Tenho deficiências gravíssimas!
Eu nasci branco, e quem nasce branco já é considerado racista, mesmo não sendo.
Nasci em uma família pobre, mas trabalhadora, então eu sou burguês.
Estudei com afinco e seriedade. Venci pelos meus próprios meios sem roubar, nem trapacear ninguém.
Não voto para esquerda, o que me torna fascista.
Sou heterossexual, o que me torna um homofóbico.
Valorizo minha identidade e minha cultura, o que me torna um xenófobo.
Acredito que o macho e a fêmea da espécie Homo Sapiens foram, na maioria das vezes, grandes parceiros e mutuamente responsáveis pelo sucesso da espécie, o que me torna misógino.
Eu gostaria de viver em segurança e ver criminosos na prisão, o que me torna um torturador.
Quero que respeitem minha maneira de pensar e minhas crenças e não me façam pensar que o anormal é normalmente relativo, o que me transforma em um repressor.
Penso que os subsídios acabam com o esforço de trabalhar e minam a dignidade das pessoas, por isso sou insensível.
Acredito que cada um deve ser recompensado de acordo com sua produtividade, mérito e capacidade, o que me torna um egoísta antissocial.
Eu fui educado em valores e princípios, o que me torna um oponente do bem-estar social.
Acredito em Deus, logo, sou um fundamentalista religioso.
Creio que as vítimas dos estupradores, ladrões, estelionatários deveriam ser indenizadas pelo Estado e os culpados presos, pagassem pela dívida, não tivessem auxílio para suas famílias, indulto para ir pra casa, habeas corpus, tornozeleiras, mas trabalhassem para pagar suas custódias, sua roupa, água, luz e comida.
Então, sou considerado preconceituoso e contrário aos Direitos Humanos.
Esta é uma pequena e breve revisão da minha "má reputação."
Mas, pelo menos, tenho certeza de que somos vários: eu e, se você também tem essa má reputação, compartilhe.
Do jeito que as coisas andam ser um cidadão de bem será considerado crime.
Agradeço a todos os meus amigos e conhecidos que ainda se atrevem a se relacionar comigo apesar de todas as minhas falhas.
O sistema não quer que você veja esse vídeo 🤐
Na Lava Jato, ajudamos a recuperar mais de R$ 25 bilhões em acordos de devolução. Dinheiro que antes alimentava esquemas de corrupção e bancava o poder de gente que se achava intocável.
Quando você mexe no dinheiro dos poderosos, a reação vem. Vieram processos, multas, ataques e a cassação do meu mandato.
Mas não conseguiram encerrar a nossa missão.
Agora eu quero levar essa mesma batalha para o Senado, justamente onde os poderosos precisam ser fiscalizados.
Se você quer me ajudar a ser o soldado do Paraná em Brasília, doe agora para a minha vaquinha através do link na bio 🤝
🤖 Este vídeo contém imagens geradas por inteligência artificial (IA) com propósito meramente ilustrativo.
O roubo aos aposentados tem o sobrenome Lula da Silva. Chegou até a porta do gabinete da Presidência da República. Ao Ministério da Saúde.
Vai ficar por isso mesmo?
Então:
1. Socialismo é a única ideia da esquerda.
2. Socialismo, em todas as suas formas, é incompatível com democracia, república e Estado de Direito.
2. Socialismo e comunismo são exatamente o mesmo produto, embalado de forma diferente para atender públicos diversos.
Reino Unido 🇬🇧/Brasil 🇧🇷:
A Justiça inglesa decidiu manter provas da Lava Jato no processo contra Mário Ildeu de Miranda, apesar da decisão do ministro Dias Toffoli que determinou sua inutilização no Brasil.
A Corte britânica afirmou estar em “respeitoso desacordo” com Toffoli e classificou como “altamente incomum” a situação criada pela decisão da Justiça brasileira.
Quem prefere o PT no poder apoia a eternização da miséria e da ignorância. Para vencer uma eleição, Lula precisa da imensidão de brasileiros desinformados e/ou dependentes de planos de compra de votos disfarçados de programas sociais
A mais recente pérola produzida pelos intelectuais colaboracionistas é que redução de impostos é uma ideia ruim, que vai piorar a vida do cidadão.
Há veículos do consórcio de mídia publicando isso.
Quem publica isso, publica qualquer coisa.
Se tem uma coisa que entendo é de propaganda política, pois desde pivete gosto de ver, pois acho um ótimo programa de humor.
Mas essa aqui de humor não tem nada, na verdade é excelente, aposto que em menos de uma semana esse padrão será copiado até umas horas.
