Ponha uma coisa na cabeça: o debate de ontem foi ARMADO como palco para o Flávio. Me tiraram para que o herdeiro burrinho ficasse seguro. Ele fugiu e a Globo cancelou. Tem papo nenhum de púlpito aí. Isso é só desculpa.
Na Band colocaram púlpito do Lula e ele não foi.
De acordo com os jornalistas da Globo, Lula deveria ter aceitado passivamente a arapuca de debater contra quatro adversários ao mesmo tempo. Sendo que o quarto deles, Zema, entrou via uma ação judicial que, curiosamente, não gerou nenhuma "insegurança jurídica" e nem feriu o processo democrático.
Aí, quando Lula resolveu não ir ao debate, o formato "um contra todos" virou "todos por um" e tudo certo. Estava mantido! Segue o jogo! Viva a democracia!
Pois bem. Bastou o terceiro colocado nas pesquisas, Renan Santos, conseguir uma ordem judicial para estragar a pelada de fim de ano entre Flávio Bolsonaro e Amigos de Flávio Bolsonaro, que o candidato do PL se contradisse (mais uma vez!) e desistiu de participar.
Debate mantido? Nada disso. Vai que Renan causa algum constrangimento ao irmãozão do Vorcaro, não é mesmo? A emissora então cancelou o debate e o discurso mudou: "é o fim do mundo!"; "é a ditadura da toga!"; "interferência jurídica!"; "nunca antes da história deste país!"...
Entendi.
E eu, ingênuo, achando que eles estavam preocupados com a verba publicitária das BETs.
O candidato que vagabundo tá querendo aí que seja presidente correu de um cara com TRÊS por cento de intenção de voto.
Imagina o grau da capacidade do cidadão pra dirigir o país.
Despreparo constrangedor.
Teve clube querendo jogar em meio à tragédia da Chape.
Teve clube forçando volta do futebol em meio à pandemia.
Teve clube forçando volta do futebol em meio ao desastre climático no RS.
Mas só foi tirar as bets que, agora sim, os clubes querem parar, né?
Canalhas.
Problema: Esposa do Alexandre de Moraes tinha contrato de 129 milhões com Daniel Vorcaro.
Solução: Votar no Flávio Bolsonaro, que tinha contrato de 130 milhões com Daniel Vorcaro.