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🎭✨ Se "Ainda estou aqui", dirigido por Walter Salles, te tocou ao abordar as feridas da ditadura e os ecos da repressão, a coleção teatral de Oduvaldo Vianna Filho é indispensável para o seu repertório.
📚 Conheça os títulos da coleção: https://t.co/KprTgUdPaw
📚Últimos dias para aproveitar a promoção em celebração ao Mês da Consciência Negra!
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🎵 Que tal ler as peças de Oduvaldo Vianna Filho enquanto ouve uma coletânea de músicas que combinam perfeitamente com sua dramaturgia? A Temporal criou uma playlist ideal para esses momentos de leitura, e você pode conferir nossa seleção musical no link disponível na bio! 🎵
RECEBIDOS! Uma tempestade, de Aimé Cesaire! (@TemporalEditora)
Explorando os efeitos da colonização sobre a cultura e identidade dos povos nativos e debatendo sobre as relações de poder e controle, Aimé Césaire faz releitura da peça "A tempestade", de William Shakespeare.
apaixonada pelo mais novo lançamento da @TemporalEditora: agora temos a primeira edição em português de Uma tempestade, do martinicano Aimé Césaire - peça baseada em A tempestade, de Shakespeare, e pensada para um teatro negro
(e ainda veio com uma ecobag enooorme, maravilhosa!)
🇧🇷🎭 Para abrir os olhos para o nosso passado: a @ronsard58 escreveu um texto revelador sobre as primeiras políticas públicas de valorização do teatro brasileiro:
Via @TemporalEditora
https://t.co/iaVtrLBNp1
LEITURA! 🎭 Estou lendo essa peça do Vianinha, através do serviço público que vem fazendo a @TemporalEditora em trazer sua dramaturgia ao público.
Vianinha, que pra quem não sabe, é um dos criadores de A Grande Família, nesse livro faz radiografia da esquerda nos anos de chumbo.
Entre revolucionários, revisionistas, anarquistas, contraculturais e burgueses rebeldes sem causa, Vianinha desvela o que é lutar por ideias enquanto se precisar também viver a viva.
Vamos ver, tô amando!
Você conhece o dramaturgo Nelson Rodrigues? Leia mais sobre seus trabalhos e trajetória no nosso quadro "personalidade do teatro"!
📚Confira: https://t.co/UoRGfdiazh
✨Você conhece "Lugar nenhum", peça de Sérgio de Carvalho?✨
📚 Leia um trecho da peça e conheça mais sobre a obra no site da Temporal: https://t.co/Jz3zNeR9cL
Coisas que eu aprendo nos livros!!
Estou lendo "Papa Highirte" do Vianinha, publicado pela @TemporalEditora. O livro conta a história de um país latino fictício numa ditadura não tão fictícia assim.
Eis que lá pelo meio, um personagem fala sobre um prato chamado Tamale. Fui pesquisar e agora já quero comer.
O tamale é um prato tradicional da culinária Asteca, feito com uma massa de milho, que pode ser cozida a vapor ou fervida num invólucro feito de várias coisas como folhas de milho, de mandioca, de bananeira, de abacate, etc.
Dentro dessa trouxinha tipo uma pamonha, vai um recheio delicioso de carne, queijos, frutas, legumes, pimentas, entre outros.
Legal, não?
Neste início de ano, a Temporal dedica janeiro às obras nacionais do catálogo, sobretudo como um incentivo para que cada vez mais leitores se aventurem pela nossa literatura!
Leia mais sobre os livros da nossa coleção nacional no site da Temporal - link disponível na bio!
Em 60, o Rei Balduíno atribuiu a independência do Congo à bondade belga. Patrice Lumumba, primeiro-ministro empossado, contestou narrando os 80 anos de martírio infligido. A reação imperialista culminou com seu brutal assassinato. Eis o enredo dessa grandiosa peça de Aimé Césaire.
Obs: edição primorosa da @TemporalEditora acompanhada de ilustrações das peças encenadas, dois belos prefácios, luxuoso pósfacio de Kabengele Munanga e texto sobre a vida e obra do genial Aimé Césaire.
Estou lendo "Macbett", do dramaturgo Eugène Ionesco, peça publicada pela primeira vez no Brasil pela @TemporalEditora.
Em dado momento, ele diz: "O cômico, sendo a intuição do absurdo, me parece mais desesperador que o trágico."
Quero falar um pouco sobre isso. O cômico é infinitamente mais desesperador que o trágico, e digo o por quê: porque o cômico é um trágico incomunicável. Risível. Torpe e tolo.
Quando Édipo, Antígona e Medeia estão chorando suas pitangas, a cena é solene, o público escuta, os intelectuais reverenciam. Viram referências do sofrimento humano.
Enquanto O misantropo, O Doente Imaginário, o Chapolin, o Chaves, o Woody Allen, o Roberto Benigni imploram por narrar suas dores, o público e o mundo se fartam em rir. Eles narram suas tragédias umas atrás das outras, repetidamente por décadas e nunca recebem o que a solenidade que a tragédia recebe.
O trágico morre icônico, sublime, chorado. O cômico morre diante da risada de um público incapaz de explicar porque sofre e porque dói.
Não à toa Moliére passou mal durante apresentação do Doente Imaginário e morreu nos bastidores, após o fim do aplauso, sem que ninguém percebesse nada.
Nosso mais recente lançamento, "Macbett", de Eugène Ionesco, é uma releitura de "Macbeth", de William Shakespeare. Pensando nessa relação entre as peças, separamos alguns paralelos entre as obras, que certamente farão você querer conhecer a peça de Ionesco! Confira!
O dramaturgo romeno Eugène Ionesco chegou recentemente ao catálogo da Temporal com a peça “Macbett”, uma releitura do consagrado texto de William Shakespeare, “Macbeth”. Se você ainda não conhece a peça, confira alguns motivos para ler “Macbett”!