A ditadura do STF é culpa da imprensa
André Marsiglia-@Poder360
Não há novidade alguma no que Alexandre de Moraes fez na semana passada contra a fonte do jornalista Luís Pablo. Não foi a primeira vez que avançou sobre fontes jornalísticas, já havia acontecido no caso Tagliaferro, tampouco que afagou, com suas decisões, grupos políticos próximos a Flávio Dino.
Quem acompanha o STF desde a abertura do inquérito das fake news, em 2019, já viu censura, bloqueio de contas, buscas e apreensões, prisões por manifestações políticas e garantias constitucionais relativizadas em nome da “democracia”.
Por que, então, tanta gente se espantou? Porque, diferentemente da ditadura do regime militar dos anos 1970, a ditadura de hoje, promovida pelo STF, disfarça-se e se esconde nas manchetes afáveis da grande imprensa.
Nenhum jornalista, nos anos 1970, ousaria dizer que a tortura era justificável. Mas a que houve contra Filipe Martins é ignorada.Nenhum jornalista seria medonho a ponto de escrever “vigiar e punir: gostoso demais” enquanto o Dops levava alguém para ser interrogado. Nenhum diria que o general Médici lhe ativava a libido ou escreveria “delegado Fleury, pega o meu cartão”. Mas tudo isso ocorreu recentemente em relação à ditadura do STF.
Durante anos, a imprensa esquerdista aceitou que garantias fossem relativizadas quando os alvos eram bolsonaristas, usuários das redes sociais ou jornalistas que ela não considerava suficientemente jornalistas, por não serem de esquerda. Agora, diante do ataque a uma fonte jornalística, reconhece-se ameaçada e se choca.
A diferença entre Médici e Moraes não está em Médici ou Moraes, mas na imprensa ideológica que os descreve de forma diversa.Durante o regime militar, quando podia denunciar o autoritarismo, a imprensa denunciava. Quando não podia, alguns jornais publicavam poemas e receitas no lugar do material censurado. Até a ausência da notícia denunciava a existência do censor. Hoje, a imprensa de esquerda oferece espontaneamente ao poder a manchete que legitima seus excessos.
Quando Moraes avançou sobre uma fonte jornalística, a dor finalmente chegou a um território que a imprensa reconhece como seu. Tornou-se mais difícil explicar o abuso como instrumento democrático. O episódio escancara aquilo que ela fingiu não enxergar até então.
O jornalista e escritor Mario Sabino lembrou, em postagem no X, com sagacidade, que o inquérito das fake news já dura mais de um terço de todo o período do regime militar.
Talvez, pelo disfarce dado pelas manchetes da grande imprensa ideológica, a ditadura do STF dure tanto, talvez até se perpetue, enquanto estiver seduzindo jornalistas de esquerda, atacando seus inimigos, poupando as redações e os interesses dos donos de jornais.
https://t.co/jJmWEl4vzK
🇧🇷🔥Brazil under Lula is a nest of absurdities
TSE Shields PT Once Again: The Absurd Refusal to Demand Basic Accountability
In yet another display of selective blindness, Brazil’s Superior Electoral Court (TSE) has decided it will not even examine a provisional order from Justice André Mendonça requiring the Workers’ Party (PT) and its federation to hand over accounting records and full recordings of its 8th National Congress and the launch of the “Porta-Vozes do Lula” project.
The vote was 5-2. The majority claimed a technical irregularity in how the case was distributed and ordered a new lottery among the justices. The substance of the complaint—alleged misuse of public party funds to finance coordinated digital attacks against Senator Flávio Bolsonaro—was simply waved aside for now.
This is not neutral procedure. It is institutional self-protection dressed up as process.
The Liberal Party (PL) brought a concrete accusation: that resources from the Party Fund, money that ultimately comes from Brazilian taxpayers, were being used to build and sustain a network of digital mobilization aimed at spreading disinformation and coordinated attacks against a leading opposition figure and presidential contender.
Mendonça’s partial injunction did not declare anyone guilty. It merely demanded preservation and delivery of the relevant recordings, contracts, invoices, and accounting documents so the facts could be examined. In any healthy democracy that would be the minimum requirement for transparency. At the TSE, it was treated as an inconvenience to be postponed.
The majority’s justification—improper distribution of the case—may satisfy formalists, but it does not satisfy citizens who have watched the same court move with remarkable speed when the target is the right and with glacial caution when the target is the PT.
Technicalities become barriers precisely when accountability threatens the left. The process will now be redistributed, buying time, allowing memories to fade, and permitting documents to become harder to recover. That is not justice; it is delay as strategy.
Consider the broader pattern. Public money flows to parties under the Party Fund precisely so they can maintain institutional life, not so they can underwrite propaganda operations that function as de facto campaign machines outside the rules.
