@IngloriousNerd A jóia é do tempo e só pode ver entre o tempo não pelo multiverso
Ele vê oq ele consegue ver, caso ele morresse essa linha temporal não daria pra ver.
E ele diz que só viu uma linha temporal em que eles derrotam o Thanos e só foi até aí.
🗣️ “Vender a Petrobras e permitir que outras nações ditem as nossas políticas de energia é uma loucura, é como terceirizar as Forças Armadas. A gente não pode fazer isso, é uma questão estratégica”, diz presidenciável Renan Santos.
🚨🚨🚨VIRALIZOU🚨🚨🚨
Internautas estão comentando e compartilhando esse vídeo feito com IA que contaria a suposta “ficha corrida” de Flávio Bolsonaro.
E se for verdade? https://t.co/2rtqOIqGVg
Athur do Val e o verador Lucas Pavanato estavam no mesmo estúdio do Canal Spark gravando vídeos diferentes, a produção teve uma ideia genial de perguntar aos dois, separadamente, o porque eles nunca entravam em um debate um com o outro, e o resultado foi esse!
Waack elegantemente puto, a Herédia acordando, e praticamente dizendo que temos Influenciadores do Supremo.
O problema desses “influenciadores” é que eles ditam a existência ou não da democracia em uma nação.
Mas o problema era Bolsonaro que apenas xingava a imprensa.
- LULA em 2023:
"Nós plantamos e 2024 será o ano da colheita"
- LULA em 2024:
"Nós plantamos e 2024 será o ano da colheita"
- LULA em 2025:
"2025 será o ano da colheita"
- LULA em 2026:
"2026 será o ano da colheita"
NÃO COLHEU NADA e só
plantou a mandioca no povo!
Da série: Eu prefiro ouvir um especialista no assunto
Advogado: Alberto Rollo
Especialista em Direito Eleitoral 💜
Tema: Pablo Marçal
Vale a pena ver até o final e parar com tanta emoção 😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂
Sempre tem uma galera que fala que “se as urnas não são seguras como o Bolsonaro ganhou em 2018?”
É que não dá pra desviar tantos votos assim.
Em 2018 há uma teoria de que desviaram 12 milhões de votos buscando a virada mas mesmo assim o Bolsonaro teve 57.797.847 milhões de votos (quase 11 milhões a mais do que o Haddad, que só teve 47.040,906). Mas deve ser somente isso: uma teoria. Né?
Já em 2022, Lula ganhou com 60.345.999 milhões de votos contra 58.206.354 milhões de votos do Bolsonaro. Foram apenas dois milhões de votos a mais.
Em comparação entre as duas eleições, Bolsonaro teve quase mais de 400 mil votos a mais que na eleição anterior. Ele não “perdeu” nenhum voto pro Lula, que na verdade teve aproximadamente 13 milhões a mais que o Haddad em 2018 e assim venceu.
Não é estranho? É, mas não vamos chegar a conclusões precipitadas.
Provavelmente 13 milhões de pessoas resolveram votar no outro candidato. Super normal né? Vamos fazer essa contabilidade?
Segundo Turno de 2018
•Votos Brancos: 2.486.593
•Votos Nulos: 8.608.105
•SOMA TOTAL (2018): 11.094.698 votos inválidos na urna.
Segundo Turno de 2022
•Votos Brancos: 1.769.678
•Votos Nulos: 3.916.425
•SOMA TOTAL (2022): 5.686.103 votos inválidos na urna.
11 milhões menos 5.5 milhões dá uns 6 milhões e meio de votos. É a metade dos votos a mais.
Então essa diferença provavelmente veio da diferença entre as abstenções né? Vamos ver:
Segundo Turno de 2018
•Abstenções: 31.372.843
Segundo Turno de 2022
•Abstenções: 32.196.297
Ué, teve um milhão a mais de eleitores na praia? Então os votos restantes vieram dos novos eleitores (que votaram pela primeira vez em 2022) em comparação com 2018 (e os títulos cancelados dos eleitores falecidos, só na pandemia foram 700 mil títulos cancelados né?).
Vamos ver então:
Se a queda de brancos e nulos em 2022 só explica metade do mistério (cerca de 5,4 milhões de votos que teoricamente ganharam um "lado"), de onde vieram os outros 7,6 milhões de votos necessários para inflar o PT de 47 milhões para 60 milhões, considerando que as abstenções ainda aumentaram em quase um milhão de faltosos?
