Americana pró-Palestina se converte ao Islã e é morta; principal suspeito é o namorado palestino
Poucas histórias descrevem melhor o conceito de "empatia suicida", cunhado pelo professor Gad Saad.
A tese é que as sociedades ocidentais entraram num processo de autodestruição ao adotar a empatia sem limites como principal política pública, representada, por exemplo, pela abertura de fronteiras a "refugiados".
Jamey Carney, americana de 43 anos nascida em Nova York, mudou-se para a Irlanda em 2021, engajou-se no movimento pró-Palestina e resolveu dar um passo além no seu propósito de ajudar os palestinos. Iniciou uma relação amorosa com Ahmad Al-Saqar, palestino de 28 anos, refugiado vindo da Jordânia, que entrou na Irlanda pela França em 2024 e vivia num centro estatal para requerentes de asilo, custeado pelo contribuinte irlandês. Jamey chegou a se converter ao Islã.
O corpo dela foi encontrado em casa pela sua filha de 13 anos, desfigurada por ferimentos fatais na cabeça.
O principal suspeito é Ahmad. A polícia irlandesa confirma que ele fugiu do país antes mesmo de o corpo ser descoberto: pegou um ônibus para Dublin e embarcou num voo para a Turquia. As autoridades trabalham agora com a Interpol.
A "empatia suicida" é um fenômeno observado principalmente entre mulheres ocidentais, que formam o bloco decisivo do eleitorado da esquerda: nos EUA, por exemplo, se dependesse apenas do voto feminino, nenhum republicano teria vencido desde Reagan. São elas que impulsionam as políticas que colocam as próprias mulheres em maior risco de sofrer violência, seja pela abertura das fronteiras, seja pelo desencarceramento em massa de criminosos.
Preso Alessandro Stefanutto, presidente do INSS nomeado pelo Lula, preso Virgílio Oliveira, procurador-chefe do INSS nomeado pelo Lula, e preso André Fidelis, diretor de benefícios do INSS nomeado pelo Lula. A história se repete.
🚨URGENTE - Silas Malafaia vai para cima de Alexandre de Moraes e o chama de covarde, sínico, mentiroso e manipulador
“Covarde, cínico, mentiroso e manipulador”, disse ele.
Essa pobre mocinha, fotógrafa da Folha de São Paulo, que registrou, investigou e denunciou Debora, a moça do 8 de janeiro que escreveu 'perdeu mané' na estátua, e que, graças a suas imagens, foi condenada a 14 anos de prisão, está sendo atacada na web,
Pobrezinha.
Ela só cumpria sua obrigação de ser X9 com orgulho, postando tudo em seus perfis.
E fazendo exposição no MAB com esse material.
Uma injustiça.
Vamos corrigir isso divulgando essa ação dela, assim todos veem como ela é profissional e bacaninha.
🇧🇷 "A esquerda irá morder os sapatos de ódio com o que vamos falar, mas vamos fazer o que? Não tem como ser diferente.
O Partido publicou uma nota e, nela, mostramos como os métodos utilizados contra o bolsonarismo são os mesmos métodos - mas aprofundados - utilizados no Mensalão e na Lava-Jato. É importante mostrar isso pois mostra que é um avanço na política.
A Gleisi, presidenta do PT, publicou um texto falando que a condenação do Bolsonaro é 'um presente para o PT', mas a companheira Gleisi deveria saber que nem todo presente é bom. Olhe o presente dos gregos aos troianos.
É o mesmo método e são as mesmas pessoas. É a continuidade da política de liquidação de direitos das pessoas perseguidas judicialmente que implica na perda de direitos das pessoas no geral. É a mesma operação política onde, em uma parte da operação, as vítimas diretas foram os integrantes do PT, enquanto agora os integrantes são os bolsonaristas.
Temos o fato de que o pessoal está sendo julgado no STF porque o inquérito foi, de maneira ilegal, feito pelo STF. O STF não é tribunal de primeira instância. Quando você julga na suprema corte, você elimina, automaticamente, o direito a ampla defesa, porque esse direito prevê que você seja julgado por um tribunal e, depois, recorra para outro tribunal. No Brasil, todos são mancomunados e isso é algo democrático, mas ainda assim é melhor você poder ser julgado aqui e recorrer lá.
No Brasil, temos 4 níveis de justiça e todos deveriam ter o direito de serem julgados nesses níveis. Vale lembrar que o STF é uma corte constitucional, então eles deveriam julgar apenas questões de constitucionalidade ou inconstitucionalidade, seja em determinado processo, em condenação ou na lei.
[...] Hoje há um julgamento sumário. Em 30 dias você apresenta sua defesa e tenta convencer o Alexandre de Moraes, que ninguém dos 200 milhões de habitantes do Brasil, incluindo os que nasceram hoje, acredita que é possível. Isso daí serve vários propósitos além da condenação sumária.
Ela não permite a própria defesa, mas não permite o protesto político contra o tribunal, que também é um direito das pessoas. Ninguém é obrigado a confiar que um juiz é imparcial e, nesse caso aqui, as pessoas têm que ter a certeza de que é um juiz parcial.
É uma espécie de 'processos de Moscou'. Já está tudo definido, mas farão um espetáculo televisionado com a imprensa para convencer a todos que está sendo feito agora. Esse é o primeiro dado do processo. O segundo dado do processo é que o juiz Alexandre de Moraes é, ao mesmo tempo, polícia, promotor e juiz.
Só temos notícia disso nos piores casos de fraude judicial que o mundo já conheceu. Se a pessoa que prende é a mesma que julga, qual é a possibilidade do acusado de ter um veredito favorável? Já é um pré-julgamento. Temos as revelações do @ggreenwald onde o TSE produz as denúncias, mandava investigar e já produzia a decisão. Ele é todo o sistema carcerário e policial compilado em uma pessoa.
No processo da Lava-Jato pelo menos o Moro tentava manter as aparências orientando o Dallagnol a fazer tudo por baixo do pano, mas aqui nem essa falsa decência existe. É tudo o Alexandre de Moraes."
- Fala do companheiro @Ruicpimenta29, agora, durante a Análise Política da Semana.
Moraes - with his extreme authoritarianism, intoxicated with unlimited power, and his monomaniacal crusade to silence his critics: not just in Brazil but worldwide - is going to lead his country into an inevitable conflict with the US that will harm everyone: all for his ego.