@allantercalivre Qualquer racionalidade é ignorada pela militância do bolsonaro que para promover um político medíocre vai trazer o pt de volta, além de ter promovido um debate ridiculamente pobre.
Apenas oferta e demanda.
Durante muito tempo, e receio que ainda hoje, a política educacional de Estado foi focada em formar pessoas em massa ao invés de se atentar para as condições de demanda que deveriam sustentar essa oferta. Existe realmente tanta demanda assim para engenheiros? Com a demografia em queda e as pessoas se cuidando mais, existe tanta demanda assim para médicos?
O governo, ao subsidiar a formação das pessoas via mais vagas em universidades públicas e financiamentos estudantis, afetou o preço relativo das formações e ainda reforçou a sinalização do estigma cultural brasileiro de que "o canudo basta. O canudo é status social". Natural, dado que ele se beneficia de salários mais baixos também.
Como consequência tivemos um clássico mallinvestment, com uma capacidade de oferta de trabalho qualificado se formando de maneira muito superior a demanda por essa mão de obra. O que estamos vendo hoje em dia, de retorno da educação superior caindo e maior dificuldade de encontrar emprego e pressão por especialização e diferenciação não é um acaso, mas o resultado de governos (e economistas) que deveriam ter prestado mais atenção a modelos básicos do que estimado seu 24759° modelo Barro-Lee ou VAR.
Carlos Pereira - cientista político, @FGV
No presidencialismo, populistas raramente perdem eleições quando concorrem à reeleição. Isso acontece porque presidentes populistas desfrutam de enormes vantagens institucionais, como controle da máquina pública, capacidade de distribuir benefícios de forma estratégica, uso de políticas irresponsáveis em anos eleitorais etc. Por isso, quando disputam a reeleição quase sempre vencem. Dos 19 casos analisados, 16 resultaram em reeleições bem-sucedidas. As únicas exceções relevantes foram Donald Trump, em 2020, e Jair Bolsonaro, em 2022.
Como as eleições não têm sido mecanismos eficazes de se livrar de populistas em presidencialismos, a oposição tem recorrido a mecanismos extraordinários ou controversos, tais como impeachment acelerado, interpretações criativas da Constituição, mobilizações de massa etc. Weyland considera esses mecanismos problemáticos porque eles enfraquecem a própria democracia ao violarem ou contornarem procedimentos institucionais que deveriam removê-los.
Já no parlamentarismo, populistas perdem eleições (52%) ou são derrubados por votos de desconfiança ou por colapso da coalizão (65%). @EstadaoPolitica leitura indispensável @reztirps@EconomicsArtBRL@jrfariajr@elida_graziane@mzoeramos@AnaCandocha@lucas_roblesp@elrojodelPI@virginiaduailib@RaquelATeixeira@TucaPinheiroDF@BrazilBrian
ECONOMIA EM 15 | No EP6, Samuel Pessôa discutiu os desafios da política fiscal brasileira e destacou como a trajetória da dívida pública influencia decisões econômicas importantes.
Já conferiu o episódio?
YouTube: https://t.co/5FIkd7RxS1
Spotify: https://t.co/TasLluDtkf