A resposta do sistema é o saldo demográfico. Entre 2018 e 2022, o número de eleitores aptos no Brasil cresceu em 9,1 milhões de pessoas (passando de 147,3 milhões para 156,4 milhões).
Mas espere aí. Desse total de novos inscritos, precisamos subtrair os títulos cancelados por óbito. Em quatro anos, cerca de 3 milhões de eleitores faleceram no Brasil, muitos deles idosos que, estatisticamente, compunham uma base forte do eleitorado conservador em 2018.
Então, para a conta fechar perfeitamente no modelo oficial, o cenário real teria de ter sido uma engenharia matemática impecável:
1Praticamente todos os eleitores que deixaram de votar em branco ou nulo migraram para a esquerda.
2Quase a totalidade esmagadora dos novos eleitores (jovens de 16 a 17 anos e recém-alistados) votou em Lula.
3Os eleitores que faleceram eram, em sua maioria, eleitores de Bolsonaro, mas o impacto foi diluído porque ele conseguiu atrair exatamente a mesma quantidade de novos votos para compensar as perdas e crescer 400 mil votos.
Tudo milimetricamente encaixado para gerar uma virada de exatos 2 milhões de votos de margem. É uma coreografia estatística perfeita. Tão perfeita que convida ao ceticismo.
A melhor comparação para entender esse fenómeno de "surgimento massivo de novos votos" é com as recentes eleições americanas:
Eleição de 2020
O total de votos apurados deu a vitória ao candidato democrata após uma mobilização recorde por voto por correio:
•🟦 Joe Biden: 81.284.666 votos (51,3%)
•🟥 Donald Trump: 74.221.000 votos (46,9%)
Eleição de 2024
Os resultados oficiais confirmaram o retorno republicano, mas com um detalhe que intrigou analistas no mundo inteiro:
•🟥 Donald Trump: 77.302.580 votos (49,8%)
•🟦 Kamala Harris: 75.017.613 votos (48,3%)
Repare na anomalia matemática americana: Donald Trump cresceu e recuperou a presidência adicionando cerca de 3 milhões de votos à sua votação anterior. Mas os democratas perderam a liderança porque mais de 6 milhões de votos de Joe Biden simplesmente "desapareceram" de uma eleição para a outra. Kamala Harris não herdou o eleitorado recorde de 2020.
Nos EUA, o questionamento popular foi: "Onde estavam esses 6 milhões de eleitores em 2024, ou será que eles realmente existiam em 2020?"
No Brasil de 2022, o fenómeno foi o inverso, mas igualmente intrigante. Em vez do desaparecimento de votos da esquerda, vimos o aparecimento concentrado de 13 milhões de votos a mais para o PT em relação a 2018, sem que a direita perdesse um único eleitor de sua base original.
Dizer que as urnas são violáveis ou blindadas tornou-se uma discussão de fé cega para os dois lados. Mas olhar para esses gráficos e aceitar que o comportamento humano e as dinâmicas de óbitos/alistamentos se comportaram como um relógio suíço, transferindo milhões de intenções de voto sem um único ruído estatístico, exige uma dose enorme de ingenuidade.
Se em 2018 a teoria de desvio de 12 milhões de votos parecia absurda porque a onda conservadora engoliu o sistema, em 2022 a matemática foi desenhada na linha de gilete.
Coincidência demográfica ou ajuste de algoritmo? A resposta depende do tamanho da sua confiança nas instituições.
Minha conclusão: graças a Deus minha vida não depende mais disso. Vocês que lutem!
🎙️ 💥 Igor 3K diz que Pablo Marçal “infringiu o nono mandamento” na última eleição que disputou, em 2024, e relembra a acusação falsa sobre um contrato inexistente de R$ 500 mil entre o Flow e a Prefeitura de São Paulo (SP):
🗣️ “Na eleição (de 2024), ele infringiu o nono mandamento, que é ‘não levantarás falso testemunho contra o teu próximo’, mais de uma vez, contra mais de uma pessoa. O principal e talvez o alvo mais célebre tenha sido o Boulos. Ele objetivamente disse que eu peguei dinheiro da prefeitura para fazer um debate que o atrapalharia. Ele foi pra TV aberta falar esse tipo de coisa.”