Para algumas pessoas, especialmente não-religiosas, a dignidade humana possui condições. Ela vale enquanto a vida não carrega peso demais ou imperfeições demais. Só reconhecem humanidade naquilo que consideram íntegro, funcional e compreensível. Mas uma pessoa não se torna menos humana por nascer marcada pela doença. Eu não sou mais digna de viver do que ela.
A “dignidade” que eles tanto defendem encontra um limite justamente onde mais deveria se manifestar, justamente nas minorias mais frágeis. Retire Deus da equação e pergunte o que resta para essas vidas. Não um direito inalienável de existir, mas a constante necessidade de justificar a própria existência. E seu extermínio passa a ser chamado de compaixão, como se o valor de uma vida pudesse ser medido pela quantidade de sofrimento que ela suporta.
@muizelahi@HarvardSurgeon@LilaGraceRose Those are wicked filthy examples trying to defend what is indefensible. Legal doesn't imply correct. Remember slavery? The same logic applies here.
The definition is one: Life starts at conception, whether your mental gymnastics like it or not.
@muizelahi@HarvardSurgeon@LilaGraceRose Fuck off, what a load of bs. You'd better mature for that call and take responsibility for once, and not treat people like children who can't make decisions. There is a human life at stake.
"Abortion is the anti-Christ's demonic parody of the Eucharist. That's why it uses the same holy words 'This is my body' with the blasphemous opposite meaning."
- Peter Kreeft
@Nasshhhooo@biobio Naaah, solo justificas la eugenesia. Amachate y dí las weas como son. Jugar esa carta de "bien por la dificultad de vida" es lo mismo que matar pobres antes de que nazcan.
Chamo isso de Dilema do Cadeado: se Deus me protege e me ama, por que trancar o portão? Por que vidro blindado no papamóvel? Eu não estaria desconfiando de Deus ao me proteger? Há uma resposta simples e outra complexa sobre isso.
A simples está na Escritura: Não tentarás o Senhor teu Deus. Quando você percebe a possibilidade de perigo e mesmo assim a ignora sem motivo apenas para provocar a proteção divina, você cai na tentação que o diabo apresentou a Cristo, de se jogar do templo para que os anjos o segurassem. E Cristo responde: "Não tentarás o teu Deus".
A complexa está no final do comentário aos analíticos posteriores de Aristóteles feito por São Tomás de Aquino: quem abdica da razão perde o direito à boa providência. Se Deus te dá uma faculdade, é para que você a exerça. Se sua razão consegue conceber a possibilidade real de perigo, então está nas suas mãos te proteger quanto a isso. Se você abdica da razão, abdica do dom de Deus, e portanto de sua proteção. Mas que proteção, já que me protejo?
A proteção quanto às coisas que você não pode lidar. Por isso Paulo diz que Deus não permite tentações que não podemos vencer, ou seja, permitindo as que podemos vencer, pois estamos aqui para agir; mas quanto àquelas coisas que não podemos controlar ou até mesmo perceber, é aí que a providência de Deus sempre nos custodia conforme seus desígnios, e isto se usarmos nossa razão para nos protegermos daquilo que conseguimos conceber.
Resumindo: tranque seu portão.