@marcofeliciano Chega de encher o saco. Muito ajuda quem não atrapalha. Cala a boca e deixe-nos tocar a campanha do Flávio em paz. Um crente que só fica colocando mais fogo e sabotando o nosso futuro, não dá! Chega!!!¡!
@marcofeliciano@FlavioBolsonaro Pare de atormentar o Flávio com essas picuinhas de lavadeiras. Chega dessa palhaçada. O povo está cansado de brigas por poder. A Firmo está mais suja que pau de galinheiro diante dessa perseguição enlouquecida contra o Flávio. PAREM COM ISSO!
Michelle Bolsonaro já foi naturalmente elegante. Sim, o verbo está no pretérito. A elegância, nela, era quase uma graça inata, algo que não precisava ser fabricado para as câmeras. Perdeu-a, porém, no dia em que decidiu não saber perdoar. Até as pedras o sabem: carrega no peito uma mágoa desmedida, maior do que a própria fidelidade que se espera de uma esposa. Não a conjugal, essa miudeza de alcova, ou um dever natural, mas a fidelidade maior, a adesão sem fissuras à vontade do marido.
Michelle não se curvou à indicação de Jair Bolsonaro. E isso, num universo onde a lealdade é moeda de troca e quase religião, revelou-se fatal. Uma dama verdadeira não desafia o chefe da casa em praça pública; menos ainda quando o chefe foi presidente da República. Lavou, ademais, roupa suja diante do espelho da nação: gesto que a elegância antiga jamais permitiria. Não vi o vídeo que hoje todos comentam, mas soube do excesso: o “galego” repetido até o fastio, como quem precisa, a cada sílaba, certificar-se de que o mundo inteiro tome nota da intimidade.
Usado com parcimônia, o vocativo podia ter um quê de charme brejeiro, pitada de cumplicidade conjugal exposta com leveza. Repetido como mantra, tornou-se brega, quase patético. Tornou-se o bolo excessivo de cerejas que enjoa à segunda garfada. Publicamente, a ex-primeira-dama deveria ter recorrido à forma que a liturgia do poder exige: “meu marido, o ex-presidente”. A frieza formal, nesses casos, carrega mais dignidade e mais força do que a necessidade histérica de exibir intimidade.
Michelle já foi naturalmente elegante e, por extensão, naturalmente importante. Perdeu ambas as qualidades. Sem elegância, restou-lhe a máscara rígida do passado; sem importância, restou-lhe a raiva miúda, a birrenta impaciência de quem vê o próprio mito escapar-lhe entre os dedos. Curiosamente, só o “galego”, por ora mudecido, rarefeito, recolhido à esfera privada, poderá ainda salvá-la. Mas, tal como as coisas se apresentam, nem mesmo Jair Bolsonaro, com todo o seu magnetismo, conseguirá reverter o sentimento que ela deixou no bolsonarismo: um misto de decepção e repúdio surdo, quase irreversível.
A dama dissolveu-se; sobrou a sombra ressentida. E as sombras, como se sabe, não elegem presidentes.
@JornalOGlobo Depois dessa lavação de roupa suja familiar em rede social , essa mulher perdeu meu respeito, mulher baixa ridícula. NÃO votem nela no DF. Votem no Sebastião Coelho!
@FelipeBicud0@giraldirenato@kimpaim Acho xulo essa de "meu galego". Fale " meu marido " , perdeu a classe e o respeito de boa parte dos eleitores do Bolsonaro com esse videozinho patético de hj.
@Ivanete07108336@silveira50 JaquesPTmaster agradece! Agora a imprensa vai falar durante semanas esse assunto e esquecer o assunto Master. Jaques poderia até ter ficado , era só esperar o vídeo da aliada hj, se apressou.
@CanaldoNegaoo Ela acabou de condenar o marido a morte na prisão junto com os injustiçados do dia 08. Quem sabe não é isso que sempre quis, vai lucrar horrores com os produtos que patenteou usando o sobrenome que não é dela: Bolsonaro.
@MedicoLiberdade Se eu a tempos já estava com ranço dela e da tchurminha bombril, agora piorou mais ainda. Mulher burra, imatura, egoísta, com essa de hj condena pela segunda vez os injustiçados do dia 8 e o próprio marido. Nojoooooo
@kimpaim A Firmo com esse vídeo patético acabou de confirmar a condenação dos injustiçados do dia 8 e o próprio marido. Quem sabe não é isso mesmo que ela sempre quis após a não eleição dele. Mulher imatura, egoísta, burra d+! Peguei ranço.