Hoje eu e o @arthurmoledoval estaremos no @InteligenciaLta pra falar mais sobre as revelações contra a quadrilha de Nando Moura e Espectro Cinza.
Aguardo vocês às 20h.
Teremos uma EXCELENTE colheita! 😎👍
Vou responder as 5 dúvidas que mais apareceram no post que falei sobre como a Europa caminha pra uma guerra mais ampla em breve.
1. Quando isso deve acontecer?
Toda essa escalada não quer dizer que amanhã tanques russos vão aparecer em Berlim ou que bombas nucleares cairão em Paris ou Londres.
Mas a Rússia já está em plena campanha de guerra híbrida contra a OTAN.
As movimentações dos últimos dias apontam pra uma guerra mais ampla na Europa em breve:
- EUA assumindo controle da segurança da Groenlândia e anunciando uma nova base na Polônia.
- França pedindo pra população se preparar pra guerra e avisando que JÁ ESTÁ respondendo a ataques híbridos russos.
- Alemanha preparando hospitais e planejando recrutamento obrigatório. Reino Unido pedindo que as pessoas estoquem comida e água.
- Rússia decretando toque de recolher numa região vizinha aos países bálticos.
Se você não está preocupado, está mal-informado.
Uma tradução livre do documento
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A Groenlândia, a Dinamarca e os Estados Unidos devem assinar um acordo sobre o reforço da segurança no Ártico e na região do Atlântico Norte na próxima semana.
Espera-se que os três governos assinem o acordo na Assembleia Geral da ONU. Após a assinatura, o acordo entrará em vigor, sujeito aos procedimentos parlamentares nacionais necessários.
O presidente do Naalakkersuisut, Jens-Frederik Nielsen, declarou:
“É animador que estejamos prestes a firmar um acordo que garantirá e fortalecerá a segurança da Groenlândia, do Reino da Dinamarca, dos Estados Unidos e da Aliança Ocidental. O acordo reconhece os interesses da Groenlândia e o nosso papel na cooperação internacional. É benéfico para todos nós.”
Primeira-Ministra Mette Frederiksen:
"Fico feliz que estejamos prestes a firmar um grande acordo para a Groenlândia, o Reino da Dinamarca e os Estados Unidos. Um acordo que fortalece nossa segurança comum no Ártico e na região do Atlântico Norte e, portanto, é ótimo também para a OTAN e para a Europa. E um acordo que, ao mesmo tempo, reconhece a soberania e a integridade territorial do Reino e o direito do povo groenlandês à autodeterminação."
Não há mais comentários neste momento.
Para mais informações:
Departamento de Comunicação do Governo da Groenlândia: [email protected]
Departamento de Imprensa e Comunicação do Gabinete da Primeira-Ministra: +45 29 10 88 25.
Ouvi dizer que os EUA haveria "tomado a Groenlândia" da Dinamarca.
Isto NÃO é verdade.
Dinamarca e EUA fizeram um acordo (que ainda precisa ser assinado e formalizado) de operações militares de defesa.
A 1.ª Ministra da Dinamarca veio a publico afirmar que a Groenlândia continua sendo território dinamarquês.
Entretanto, há boatos vindos de americanos de que eles tomaram posse do território para sempre. Por enquanto, são boatos.
A data para a finalização está prevista para esta semana. A ver.
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Expected agreement on strengthened security in the Arctic and the North Atlantic Area - Statsministeriet: https://t.co/oFUsMJX7Y3
19 mil seguidores aqui no X, amigos. Muito obrigado!
A única chance de haver uma direita bem posicionada no debate ambiental é no universo MBL/Missão/Valete e é motivo de extremo orgulho colaborar nessa construção.