@LaudelinoRJ@TumultoBR Passei 30 anos pensando assim, estou propenso a concordar que não adiantou em nada.
Começo acreditar que é necessário igualar as armas.
Você sabia que um jornalista da Globbels teve irmã que morreu logo depois de tomar a "vacina", e daí ele e sua esposa (também da Globbels) NUNCA mais tomaram nenhuma dose depois da morte? Por que pararam? Será que eles são negacionistas e confundiram correlação com causa?
Vim à Brasília para ver o Presidente @jairbolsonaro e minha filha. Sei que muita gente tem vontade de saber como ele está, e transmitir um pouco do que todos gostariam de saber faz parte da minha determinação, além, é claro, de sempre querer estar perto, ouvir e conversar.
Hoje ele estava animado e sem soluços. Saí de lá me sentindo bem, com uma energia positiva. Nunca me cansarei de repetir: esse homem é forte diante de toda a covardia que vem sofrendo.
Ele manda um abraço a todos, de forma sorridente e vestindo a camisa do Palmeiras.
Logo mudaremos toda história.
Obrigado a todos pelo carinho e pela consideração! Vamos!
A direita brasileira tem, convenhamos, um panteão de canalhas ilustres, onde a mediocridade se pavoneia com ares de virtude e, de tão virtuosos, não postam uma linha sequer em defesa de Flávio Bolsonaro. Preferem, com a finura de quem lambe as botas do inimigo, espalhar as imundícies daqueles que odeiam os Bolsonaros por princípio, por inveja ou por mera subserviência ao zeitgeist "nikolaíta" ou até mesmo petista. “Estamos nos guardando para o segundo turno. Lá chegando, apoiaremos o Flávio”, repetem eles, como se a prudência fosse a última máscara do covarde. Pois bem, ó canalhas de fraqueza moral e de espinha dorsal gelatinosa: olhai o que se passa no Peru e tomai vergonha na cara, se é que vos resta algum resquício dela. TOMAI VERGONHA NA CARA! Repito, em letras maiúsculas, para que o eco atravesse os salões refrigerados de Brasília e os grupinhos de WhatsApp onde a direita finge que pensa: tomai vergonha na cara, antes que a História vos reduza a uma nota de rodapé: a dos traidores elegantes que, por medo de sujar o verniz, deixaram o país escorregar novamente para o abismo.
A CASA BRANCA
WASHINGTON
Ao Honorável
Jair Messias Bolsonaro
38º Presidente da República Federativa do Brasil
Brasília
Prezado Sr. Bolsonaro:
Tenho visto o tratamento terrível que você está recebendo pelas mãos de um sistema injusto voltado contra você. Esse julgamento deve acabar imediatamente! Não me surpreende vê-lo liderando nas pesquisas; você foi um líder altamente respeitado e forte, que serviu bem ao seu país.
Compartilho seu compromisso de ouvir a voz do povo e estou muito preocupado com os ataques à liberdade de expressão — tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos — provenientes do governo atual. Tenho manifestado fortemente minha desaprovação tanto publicamente quanto por meio da nossa política tarifária.
É minha sincera esperança que o Governo do Brasil mude de rumo, pare de atacar os opositores políticos e acabe com esse regime ridículo de censura. Estarei observando de perto.
Sinceramente,
Donald J. Trump
PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
“Quinta-feira, 17 de julho de 2025”
Se nessa altura do campeonato, após a última incursão de Flávio Bolsonaro pelos Estados Unidos e tudo quanto dela se seguiu, Nikolas Ferreira ainda finge hesitar sobre quem seria o melhor candidato da direita, é porque o rapaz cultivou o cinismo como ofício supremo. Um cinismo de profissional consumado, convenhamos: disfarçado com o rostinho de menino inocente, o sorriso fácil de quem se declara amigo de todos, a pose de eterno novato que encanta as multidões digitais...
Mas não se enganem: por detrás desse verniz juvenil esconde-se a velha raposa da política brasileira, aquela que sempre soube colocar o interesse próprio muito acima do bem comum. Nikolas aparenta novidade, mas basta raspar-lhe a superfície para descobrir o veterano de sempre, muito parecido com o novelesco malandro de casaca que aprendeu cedo as artes da dissimulação.
Parabéns, Nikolas: em politicagem, você nasceu velho.
10 MOTIVOS PARA VOTAR EM FLÁVIO BOLSONARO:
1. Herança e continuidade do legado:
Filho mais velho, o “01”, Flávio encarna a transmissão sanguínea e política do capital acumulado por Jair. Votar nele não é mero gesto sentimental: é a forma mais direta de fazer perdurar, nas instituições, a visão de país que o pai representou.
2. Lealdade inquestionável:
No Senado, durante e após o governo, Flávio foi dos mais ferrenhos escudos do pai. Essa lealdade familiar e ideológica funciona como garantia quase contratual de que as pautas originais não serão traídas por conveniência.
3. Alinhamento aos valores conservadores:
Defensor explícito do lema “Deus, Pátria, Família e Liberdade”, Flávio não foge da guerra cultural. Oposição ao aborto, à ideologia de gênero e à dissolução dos modelos tradicionais de família permanece, nele, intransigente e isso, para a base, é bom lembrar, é critério não negociável.
4. Perfil de articulador:
Diferente dos temperamentos mais inflamados da família, Flávio revela-se o mais diplomático e pragmático. Sua capacidade de dialogar com o Centrão e demais forças do Congresso é vista não como traição, mas como habilidade para aprovar agendas e garantir mínima estabilidade institucional.
5. Defesa do enxugamento do Estado:
Fiel à retórica antipetista de contenção de gastos, Flávio tem atuado no Senado em favor de privatizações, redução de impostos, desburocratização e diminuição da interferência estatal na economia e na vida privada. Pautas liberais clássicas que deverão ecoar nas mentes mais obtusas do momento, como o autoproclamado “liberal dos liberais”, Rodrigo Constantino.
6. Oposição frontal à esquerda:
Uma das vozes mais ativas contra o governo petista no Senado, Flávio oferece à militância a imagem reconfortante de quem confronta diariamente o adversário no coração do poder.
7. Experiência parlamentar consolidada:
Não é um novato. Deputado estadual por vários mandatos no Rio e senador da República, conhece os meandros do Legislativo como poucos. Essa familiaridade com a máquina é vista como antídoto contra o amadorismo que tantas vezes comprometeu a direita.
8. Prioridade à segurança pública:
Herdeiro da linha dura bolsonarista, Flávio defende as polícias, o excludente de ilicitude em operações, o direito à legítima defesa e o acesso a armas para CACs, bandeiras que, para grande parte do eleitorado, definem o próprio DNA do movimento conservador.
9. Apoio ao agronegócio e ao livre mercado:
Próximo da bancada ruralista e do setor produtivo, Flávio encarna a defesa de um Brasil que cresce sem as algemas regulatórias excessivas do Estado, sustentando o argumento de que o campo e o empreendedorismo são motores insubstituíveis da economia.
10. Representação do antissistema institucionalizado: Ainda que inserido no jogo parlamentar, Flávio mantém o discurso de insatisfação com o Judiciário ativista e com a velha mídia. Para os bolsonaristas, ele simboliza a possibilidade de combater o sistema usando as próprias regras do sistema, sem romantismos golpistas, mas sem rendição.
(Esse texto é um resumo do meu penúltimo post)