Estátua localizada na cidade de ZARAGOZA, Espanha, e é chamada de:
“A MULHER QUE NÃO FAZ NADA” e ela faz tudo, pois sem ela não existíria humanidade em todo os seus sentidos
Presto homenagem a minha saudosa mãe, a mãe dos meus filhos e a todas as mães do Brasil e do mundo
Operação antiterrorista italiana menciona empresa aberta no Brasil em investigação sobre rede de financiamento ao Hamas.
A Itália desmontou uma rede de financiamento ligada ao Hamas. Nove presos, sete milhões de euros, e um detalhe que ninguém contou: o caso leva direto ao Brasil. Uma empresa aberta na Bahia, investigada pela divisão antiterrorismo da polícia italiana, entra no radar do Parlamento de Roma.
O que o governo brasileiro sabe - e por que ninguém está falando sobre isso?
@taoquei1 Concordo plenamente!!! Esse silêncio e inércia está matando nosso presidente!!! Um panelaço, buzinaço, quaisquer coisaaa!!! Vão acabar matando ele!!! E os políticos QUE SE ELEGERAM EM CIMA DE SEU NOME E HONRA NADA FAZEM NÃO FAZEM NADAAA!!!
O ministro Alexandre de Moraes anulou, nesta quarta-feira, 7 de janeiro, a sindicância aberta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) que investigava suposta falta de assistência médica ao ex-presidente Jair Bolsonaro enquanto ele está sob custódia da Polícia Federal. Em sua decisão, Moraes considerou a iniciativa do CFM “ilegal” e um “desvio de finalidade”, determinando que a própria Polícia Federal ouça o presidente do CFM, em até 10 dias, sob investigação - além de proibir qualquer procedimento semelhante por parte da entidade médica, em qualquer instância.
Para Moraes, não houve omissão ou negligência por parte da equipe médica da PF, cuja atuação ele classificou como “correta e competente”, citando exames realizados no Hospital DF Star que não teriam identificado sequelas após a queda sofrida pelo ex-mandatário.
Especialistas em medicina legal e autoridades de saúde veem com preocupação a interferência do Supremo em uma sindicância técnica de um conselho profissional autônomo, que tem a prerrogativa de fiscalizar práticas médicas e garantir padrões éticos na assistência à população. A anulação- e a determinação de investigação pela PF contra o próprio CFM - levantam questionamentos sobre os limites de atuação dos conselhos profissionais e o equilíbrio entre fiscalização técnica e controle judicial.
Um tribunal supremo anulando a atuação de uma entidade de classe e mandando a Polícia Federal interrogar seus dirigentes sinaliza a disposição do Poder Judiciário em exercer controle direto sobre instituições independentes, em um contexto que mistura cuidado médico, fiscalização profissional e disputa política nacional.
Ao impedir o CFM de apurar os fatos e transformar a entidade em alvo de investigação policial, o STF deixa claro que órgãos técnicos só podem se manifestar com autorização judicial - uma verdadeira subversão a autonomia institucional.
Não se discute aqui a figura de Bolsonaro, mas algo maior: quando até médicos precisam de salvo-conduto para cumprir seu dever, o problema já não é jurídico - é uma grave crise institucional.
Nesta quinta-feira, 8 de janeiro, Lula da Silva vetou integralmente o PL da Dosimetria, aprovado pelo Congresso para corrigir distorções nas penas de condenados pelo 8 de Janeiro. O veto foi anunciado em ato oficial no Planalto, com direito a discursos de celebração e narrativa heroica sobre a “defesa da democracia”- uma democracia seletiva e dependente de tribunal.
Enquanto Lula vetava o projeto, militantes da esquerda radical promoviam manifestações contra Donald Trump. Comunistas venezuelanos gritaram “Fora Trump” em frente ao Planalto e exigiram a libertação do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa - presos após operação conduzida pelos Estados Unidos. A defesa aberta de um regime acusado de narcoterrorismo, fraude eleitoral, tortura, perseguição e destruição econômica passou a ser tratada como pauta “democrática”.
A cena revela uma contradição gritante: a mesma militância que exige que Bolsonaro seja mantido na prisão por “tentativa de golpe” agora se mobiliza para que Maduro seja solto após ter dado golpe e destruído as instituições venezuelanas por dentro. Golpe, ao que parece, quando é dado pela parte do eixo revolucionário - vira resistência.
A moral revolucionária vive da inversão: o tirano vira vítima; o ditador vira mártir; e o regime que produziu o maior êxodo humano da América Latina se torna “democrático” desde que odeie Trump e os Estados Unidos. Já a dissidência de direita no Brasil deve ser encarcerada, humilhada e silenciada em nome do Estado de Direito.
O veto de Lula agora segue para o Congresso, que decidirá se mantém ou derruba a decisão. A militância, por sua vez, já decidiu: para uns, prisão perpétua; para outros, absolvição histórica. Não é sobre democracia, nunca foi - é sobre lado.
“Vida longa ao Xá.” A frase, que durante décadas bastaria para levar alguém à execução no Irã, apareceu ontem em letras garrafais no centro de Teerã. A escrita surge em meio à intensificação das manifestações no país, que já entram em seu décimo quarto dia consecutivo. O gesto, impensável até recentemente, alimenta a percepção de que os aiatolás estão perdendo o controle.
A revolta também assumiu um tom simbólico: iranianos estão saindo às ruas com a antiga bandeira do Irã - o Leão e o Sol - e colocando-a em estátuas e prédios. O símbolo monarquista, abolido após a Revolução Islâmica de 1979, voltou a circular publicamente como desafio direto ao regime - é o sinal de que a República Islâmica pode estar com os dias contados.
Washington monitora o colapso interno. “O Irã está em grandes apuros. Parece-me que as pessoas estão tomando o controle de cidades que ninguém imaginava ser possível há algumas semanas. Estamos acompanhando isso com muita atenção”, afirmou o presidente dos EUA, Donald Trump.
Um médico de Teerã disse à Time que ao menos 217 manifestantes foram mortos em seis hospitais da capital, a maioria atingida por munição real. A revista afirma não ter conseguido verificar os números de forma independente.
Trump mandou um recado: “Deixei claro que, se começarem a matar pessoas como fizeram no passado, vamos intervir e atingi-los onde dói - e isso não significa enviar tropas ao terreno, mas atacá-los com muita, muita força onde realmente dói.”
Ninguém sabe quanto tempo o aiatolá poderá se sustentar. Mas algo novo está em curso - e, pela primeira vez em décadas, o poder dos clérigos está verdadeiramente ameaçado.