@vangrolle@leo52873193@Lord_PSMG Seguindo sua lógica revenda de mídia física; que inclusive eu acho ótimo pra gente, é trambique? Já que a Sony e a Microsoft não vê nenhum centavo disso? Com código de gamepass é trambique e com a revenda não? Seguindo isso um monte de canal vai acabar tbm? 🤦🏾♂️
@vangrolle@leo52873193@Lord_PSMG A Microsoft que disponibiliza os código 🤦🏾♂️🤦🏾♂️🤦🏾♂️ o código só se usa uma vez 🤦🏾♂️🤦🏾♂️🤦🏾♂️ ou tu acha que o cara vai usar o código e depois vai revender ele? Kk 🤣
Serei cancelado por isso, mas se tem algum destaque nesse jogo morno entre Brasil e Escócia, esse destaque foi o Raphinha.
Fez o que sabe fazer de melhor, ou seja, ocupar espaços. Num movimento surpreendente ocupou um espaço fora do campo possibilitando que o Brasil tivesse mais um jogador em campo.
A história o reconhecerá e eu serei testemunho.
Que felicidade saber que todos os haters do Vini jr estão entocados na casa do caralho, refugiados na puta que pariu, enclausurados um no cu do outro. Se mordam, faleçam, vocês escolheram o cara errado pra odiar, filhos da puta!!!!!!!
O que aconteceu nesta madrugada é mais grave do que parece.
Milhões de brasileiros receberam um Alerta Extremo, o mais alto nível de notificação do sistema de emergência, destinado a situações de risco iminente à vida. No entanto, em vez de orientações à população, a mensagem continha apenas uma palavra: “misantropia”.
Não se trata de um simples erro de comunicação. Estamos falando de uma ferramenta oficial que interrompe o sono das pessoas e mobiliza a atenção de toda uma população justamente porque foi criada para alertar sobre tragédias, desastres e emergências reais.
A pergunta que precisa ser respondida é simples: como uma mensagem sem qualquer utilidade pública foi disparada por um sistema com alcance nacional e protocolos rigorosos de segurança?
A população tem o direito de saber quem autorizou o envio, como ocorreu a falha e quais medidas serão adotadas para garantir que esse sistema jamais seja utilizado de forma indevida.
Quando um alerta extremo perde credibilidade, o risco não é político. O risco é humano.