Triste ver uma candidata idosa se negar ser idosa e desdenhar de políticas públicas voltadas para o idoso (a) quando perguntada suas propostas para esse público de faixa etária tão crescente e necessitada de atenção.
#piaui#debateMN
E essa dobradinha do candidato do PSOL com a direita aqui no Piauí, @psol50? Tudo bem que aqui no Piauí não são aliados como a nível nacional, mas fazer esse papel no debate é no mínimo estranho e incoerente.
#debateMN
Todos os dias o carteiro aqui de casa amanhece cheio de “santinhos”de políticos, detalhe, são vários de cada candidato, queria um dia perguntar para o panfleteiro o porquê de tantos… O meu questionamento é: será que conquistam votos com isso?Será que todos jogam no lixo como eu?
@vjf666 Mas foi proposital. A globo falou de bomba atômica com um anão político como o Renan Santos mas ignorou a soberania do país a quem peitou a maior potência do planeta? Tem método.
JN foi no gabinete do ódio do Carluxo e cavou as perguntas pra sabatina do presidente da república por lá. Só narrativa de oposição, distante do interesse público, distante da realidade brasileira, arrogante, heroico e absurdamente irrelevante.
Lula não devia mais fazer agendas na grande mídia (sim, mudei de ideia sobre os debates).
50 minutos de entrevista e nenhuma vírgula sobre Donald Trump e seu projeto de avançar sobre a América Latina. Nenhum compromisso com a democracia e com a soberania do país. Nenhuma preocupação com os cacos que vão nos restar se enfrentarmos mais uma tentativa de golpe.
Uma emissora recebe o único líder global que disse não a Trump no último ano e não sabe o que fazer com isso.
É inacreditável: a Globo entrevistou o Presidente da República em plena maior crise de soberania nacional e simplesmente ignorou o assunto.
Nenhuma pergunta sobre Trump. Nenhuma sobre o tarifaço contra o Brasil. Nenhuma sobre interferência externa, ameaças à democracia ou sobre como o país pretende reagir à pressão de uma potência estrangeira.
A Globo conduziu a sabatina como se estivéssemos diante de uma eleição absolutamente normal, isolada do cenário internacional e das pressões que o Brasil enfrenta.
Talvez aí esteja justamente o problema: para uma parte da nossa imprensa, o golpismo, a pressão estrangeira e as ameaças às instituições parecem ter sido incorporados à paisagem. Isso também diz muito sobre esta eleição.