Foi demais.
Boneco de Trump na av Paulista, com bandeiras norte-americanas, no Dia da Independência, é uma demonstração da imbecilidade política do núcleo duro do bolsonarismo. Flávio Bolsonaro não ganha nada com isso. Perde.
Ainda mais que Trump, nesse momento, está com a menor aprovação de um presidente dos EUA, de 33%. Nem para carona de popularidade serve. Apenas dá munição ao “nacionalismo” de Lula.
É bizarro.
Augusto Cury bagunçou o tabuleiro da eleição, chegando a 11% de intenções de voto na pesquisa BTG/Nexus (além de 7,8% na AtlasIntel, na qual Renan Santos tem 7,6%, em empate técnico com ele).
As demais campanhas estão perplexas com a disparada do psiquiatra e autor de livros populares sobre desenvolvimento pessoal, até porque Lula oscilou 2 pontos para baixo (caindo de 41% para 39%), Flávio perdeu 4 pontos (caindo de 37% para 33%) e Romeu Zema murchou de 3% para 1%. Isso confirma que ainda há muitos pontos em disputa, não consolidados com lulismo e bolsonarismo.
Já Ronaldo Caiado e Renan Santos seguem com os mesmos 5% e 3%, respectivamente, do levantamento anterior.
A essa altura, qualquer candidato que ultrapassa a linha dos 10 pontos em pesquisa passa a ser visto como opção relativamente viável, o que pode alterar a configuração do voto útil antecipado.
O eleitor que, sem entender a dinâmica do primeiro turno, escolhe o primeiro ou o segundo colocados, antecipando por rejeição o voto de segundo turno, pode avaliar que ainda é tempo de tentar outra alternativa.
No debate em que Lula, Flávio e Zema faltaram, bem como nas sabatinas posteriores, Cury buscou se distinguir do discurso personalista de Caiado, da retórica inflamada de Renan e da polarização odienta entre lulistas e bolsonaristas, apresentando-se como um candidato do “centro”, com “mente de direita e coração social”, e abarcando propostas como escola de empreendedorismo, educação emocional, reindustrialização, igualdade salarial para mulheres e telemedicina como solução para “desafogar o SUS” (Sistema Único de Saúde).
O crescimento virtual de Cury, ao mesmo tempo, despertou numerosas suspeitas de militância inflada com bots e pagamentos a influenciadores que estão pregando o voto no candidato do Avante, o que tende a ser objeto de ações na Justiça Eleitoral. Também se desconfia da participação de Pablo Marçal na mobilização pró-Cury nas redes sociais.
De um jeito ou de outro, a corrida eleitoral promete novas emoções.
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Acompanhe a cobertura completa na FMB TV, canal de Felipe Moura Brasil no Youtube.
Documentos da Receita enviados à CPI do Crime Organizado mostram que Banco Master pagou R$ 80 milhões a escritório de esposa de Moraes https://t.co/SVdhuc1VHp #g1
@_ecovias Péssima gestão de emergência e acidentes, sai de Peruibe 14:30 e ainda não cheguei na alça de acesso da imigrantes, 2horas e 20 minutos no trânsito
Sergio Moro troca mensagens com um promotor: a Lava-Jato inteira é anulada.
Dias Toffoli e Alexandre de Moraes aparecem em mensagens com banqueiro investigado, há tentativas de blindagem e "parcerias" de centenas de milhões de reais. Nada acontece.
Bem-vindos ao Brasil.
Excelente artigo do Claudio Dantas. Leiam um trecho: 👇
“A imprensa registrou na sexta-feira o salto triplo carpado de Gilmar Mendes para anular a quebra de sigilo de Maridt com o claro objetivo de blindar Dias Toffoli na CPI do Crime Organizado. Tudo leva a crer que o jogo foi combinado com a defesa dos irmãos do ministro, com petição num mandado de segurança extinto há 3 anos e sem qualquer relação com o objeto em discussão. Chicana jurídica evidente, num claro esforço de contornar a relatoria de André Mendonça.
Burla processual elevada à categoria de arte; fraude à distribuição chancelada por quem deveria guardá-la, fabricação de um juízo de exceção sob medida para garantir a sentença encomendada pela fraternidade de toga. A finalidade real, palpável e inegável, foi blindar o parceiro de plenário e aniquilar a investigação antes que ela produza estrago no gabinete ao lado. A decisão surpreende menos pela atipicidade jurídica do que pelo altíssimo risco assumido em defesa do colega.
Mais que corporativismo, a sensação é de cumplicidade. Se a intenção era salvar Toffoli, Gilmar deu-lhe um apertado abraço de afogado. O ministro acusou a CPI de “abuso de poder e desvio de finalidade”, praticando “abuso de poder e desvio de finalidade”. Subverter o juiz natural e fraudar a finalidade da jurisdição para salvar o negócio da família de outro ministro é quebra frontal do decoro e infração político-administrativa de alta gravidade. Crime de responsabilidade, com indicação de impeachment”. (…)
https://t.co/0VqFiuW1Zd
🚨URGENTE - Malu Gaspar detona Gilmar Mendes após decisão sobre quebra de sigilo de Toffoli
“Quando a gente achava que já tinha visto de tudo nesse caso Master, o ministro Gilmar Mendes, do STF, ressuscitou um processo arquivado há três anos para blindar Dias Toffoli.”
“Gilmar 'ressuscita' ação arquivada há 3 anos para blindar família Toffoli de investigação”: jogada combinada, o STF foi privatizado, essa gente não tem vergonha.
https://t.co/1p4vldX0BC
Teve o Mensalão, depois o Petrolão, daí o Emendão, o Descontão, o Masterzão e agora o Toffolão. Brasil: 107o País colocado no quesito corrupção. Estamos gangrenados moral e eticamente.
A polícia federal teve que fazer o trabalho que o omisso procurador geral da República não fez.
Ou seja, na realidade, Toffoli tem que ser afastado e Paulo Gonet, também
EXCLUSIVO: a jornalista do Metrópoles Andreza Matais teve acesso a um vídeo que mostra Dias Toffoli recebendo, no resort Tayayá, André Esteves, do BTG Pactual, e o empresário Luiz Pastore.
As Imagens meio que falam por si. Assista 👇🏻
Já seria, por si só, um escândalo a determinação de Dias Toffoli para que as provas coletadas por policiais federais sejam lacradas, acauteladas e entregues a ele.
Isso impede que seja feita imediatamente na delegacia a extração de informações de dispositivos celulares apreendidos, bem como a indexação dos dados e sua análise subsequente, atrasando a perícia e ampliando a margem de risco para a quebra da cadeia de custódia e para a destruição (remota, inclusive) de provas.
Mas a medida é ainda mais grave, considerando-se que:
– familiares do ministro do STF têm conexões históricas com fundos ligados ao caso do qual é relator;
– sua esposa foi sócia de um dos advogados do caso;
– ele viajou em jatinho com outro advogado;
– a esposa de um colega teve contrato milionário com o principal alvo da investigação;
– e que esse colega abriu inquérito contra órgãos de controle após a revelação de informações comprometedoras sobre membros da Corte.
O medo é tão grande assim de que peritos e investigadores da PF acessem as provas primeiro?