Um moleque, que nunca trabalhou na vida, chamando professor de vagabundo em plena Câmara Municipal da maior cidade da América Latina.
Realmente, tem que ter muita fé para acreditar num outro futuro possível.
Eu fui
Sem querer mudei, já não sou tão só
Sei que eu sou ruim, mas sem você já fui pior
Se eu esqueci de mim, foi pra conhecer nós
É simples assim, se é amor não dói
José Trajano disse no @CharlaPodcast uma coisa que muita gente não quer ouvir: Mauro Cézar Pereira é fenômeno.
Não é popular universalmente.
Não agrada quem não é Flamengo.
Não tem papas na língua e vive no centro da polêmica. Tudo isso cria inimigos fáceis.
Mas tira o time que ele torce da equação por um segundo e olha o que sobra: um comentarista que vai à Argentina várias vezes por ano pra ver jogo da segunda divisão.
Que conhece estádio, torcida, história de clube pequeno do interior. Que domina o futebol inglês com uma profundidade que poucos no Brasil têm.
Isso não é sorte. É trabalho. É o mesmo trabalho que a maioria dos comentaristas de hoje não faz porque preferem o atalho do estúdio.
Mauro Cézar incomoda porque fala o que pensa sem pedir licença.
Mas quem confunde personalidade forte com despreparo não assistiu direito.
O cara se prepara, pesquisa, vivencia.
Mal compreendido por muitos. Fenômeno pra quem presta atenção.
📻 José Trajano no @CharlaPodcast .
TATIANA SAMPAIO, pesquisadora da UFRJ descobriu substância capaz de curar TETRAPLEGIA.
Viva o SUS!
Viva a Ciência!
Viva a Pesquisa!
Viva a Universidade Pública!
VIVA O SUS! Sobe para quatro o número de pacientes paraplégicos que voltaram a se mover após uso de medicamento 100% brasileiro criado por pesquisadores da UFRJ.
Finalmente vejo alguém publicando sobre isso aqui no X de maneira relevante. Cristiano Ronaldo sempre teve talento natural, todos sabemos do começo de carreira dele: um jogador driblador e veloz.
O “cintura de argamassa” é consequência, também, de uma lesão crônica e muito séria, e isso só mostra o quão gênio ele é: se adaptou ao corpo e aumentou o número de gols, mesmo com o joelho esfarelando a cada sprint, basicamente.
Imagina não reconhecer esse cara.