@roroners@Welling70819871@grok@ItaloMarsinho@BolsonaroSP HAHAHAHAHA cara, pesquisa um pouco e voce vai ver que teve nota de repudio dos funcionários do BC porque o bozo falou que ele tinha criado o pix, mas na realidade ele tentou barrar o projeto nos bastidores
@ComunaBuster@VEJA É, sempre que existe chance de pagar no crédito eu pago também, a nao ser que o valor no pix compense bem mais. Mas em geral, se o banco não cobra diretamente uma taxa, ele ganha em cima de vc de outras formas, seja em outras ações internas ou principalmente em suas informações
@leopf81@Haddad_Fernando Ajudou os banqueiros, assim como transações bancárias, depósitos, cartões de crédito ou qualquer outra coisa
Ganharam bilhões em todos
Bolsonaro, com Paulo Guedes
Tecnologia
Inteligência realmente não é o forte da direita
@ComunaBuster@VEJA Eu tbm utilizo essa estratégia, mas é só ver que em feiras e até mesmo sites tipo magazine luiza, kabum, dentre outros, o produto costuma ser mais barato quando se compra no pix. Pra quem nao utiliza pontos de cartão, ou seja, maior parte das pessoas, o PIX é muito melhor
@SF_Moro Rapaz, eu fico imaginando a galera que te elegeu porque acreditou que vc era realmente um juiz contra corrupção e a favor da segurança pública, aí acaba vendo você defendendo e andando com miliciano hoje em dia... o tanto que eles devem se sentir otários deve ser brincadeira viu
@ItaloMarsinho@samiabomfim@grok vc só está arrumando mais argumento pra mostrar o quão bosta é seu deputado, mano!
Ele foi votado por essa qtd de pessoas (maioria provavelmente trabalhadores) e foi veementemente a favor da escala 6x1, a favor da PEC da blindagem, dentre outros, e vcs apoiando ele pq são trouxas
@leandro_rneves@demori@fabifbbr Hahaha mesada quem recebia era o Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil do bozo, e justamente de quem mesmk???
De DANIEL VORCARO
Deixa eu ver se entendi: para cobrar 134 milhões de reais, o Flávio Bolsonaro mandou um áudio de WhatsApp pro Vorcaro. Mas, para cortar relações com ele, que estava preso e de tornozeleira, Flávio Bolsonaro achou melhor fazer uma visita pessoal.
E tem quem acredite?
Tá certo.
@GuimaraesNajay@CarmemK@pedrorousseff Concordo uai. Por isso que se está havendo algum indício, a investigação é necessária pra processar ou inocentar as partes envolvidas, ao contrário do que a moça parecia querer que acontecesse nessa situação
@CarmemK@pedrorousseff Porque isso pode configurar corrupção, à medida em que se vende um produto público mais caro à preço de banana, ou até mesmo lavagem de dinheiro dependendo do que foi adquirido
OLHA, VAMOS SER HONESTOS SOBRE O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI.
Não estamos falando de suposições. Estamos falando de uma sequência de coincidências tão improváveis que, se você visse num filme, ia achar que o roteirista exagerou.
Vamos começar pelo básico: o advogado de imigração de Eduardo Bolsonaro movimenta dezenas de milhões de reais. Pare. Respire. Leia de novo.
O cara que é pago para resolver o visto do Eduardo, essa função específica, burocrática, de preencher formulário e falar com a embaixada, esse mesmo homem administra um fundo que recebeu R$ 61 milhões de um banqueiro preso por fraude bilionária. Isso não é normal.
Advogado de imigração não faz isso. Ninguém chama o mesmo cara que cuida do visto para gerir dezenas de milhões em estruturas financeiras offshore. Ninguém. A menos que o visto seja só o cartão de visita.
COINCIDÊNCIA Nº 1
O fundo que comprou a casa, Mercury Legacy Trust, foi registrado no mesmo endereço físico do Havengate Development Fund, que é o fundo que recebeu o dinheiro de Vorcaro. Mesmo endereço. Em Dallas, Texas. Dois fundos “distintos”, diz Eduardo. Certo. Mas registrados na mesma sala. Com o mesmo administrador. Com dinheiro da mesma origem suspeita. É a distinção jurídica mais conveniente do século.
COINCIDÊNCIA Nº 2
A casa foi comprada em Arlington, a cidade onde Eduardo mora. Não em Houston. Não em Austin. Não em Miami. Em Arlington. Onde ele vive. R$ 3,6 milhões. Por uma estrutura gerida pelo seu advogado e assinada pelo seu ex-sócio. E a resposta oficial é que não tem nada a ver com ele. Perguntaram quem seria o verdadeiro beneficiário do imóvel. A resposta foi: “esta informação não é de interesse público.” Isso é uma resposta que inocenta alguém? Não. Isso é a resposta que implode qualquer pretensão de transparência.
COINCIDÊNCIA Nº 3
O STF bloqueou as contas de Eduardo no Brasil. Logo depois, florescem no Texas estruturas financeiras em nome do seu advogado e do seu ex-sócio, financiadas com dinheiro que veio do Brasil via banqueiro investigado. A sequência temporal é: bloqueio judicial, abertura de fundos no exterior, compra de imóvel de R$ 3,6 milhões, Eduardo mora na mesma cidade. Chame isso do que quiser. A PF chama de hipótese de burla a determinação judicial. E não é uma hipótese absurda.
O ato mais estranho de todos? Ninguém responde nada.
Eduardo não respondeu à Folha. Paulo Calixto não respondeu. A secretária disse que ele “não concederia entrevistas”. Porciuncula respondeu que é privado. Quem não tem nada a esconder não some. Quem não tem nada a esconder não diz que o nome do beneficiário de um imóvel de R$ 3,6 milhões “não é de interesse público”. Isso não é discrição. Isso é um muro.
Eduardo diz que seu status migratório impediria receber dinheiro via fundos de investimento. Perfeito. Então para que serve a casa? Para que serve um imóvel de R$ 3,6 milhões comprado por uma trust gerida pelo seu advogado e assinada pelo seu ex-sócio na sua cidade, se nada disso tem qualquer relação com ele? Qual é a explicação alternativa? Que Paulo Calixto, o advogado de imigração, lembre-se, simplesmente decidiu investir em imóvel residencial em Arlington por pura iniciativa empresarial? Usando uma estrutura registrada no mesmo endereço de um fundo investigado pela PF?
Não estamos falando de prova de crime. Estamos falando de que cada elemento desta história aponta para o mesmo ponto. O mesmo advogado. O mesmo endereço. A mesma cidade. O mesmo ex-sócio. O mesmo dinheiro com origem suspeita. O mesmo silêncio. Quando você tem tantas coincidências apontando para a mesma direção, em investigação criminal, isso tem um nome técnico.
Chama-se indício.
E Eduardo disse que não há “o mínimo indício”.
Há, no mínimo, sete.