If the PT’s congress and the “Porta-Vozes” project involved structured incentives, rankings, or coordinated messaging against a political rival using those funds, the public has a right to know. Demanding the books is not persecution. Refusing even to look at the books is favoritism.
Conservatives who value institutional integrity should not accept this double standard. Rule of law requires that powerful parties face the same scrutiny as everyone else. When the TSE prioritizes protecting one side’s procedural comfort over the public’s right to financial transparency, it undermines its own legitimacy. Brazilians already distrust electoral institutions enough.
Decisions like this only deepen the conviction that the rules bend according to who is being investigated.
The case is not over. A new justice will eventually receive it. But the message sent this weekend is clear: accountability for the PT can wait.
That is not how a serious electoral court behaves. It is how a court that has grown too comfortable with political imbalance behaves. Brazilians deserve better than technical excuses that conveniently protect the powerful.
A dedicação ao trabalho e a tudo aquilo em que acredito vem de berço. Está na minha raiz, nos valores que recebi e na forma como aprendi a encarar cada missão que Deus coloca em minhas mãos.
Foi com esses valores que coloquei meu nome à disposição dos catarinenses para dois mandatos como deputada federal. Em cada um deles, honrei a procuração que cada cidadão de Santa Catarina depositou em mim.
Agora, quero dar um novo passo: continuar representando você no Senado Federal.
Quero a oportunidade de enfrentar os gigantes com coragem, firmeza e a mesma disposição de sempre, sem abrir mão dos princípios que me trouxeram até aqui.
Santa Catarina pode contar comigo.
Brazil’s Electoral Censorship Machine Meets Elon Musk’s Spotlight
In the run-up to Brazil’s 2026 presidential election, the country’s electoral authorities have once again demonstrated their preference for control over open debate. Brazil’s Superior Electoral Court has ordered X to install a filter that systematically excludes certain accounts from the platform’s “For You” algorithmic recommendations. Users who do not already follow those accounts will no longer see their posts in the main discovery feed. The platform complied with the legal demand. Then it did something the censors never wanted: it made the entire mechanism public by releasing the relevant code.
What the Brazilian state tried to accomplish quietly—suppressing the organic reach of designated voices during an election season—is now visible to any developer, journalist, or citizen who bothers to look. That is the real story. Not mere technical compliance, but transparency forced upon a government that prefers its speech restrictions to operate.
This is not an abstract free-speech lecture. Brazil has spent years expanding judicial power over online speech under the banner of fighting “disinformation” and " protecting democracy". The same institutions that once ordered the temporary nationwide blocking of X, froze assets, and pursued high-profile critics have now embedded a quieter form of algorithmic demotion into the country’s most important public square. Official candidate and campaign accounts are affected under electoral rules that limit how recommendation systems may amplify them. In practice, the effect is the same: reduced visibility for political speech at the precise moment when voters most need information.
Conservative have long warned that governments and activist courts treat free expression as a privilege to be managed rather than a right to be protected. Brazil under President Lula and the expansive jurisprudence of figures such as Supreme Court Justice Alexandre de Moraes provides a textbook case. Speech that challenges the ruling consensus is scrutinized, constrained, or quietly throttled. Speech that supports it faces fewer obstacles. The new filter continues that pattern by design, even if it is dressed up as neutral election administration.
Elon Musk’s decision to open-source the recommendation code changes the dynamic. Secret blacklists and hidden demotion rules thrive in opacity. Once the code is public, the list of affected accounts, the logic of the exclusion, and the government’s fingerprints become impossible to deny. What was meant to be an invisible administrative act is now a documented example of state-directed speech management. Musk did not invent the Brazilian order; he refused to keep it invisible.
The stakes extend beyond one platform or one country. Algorithmic recommendation systems are the modern public square. When governments claim the power to decide which political voices may appear in those systems—and when they do so under the cover of election rules—they are not protecting democracy. They are managing it. Voters lose the chance to encounter arguments organically. Opposition voices must rely on already-converted followers rather than broader discovery. Incumbent power benefits from a tilted information environment.
Defenders of the measure will insist it is limited, temporary, and required by law. Limited and temporary restrictions have a habit of expanding once the principle is conceded. A healthy democracy does not require algorithmic gag rules to survive an election. It requires the opposite: maximum exposure of competing ideas so that citizens can judge them.
By complying with the order while exposing its inner workings, X has performed a public service. The Brazilian authorities wanted quiet suppression. They received public illumination instead. That contrast—between a government that prefers speech controls to operate unseen and X
that insists on transparency—is the clearest statement . #socialmedia